conecte-se conosco


Economia

Pandemia relaxa e brasileiro gasta mais no exterior

Publicado


source
Pandemia relaxa e brasileiro gasta mais no exterior
Gabriel Benevides

Pandemia relaxa e brasileiro gasta mais no exterior

A retomada de voos internacionais e abertura das fronteiras fez os brasileiros gastarem em outubro o maior valor em viagens internacionais desde o início da pandemia de Covid-19.

No mês passado, os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 531 milhões, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira pelo Banco Central. Foi o maior valor mensal desde março de 2020, quando começaram as restrições contra a propagação da Covid-19. Naquele mês, os gastos no exterior somaram US$ 612 milhões.

Na comparação com o mesmo período de 2020, quando as despesas em outros países totalizaram US$ 284 milhões, o aumento foi de 87%.

O aumento de gastos no exterior acontece na esteira da reabertura de fronteiras. Em setembro, alguns países da Europa reabriram suas fronteiras para turistas vindos do Brasil e, no mês passado, os Estados Unidos anunciaram a retomada de viagens para vacinados.

Leia Também

No acumulado deste ano, entre janeiro e outubro, segundo números do Banco Central, as despesas de brasileiros no exterior somaram US$ 3,847 bilhões. Isso representa uma queda de 18% frente ao mesmo período de 2020 (US$ 4,695 bilhões).

Os números de 2020 ainda são maiores por conta dos gastos em janeiro do ano passado, quando houve férias sem restrições. Em janeiro deste ano, havia uma série de regras para viagens internacionais, o que reduziu o turismo.

O aumento de despesas no exterior ocorre num cenário de alta do dólar, o que torna os destinos no exterior mais caros. A moeda americana fechou esta quarta-feira cotada a R$ 5,5948.

Enquanto os brasileiros estão gastando mais no exterior, a despesa de estrangeiros no Brasil não se recuperou.

Até outubro, os estrangeiros em viagem ao Brasil gastaram US$ 2,256 bilhões. Em 2019, sem pandemia, o gasto no mesmo período chegou a US$ 5 bilhões

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Preço médio do gás de cozinha fica em R$ 95 nos últimos seis meses

Publicado


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) divulgou hoje (7) a média semestral nacional do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha. O valor do botijão de 13 quilogramas (kg) ficou em R$ 95,63, entre junho e novembro deste ano.

Segundo a ANP, a medida atende ao decreto 10.881, publicado na semana passada, que obriga a agência a divulgar todo mês, até o décimo dia útil do mês, a média nacional dos últimos seis meses do GLP.

O sistema de levantamento de preços da agência mostra que, na última semana, Cuiabá foi a capital com o maior preço para o botijão de 13 quilos do GLP, R$ 120,31, enquanto Salvador ficou com o menor valor, R$ 92,59.

Em relação à gasolina comum, o litro mais em conta foi comercializado nos postos de combustíveis de Macapá: R$ 5,938. O Rio de Janeiro teve o valor mais alto para o litro da gasolina comum, R$ 7,208.

Curitiba teve o menor para o litro do óleo diesel: R$ 4,949. A pesquisa da ANP mostra que Rio Branco teve o litro mais alto do diesel: R$ 6.071.

A coleta de preços foi feita entre 28 de novembro e 4 de dezembro.

Edição: Maria Claudia

Continue lendo

Economia

Aneel aprova reajustes nas tarifas de energia do Acre e de Rondônia

Publicado


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (7) reajuste das tarifas de energia de Rondônia e do Acre. Os novos índices entram em vigor na próxima segunda-feira (13).

Em Rondônia, o reajuste é para os cerca de 675 mil consumidores atendidos pela Energisa. No caso dos consumidores de baixa tensão (residencial), o reajuste médio será de 6,95% e os de alta tensão (comercial e industrial), 6,85%. O efeito médio para o consumidor é 6,93%.

No Acre, também atendida pela Energisa, as 280 mil unidades consumidoras atendidas pela distribuidora sofrerão efeito médio de 9,9%. Para os consumidores de baixa tensão, o efeito médio é de 10,36% e de alta tensão, 7,65%.

Edição: Valéria Aguiar

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana