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Para a final e para a história!

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Comemora, torcida athleticana. Mas comemora pra valer!

Acabamos de viver uma página imortal da história do Furacão. Foi o Athletico em sua essência, em seu estado mais puro. O time da raça, da camisa vestida com amor, com o sangue forte nas veias. Que não teme a própria morte.

Uma atuação irretocável. Se fechando na defesa, suportando a pressão do Flamengo, matando o jogo no contra-ataque…

Jornada grandiosa de todo o elenco. Mas é impossível não destacar os nomes de Nikão, Santos e José Ivaldo.

Nikão fez dois gols que desnortearam o adversário. Santos, incontáveis defesas magistrais… E o que foi aquela jogada do Zé já no finalzinho do jogo, sacramentando a passagem para grande decisão?

Foi mais que uma classificação. Foi uma vitória para a eternidade. No Maracanã, Flamengo 0, Athletico 3. O nosso Rubro-Negro está mais uma vez na final da Copa do Brasil. E em duas grandes decisões na reta final da temporada.

Nikão se apresentou para uma cobrança perfeita. Forte, no canto direito, longe do alcance de Diego Alves.

Atrás no placar, o Flamengo se atirou ainda mais ao ataque. Mas quando conseguia superar a sólida defesa athleticana, a linha de frente carioca esbarrava em uma muralha que atende pelo nome de Santos.

Foi assim até o fim dos 45′ minutos e em mais dez de acréscimos. Mas nos instantes finais da primeira etapa, o Furacão voltou a aproveitar o desespero flamenguista. Nikão quase deixou Erick na cara do gol e Terans levou perigo em um chute de fora da área.

Até que aos 52′, o contra-ataque athleticano pegou a defesa adversária desorganizada. A jogada terminou com Kayzer tocando para Nikão, que soltou um chute cruzado que Diego Alves não conseguiu segurar. Era o segundo do Furacão!

Depois do intervalo, a pressão do time da casa continuou. Mas na defesa do arco paranaense estava uma verdadeira majestade. Santos. Sempre Santos.

Com as defesas do gigante da camisa 1 e com a solidez da retaguarda athleticana, o ímpeto carioca arrefeceu. E quando a vitória e a classificação já estava assegurada, ainda apareceu José Ivaldo para colocar finalizar a noite histórica.

Ele recuperou a bola no campo de defesa, partiu para o campo de ataque e tocou para Pedro Rocha. O atacante girou para cima da marcação e rolou de volta para o Zé, que entrou em disparada pelo meio da área e finalizou no cantinho.

A fatura estava definitivamente liquidada, com uma vitória que irá ecoar por muito tempo nas arquibancadas do Maracanã.

Vamos em busca de mais essa taça!

Ficha técnica: Flamengo 0x3 Athletico Paranaense
Copa do Brasil 2021: Semifinal – Jogo de volta
Data: 27/10/2021 [quarta-feira]
Horário: 21h30
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Público pagante: 29.549
Público total: 31.586
Renda: R$ 2.967.490,00

Flamengo: Diego Alves; Isla (Matheuzinho, aos 30′ do 2º tempo), Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís (Ramon, aos 21′ do 2º tempo); Willian Arão (Vitinho, aos 30′ do 2º tempo), Diego (Michael, no intervalo), Andreas Pereira e Everton Ribeiro (Kenedy, aos 30′ do 2º tempo); Bruno Henrique e Gabriel
Técnico: Renato Gaúcho
Cartões amarelos: Willian Arão e Kenedy

Athletico Paranaense: Santos; Pedro Henrique (José Ivaldo, aos 31′ do 2º tempo), Thiago Heleno e Nico Hernández; Marcinho (Khellven, aos 31′ do 2º), Erick, Léo Cittadini (Fernando Canesin, aos 42′ do 2º tempo) e Abner; Nikão, Renato Kayzer (Christian, aos 23′ do 2º tempo) e David Terans (Pedro Henrique, aos 23′ do 2º tempo)
Técnico: Alberto Valentim
Gols: Nikão, aos 9′ e aos 52′ do primeiro tempo; José Ivaldo, aos 43′ do segundo tempo
Cartão vermelho: Khellven, aos 35′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Erick e Renato Kayzer

Fotos: Gustavo Oliveira/athletico.com.br

Para a final e para a história!

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Atlético Mineiro vence Bahia de virada e é campeão brasileiro após 50 anos

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Time do técnico Cuca sai atrás, mas marca com Hulk de pênalti e Keno duas vezes para soltar o grito entalado na garganta

Terra – Acabou o sofrimento do torcedor do Atlético-MG no Brasileirão. Após 49 anos, 11 meses e 14 dias, a taça nacional mais uma vez vai para o lado preto e branco de Belo Horizonte. Depois de sair com dois gols de desvantagem em Salvador, os comandados de Cuca buscaram virada incrível para 3 a 2 sobre o Bahia, em cinco minutos, para soltar o grito de “campeão”, nesta quinta-feira (2).

O jogo atrasado da rodada 32 teve como herói o atacante Keno, melhor jogador do Atlético-MG em bela campanha na temporada passada, na qual perdeu fôlego após liderar muitas rodadas e acabar em terceiro. O jogador fez o gol de empate e o da virada após pedir calma para todo time quando o placar era 2 a 0 contra. Hulk, artilheiro do Brasileirão, iniciou a reação com cobrança de pênalti precisa. Agora são 18 gols na atual edição.

