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Política MT

Para Júlio Campos, fusão com PSL traz poucos ganhos para o DEM em MT

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Campos defende que novo partida atraia jovens e mulheres para as eleições do ano que vem [Foto – Michel Alvim]

O ex-governador de Mato Grosso, Júlio Campos (DEM), líder histórico do partido, vê de forma precipitada a fusão do seu partido com o PSL, conforme a direção nacional das duas agremiações anunciou em nível nacional, que vai originar a criação do União Brasil. Segundo Júlio Campos, “essa fusão soma muito pouco para o DEM em Mato Grosso”.

Para Júlio Campos, essa fusão no Estado só vai ser grande se o União Brasil atrair jovens e mulheres para a eleição de 2022. “É um partido envelhecido né? Então tem que atrair os jovens e também apostar muito na candidatura das mulheres para a eleição de 2022”, disse o ex-governador que está no Democrata desde os tempos de PDS.

Já em nível nacional, Júlio Campos vê a condição do partido se tornar ainda mais forte e ter um nome para a disputa da sucessão do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Campos, “o radicalismo entre Bolsonaro e Lula não é bom para o Brasil. O União Brasil pode buscar composição para a sucessão do presidente Bolsonaro com candidatura própria ou em outras legendas, e assim viabilizar uma terceira via”, disse.

“Temos nomes como do ex-ministro da Saúde no governo Bolsonaro, o Luiz Henrique Mandetta e o e do atual presidente do Senado Pacheco. Como composição, o novo partido também pode buscar composição com os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul e João Dória, de São Paulo, ambos do PSDB e também tem o governador de Minas Gerais, o Romeu Neto, que é do Novo”, completou Júlio Campos.

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Política MT

Chefe de gabinete de Emanuel tem prisão revogada pela Justiça após depoimento e terá que usar tornozeleira

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Gestor foi preso na terça-feira, durante a” Operação Capistrum”

O desembargador Marcos Machado, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, (TJMT), revogou nesta sexta-feira (22), a prisão temporária do chefe de gabinete do prefeito afastado de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), Antônio Monreal Neto. A decisão do magistrado ocorre horas após Monreal prestar depoimento para o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), no Ministério Público de Mato Grosso (MPE), e atende pedido do advogado de defesa Francisco Faiad.

O gestor estava detido no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) desde a última terça-feira (19), quando foi deflagrada a “Operação Capistrum”, que apura um esquema de nomeações e pagamentos ilegais de bônus na Secretaria Municipal de Saúde, para indicados vereadores e outros políticos aliados do prefeito.

Ele terá que cumprir algumas medidas restritivas , entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica, que será instalada na próxima segunda-feira (25), além de não manter contato com qualquer servidor da prefeitura e testemunhas arroladas no processo, e não deixar a residência no período noturno.

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Presidenciável tucano quer candidatura própria em MT e ampla frente partidária para derrotar Bolsonaro em 2022

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Arthur Virgílio esteve em Cuiabá nesta sexta-feira [Foto – Reprodução]

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), que esteve em Cuiabá nesta sexta-feira (22), para se apresentar como pré-candidato a presidente da República nas prévias que o partido faz no País para as eleições de 2022, defendeu que o tucanato tenha uma candidatura à sucessão do governador Mauro Mendes (DEM). Questionado sobre o tema, Virgílio disse que “eu acho que Mato Grosso tem que lutar pelo poder aqui, até porque nós já tivemos governadores no Estado, como o Dante de Oliveira e o Rogério Salles. O partido que é partido luta pelo poder, luta para chegar ao poder e fazer coisa boa, fazer reformas e transformação para o povo”, declarou em coletiva com a imprensa.

O pré-candidato está percorrendo as capitais e maiores cidades do País na disputa com os governadores João Dória (São Paulo) e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. “É a oitava cidade que visito em três dias, estou animado e lutando muito para ganhar as prévias”, acrescentando que apesar de ser uma eleição ilimitada, “as prévias representam um grande avanço”.

Segundo Arthur Virgílio, o “Brasil hoje amanheceu com uma crise terrível. Saíram mais 4 pessoas da equipe econômica e isso é de uma gravidade enorme. Fica difícil você conseguir substitutos a altura diante da condição salarial, já que eles ganham absurdos no mercado financeiro enquanto a remuneração do serviço público é deprimente. Não sei como [Paulo] Guedes [ministro da Economia] vai fazer”, destacou.

Segundo Virgílio, “o PSDB é oposição ao presidente, embora exista uma ala bolsonarista que eu sinceramente gostaria que saísse do partido. Que fique com 12, ou 8, mas que fique com soldados fiéis”, disse.

Para Arthur Virgílio, a melhor solução para 2022 em nível nacional seria a união de partidos e lideranças do chamado Centrão. “Nós achamos que tem muita gente boa no país. Agora, é fundamental unirmos as pessoas do Centro, que não seja na onda dessas emendas malucas, que estão destruindo a economia, comércio, instituições e a república. Então, dá para se fazer uma boa aliança”, afirmou.

 

 

 

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