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Internacional

Papa condena ataque em shopping na Ucrânia e pede diálogo

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Papa voltou a pedir orações pela Ucrânia
Reprodução/ANSA – 29.06.2022

Papa voltou a pedir orações pela Ucrânia

O papa Francisco voltou a falar sobre a guerra na Ucrânia durante o Angelus realizado nesta quarta-feira (29) pela solenidade católica dos santos Pedro e Paulo e condenou o ataque realizado contra um shopping em Kremenchuk .

“Carrego a cada dia no coração a querida e martirizada Ucrânia, que continua a ser flagelada por ataques bárbaros, como aquele que atingiu um shopping em Kremenchuk. Rezo para que essa louca guerra chegue logo ao fim e renovo o convite para perseverar, sem descanso, nas orações pela paz”, disse aos fiéis ao fim da celebração.

A ação militar russa contra o centro comercial deixou ao menos 20 mortos e quase 60 feridos na última segunda-feira (27).

Francisco ainda voltou a pedir que “o Senhor abra os caminhos do diálogo nos homens que não o querem ou não conseguem encontrar” as vias para a conversa e para que “não cesse em socorrer a população ucraniana tão sofredora”.

A guerra ucraniana vem marcando os discursos e as orações de Francisco de maneira constante desde novembro do ano passado, quando a tensão por uma possível guerra estava em seu ápice.

Desde o início da invasão da Rússia, em 24 de fevereiro, essas referências foram ampliadas.

O próprio Papa desejava visitar tanto Kiev como Moscou como um sinal de paz, mas o governo russo não respondeu os pedidos formais de visita do Vaticano. Os ucranianos, por sua vez, concordaram com a ida de Francisco o quanto antes.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

México: Obrador diz que vai reforçar  trabalhos para resgatar mineiros

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Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros
Divulgação/Governo do México

Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros

As autoridades mexicanas vão reforçar os trabalhos para resgatar os 10 mineiros presos em uma mina de carvão . A afirmação foi feita pelo presidente do México, López Obrador, durante entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (15).

Os trabalhadores estão presos na mina Pinabete, localizada na cidade de Sabinas, desde o dia 3 de agosto. Desde então, as forças oficiais e voluntários atuam para resgatar os mineiros, mas a situação ficou um pouco mais complicada no domingo (14), quando os níveis de água no local voltaram a aumentar. 

“Infelizmente, a mina desabou ainda mais, principalmente por conta de um furo de água na mina abandonada vizinha (Concha Norte), que é a que mais acumula água”, afirmou o chefe executivo mexicano.

Coordenadora Nacional de Proteção Civil, Laura Velázquez Alzúa, ressaltou que a nova inundação frustrou o plano de resgate que estava sendo seguido, uma vez que o aumento da profundidade do poço impossibilitou a entrada dos socorristas no domingo.

Alzúa completou destacando que os socorristas devem continuar bombeando a água permanentemente e que seja injetado cimento através das perfurações nas galerias para vetar a passagem de água de uma mina para outra. 

Atualmente, 14 bombas localizadas nos poços da mina atuam na retirada de água no local. A vazão de saída da água é de 371 litros por segundo.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

ONU e Rússia debatem sobre usina nuclear de Zaporizhzhia em reunião

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Vista da central nuclear de Zaporizhzhia
Foto: ANSA

Vista da central nuclear de Zaporizhzhia

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, e o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, debateram a situação da  central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia nesta segunda-feira (15).

A usina fica na Ucrânia e é operada por funcionários ucranianos, mas está sob controle militar dos russos desde o início de março. Por conta disso, ataques na área e contra a central estão sendo realizados – com Kiev e Moscou trocando acusações sobre as ações militares.

“Sergei Shoigu conduziu negociações telefônicas com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no mérito das condições para o funcionamento seguro da central nuclear de Zaporizhzhia”, informou em nota o Ministério da Defesa.

Kiev e Moscou se acusam de fazer ataques, que chegaram a danificar um dos dois reatores que estavam em funcionamento, e também dizem que a delegação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) não pode fazer inspeções por conta do “inimigo”.

É impossível saber, de maneira independente, quem realmente faz as operações militares ou se são as duas nações as responsáveis.

A central nuclear que fica em Energodar é a maior da Europa e, antes da guerra, operava com dois dos seus seis reatores. A AIEA já alertou, mais de uma vez, que a situação na usina é “muito grave” e chegou a dizer que tudo no local estava “completamente fora de controle”.

Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, as visitas de rotina da agência, que é ligada à ONU, foram interrompidas e, por mais de uma vez, a AIEA informou que perdeu o acesso às informações remotas de segurança e vigilância.

Por conta dos ataques, a Rússia informou que desligou um dos reatores afetados e que está cogitando fechar a central nuclear.

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Fonte: IG Mundo

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