Depois de chorar com os vices de 1977, 80, 99, 2012 e 2015, o torcedor do Atlético-MG finalmente festejou o fim da sina de bater na trave no Brasileirão. Campeão da primeiro edição da competição, com gol do ídolo Dadá Maravilha em final contra o Botafogo em 1971, o time Mineirão festeja a segunda taça com show e gol de seus atacantes mais uma vez.

Após assumir a liderança na rodada 15, o Atlético-MG não mais deixou a ponta escapar e fez a festa com duas rodadas de antecedência.

Disposto a definir logo o título, o Atlético-MG iniciou alugando o campo ofensivo. E foi logo colocando Danilo Fernandes para trabalhar, com dois chutes perigosos de Keno em menos de 15 minutos. Nacho também seria parado por um gigante goleiro baiano.

Mesmo necessitando da vitória para deixar a zona de rebaixamento e com grande apoio da torcida, o Bahia não saía da defesa. Receoso de perder e se complicar ainda mais, chegou mais nós cruzamentos, sem levar perigo.

Apesar de os dois times terem motivos de sobras para ganhar, o empate prevaleceu em uma primeira etapa melhor disputada pelo líder, refletindo a situação de ambos na tabela. O Atlético saiu lamentando a falta de pontaria e o Bahia reverenciando seu goleiro.

O segundo tempo começou muito melhor, com emoção e em alta velocidade. Depois de apenas se defender, o Bahia voltou com mais coragem e teve duas boas chegadas com Gilberto. Uma sem conclusão e outra com Everson segurando firme.

Bahia não fez e quase foi punido com Hulk e Arana parando em novas boas intervenções de Danilo Fernandes. Era um lá e cá frenético e com os times cada vez mais perto do tão buscado gol.

O grito saiu aos 16 após cabeçada de um jogador que passou a semana tratando dores no joelho. Cobrança de escanteio, Luiz Otávio ganha de Nathan Silva pelo alto e manda no ângulo. Explosão em Salvador. O frisson das arquibancadas era grande e aumentou ainda mais com Gilberto antecipando Júnior Alonso.

Restando 25 minutos, o Bahia tinha vantagem imensa. Cuca, com cara de preocupado, não pensou duas vezes e foi logo mexendo na equipe. A troca deu resultado imediato com seus escolhidos. Nathan tocou para Eduardo Sasha sofrer pênalti de Luiz Otávio.

Hulk ajeitou a bola com carinho e deslocou Danilo Fernandes, anotando seu 18° gol na competição. Um minuto depois, Keno recebeu, cortou a marcação e bateu para empatar, calando a Fonte Nova. Cuca vibrava de um lado e Guto Ferreira pedia calma do outro.

O treinador do Bahia mexeu para tentar buscar novamente a vitória e viu Keno receber de Nathan para novo chutaço e uma incrível virada em cinco minutos. Cuca fechou a “casinha” com mais um defensor e contou com boas defesas de Everson para acabar com o mais longo jejum de títulos de um grande no Brasileirão. Uma festa linda e de quem mais mereceu.

FICHA TÉCNICA

BAHIA 2 X 3 ATLÉTICO-MG

BAHIA – Danilo Fernandes; Nino Paraíba, Conti, Luiz Otávio e Matheus Bahia; Patrick de Lucca, Mugni (Daniel) e Rodriguinho (Ronaldo); Rossi, Raí Nascimento (Ramírez) e Gilberto (Rodallega). Técnico: Guto Ferreira.

ATLETICO-MG – Ederson; Mariano, Nathan Silva, Júnior Alonso e Guilherme Arana; Tchê Tchê, Zaracho (Igor Rabello) e Nacho Fernández (Eduardo Sasha); Keno, Vargas (Nathan) e Hulk. Técnico: Cuca.

GOLS – Luiz Otávio, aos 16, Gilberto, aos 20, Hulk (pênalti), aos 27, Keno aos 28 e aos 32 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Nathan, Guilherme Arana e Eduardo Sasha (Atlético-MG) e Mugni e Patrick de Lucca (Bahia).

ÁRBITRO – Flávio Rodrigues Guerra (SP).

RENDA – Não divulgada.

PÚBLICO – 29.514 presentes.

LOCAL – Arena Fonte Nova, em Salvador.

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Galo treina para duelo com Bahia

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Os jogadores atleticanos realizaram na tarde desta terça-feira, dia 30, atividades visando o confronto com o Bahia. A partida acontecerá na quinta-feira, dia 2, às 18h, na Fonte Nova, em jogo adiado da 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Atlético é o líder isolado da competição, com 78 pontos e 11 de vantagem para o segundo colocado. Mesmo sem entrar em campo hoje, o Galo pode se sagrar Campeão Brasileiro caso o Flamengo não vença o confronto com Ceará.
O meio-campista Tchê Tchê falou sobre a dificuldade imposta pela competição e exaltou a força da massa atleticana.
“A cada ano que se passa as equipes vão se fortalecendo mais, jogadores renomados que aturam fora do Brasil vêm voltando constantemente. É um título muito difícil”, afirmou.
“Poder entrar em campo e ter o apoio de 60 mil torcedores é gratificante e fundamental pra campanha que a gente vem fazendo. Parece que quando a gente atrás do placar dá uma ânimo a mais e as coisas no final acabam acontecendo”, destacou.
Assista à íntegra:
fonte: https://atletico.com.br/noticias/galo-treina-para-duelo-com-bahia

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