conecte-se conosco


Política Nacional

Para Maia, denúncia contra Greenwald é uma ameaça à liberdade de imprensa

Publicado

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Rodrigo Maia: “Sem jornalismo livre não há democracia”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o jornalista do site The Intercept, Glenn Greenwald. “A denúncia contra o jornalista é uma ameaça à liberdade de imprensa”, disse o presidente em sua rede social.

“Jornalismo não é crime. Sem jornalismo livre não há democracia”, acrescentou Maia.

Denúncia Greenwald foi denunciado na operação do MP que investiga invasões de celulares de autoridades. Em 2019, ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, concedeu liminar determinando que Greenwald não fosse investigado.

De acordo com a denúncia, o jornalista é acusado de crime de associação criminosa e de interceptação telefônica, informática ou telemática, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. As investigações da Polícia Federal levaram à prisão de Walter Delgatti, que hackeou celulares de diversas autoridades. Delgatti afirmou que repassou o conteúdo das conversas para o jornalista.

Em junho do ano passado, o site The Intercept Brasil divulgou mensagens trocadas entre o hoje ministro da Justiça, Sergio Moro, e procuradores, levantando suspeitas sobre a imparcialidade do então juiz em relação à Operação Lava Jato.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Marcia Becker

Fonte: Agência Câmara Notícias
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política Nacional

Cid Gomes recebe alta do hospital após quatro dias internado

Publicado

source
cid gomes arrow-options
reprodução/tv senado

Cid Gomes foi baleado duas vezes na última quarta-feira

O senador Cid Gomes (PDT-CE) recebeu alta do Hospital do Coração de Sobral (CE), na manhã deste domingo, após quatro dias internado. O pedebista levou dois tiros no peito após tentar invadir um batalhão da PM na última quarta-feira.

Leia também: Número de assassinatos no Ceará sobem para 103 com paralisação de PMs

De acordo com comunicado divulgado pela assessoria de Cid Gomes , o senador seguirá a recuperação em casa realizando “fisioterapia respiratória e uso de antibióticos para restabelecimento da função pulmonar”.

Cid Gomes está licenciado do Senado, sem pagamento de salário, desde o início de dezembro, para resolver assuntos particulares. A licença do senador do PDT do Ceará é de 120 dias. Durante esse período, Prisco Bezerra (PDT-CE) o substitui no Senado.

Leia o comunicado na íntegra:

O senador Cid Gomes recebeu alta médica no final da manhã deste domingo (23/02). Está em sua residência, em Fortaleza, onde continuará em reabilitação, realizando fisioterapia respiratória e uso de antibióticos para restabelecimento da função pulmonar.

No sábado (22/02), o Senador submeteu-se a exame de raio-x que confirmou a existência de dois projéteis alojados, um ao lado da costela e outro no pulmão esquerdo, assim como um fragmento de projétil. Não serão realizados procedimentos para a retirada desses projéteis.

Fonte: IG Política
Continue lendo

Política Nacional

Serviço militar aberto às mulheres está em discussão no Senado

Publicado

O serviço militar aberto às mulheres está em discussão no Senado, na forma de um Projeto de Lei (PL) apresentado em 2015 pela então senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O PL está tramitando no Senado e há previsão de ser apreciado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) após o carnaval.

O relator escolhido para a matéria foi Esperidião Amin (PP-SC). Em seu relatório, porém, ele afirmou que os gastos extrapolariam a Lei de Responsabilidade Fiscal. Amin usou custos estimados pelas Forças Armadas.

Os dados dos militares consideraram um efetivo feminino da ordem de 10% dos recrutas convocados no ano de 2019 (60 mil recrutas). No âmbito do Comando da Marinha, o impacto seria de R$ 23 milhões; no Exército, o impacto seria de R$ 536,76 milhões; e na Aeronáutica, de R$ 21 milhões. Os custos somariam R$ 580,76 milhões para receber 6 mil mulheres.

“Fica clara a violação dos art. 16 e 17 da Lei de Responsabilidade Fiscal comprometendo-se com despesas que não possuem respaldo no Plano Plurianual (PPA), Lei Orçamentária Anual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e violando às metas fiscais. O país passa por uma grave situação fiscal”, disse Amin em seu relatório.

Existem divergências em relação à visão do relator. Para o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), por exemplo, os custos informados pelas Forças Armadas são maiores do que se verificaria na prática. “O custo indicado pelo Ministério da Defesa aponta para algo em torno de R$ 100 mil por recruta, o que me parece uma avaliação bastante elevada. Quando ele coloca R$ 581 milhões, são 60 mil recrutas no total, ao ano e 10% disso, 6 mil, em torno de R$100 mil. Está um tanto quanto elevado”.

Alguns senadores pediram vista coletiva. O líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), sugeriu alterações no relatório, prevendo o serviço militar feminino até o limite orçamentário. Amin sinalizou acatar a sugestão de Carvalho e afirmou que será favorável ao projeto, apesar do apontamento sobre os custos.

O projeto

A proposta diz que as mulheres podem prestar o serviço militar voluntariamente. Ao contrário dos homens, que devem se apresentar obrigatoriamente ao completarem 18 anos, as mulheres só fariam se quisessem, mas teriam que manifestar interesse de fazê-lo na mesma idade.

“O projeto tem o caráter de ação afirmativa e destina-se a assegurar às mulheres a prestação do serviço militar. Com isso, pretendemos dar às mulheres a oportunidade de participarem da realização desse serviço, que tantas lições de cidadania têm prestado aos brasileiros, com acesso igual para todos os gêneros”, disse Grazziotin em seu projeto.

No texto, ela também destacou que as mulheres já vêm desempenhando papéis nas Forças Armadas, com exceção da área de combate. “A mulher ocupa cargo e concorre às promoções nas mesmas condições de igualdade para os militares do sexo masculino. A maioria das oficiais e sargentos encontram-se lotadas nos quartéis-generais, nas organizações militares de saúde, nos estabelecimentos de ensino e nos órgãos de assessoramento”.

O projeto foi aprovado, ainda em 2015, pela Comissão de Direitos Humanos (CDH). Depois seguiu para a Comissão de Relações Exteriores (CRE), mas o projeto ainda não foi votado porque Amin pediu manifestação da CAE. Mesmo que tenha o parecer pela rejeição aprovado na CAE, o projeto volta para a análise terminativa na CRE. Se lá for aprovado e não houver recurso para análise em Plenário, o texto seguirá para a Câmara dos Deputados.

*Com informações da Agência Senado

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana