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Pandemia não vai matar o carro compartilhado, avalia Ford

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Divulgação

Aplicativo de carros compartilhados devem continuar sendo usados, mesmo com a pandemia, mas outras soluções de mobilidade também virão

A importância da capacidade de inovação e adaptação na pandemia do novo coronavírus foi um dos temas tratados nesta sexta-feira (10), em uma das palestras da Campus Party, evento de tecnologia que este ano acontece de forma virtual e gratuita. Quem falou sobre o tema foi Luciano Driemeier, gerente de Mobilidade e Novos Negócios da Ford. “A pandemia gerou novas tendências que não estavam no mapa das montadoras”, destacou.

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Driemeier citou uma solução técnica criada pela Ford nos Estados Unidos, que permitiu a esterilização do interior das viaturas policiais da marca apenas com uma atualização de software , como um exemplo da importância do pensamento ágil e da capacidade de adaptação das montadoras para se preparar para o mundo pós coronavírus.

O gerente de mobilidade da montadora não acredita que o novo coronavírus vá enterrar o desenvolvimento de carros compartilhados . Mas avalia também que os fabricantes vão precisar estar abertos para outras soluções de mobilidade , que podem não necessariamente envolver automóveis.

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“Neste conceito de mobilidade mutável e de produtos adaptáveis, a Ford e outras montadoras passam a ser empresas de mobilidade. Desenvolvendo soluções voltadas para o consumidor e que não necessariamente envolvam carros”, finalizou.

Fonte: IG CARROS

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Como é andar em um caminhão da Mercedes com mais de 30 toneladas

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Mercedes Actros 2648
Evandro Enoshita

Mercedes-Benz Actros 2648 vem com câmeras no lugar dos retrovisores entre os itens que mais chamam atenção

É muito comum a noção de que um veículo voltado para o trabalho seja sinônimo de falta de sofisticação. Mas isso não se aplica ao Mercedes-Benz Actros 2648. Lançado este ano no mercado brasileiro, faz parte da nova geração do caminhão extrapesado da marca e conta com um pacote de equipamentos tão interessante quanto o dos carros de luxo vendidos pela marca.

Com preço inicial de R$ 676.734,30, o caminhão traz piloto automático  adaptativo e preditivo. Além de variar a velocidade para manter a distância do veículo à frente, o sistema usa informações do GPS para prever a necessidade de trocas de marcha.

Há ainda monitor de fadiga do motorista, de pontos cegos e de permanência em faixa de rodagem, assistente de partida em rampas e frenagem automática de emergência com detector de pedestres, além do controle de farol alto inteligente. E até câmeras no lugar dos retrovisores externos.

“Um extrapesado roda muito, em média de 100 mil a 120 mil quilômetros por ano. Além do custo baixo de operação, as tecnologias que tornam o caminhão mais confortável e seguro para dirigir também são um fator de decisão de compra para este tipo de veículo”, destacou o engenheiro de marketing de produto da Mercedes-Benz, Wilson Baptistucci.

Entrar na cabine exige uma escalada de quatro degraus e um igual malabarismo para sair. Mas uma vez lá dentro tudo muda. O que mais impressiona é o espaço. Apesar de ser mais baixa do que a oferecida na Europa (a área frontal é 0,5 m² menor que no Actros europeu), ainda tem 1,84 m de altura interna na configuração de cabine alta, medida que segundo o fabricante é 10 cm maior do que a média de altura do motorista brasileiro.

Atrás do posto de pilotagem há uma confortável cama para solteiro. Sob ela, em uma espécie de gaveta, fica um geladeira, enquanto ao lado do motorista existe outra, que funciona como um porta luvas. Já a chave é do tipo presencial, com o mesmo visual dos carros da marca.

Na posição do motorista, o volante é multifuncional e permite comandar o painel digital, com tela de 10,25″ e a tela multimídia, também de 10,25″, que além do sistema de som controla o ar-condicionado automático digital e altera as configurações do veículo, incluindo a intensidade e a cor da iluminação da cabine.

Há ainda um carregador de celular por indução, enquanto o pareamento do smartphone pode ser feito via Android Auto e Apple CarPlay. Curiosamente o airbag do motorista é opcional, já que a legislação brasileira não exige este item de segurança em veículos comerciais pesados.

O mundo visto de cima

Mercedes Actros
Evandro Enoshita

O Mercedes vem com motor de 13 litros de cilindrada, capaz de gerar mais de 20 vezes a força de um motor 1.0 aspirado hoje em dia

Com o coordenador de campo da Mercedes-Benz Alexandro Massariolo ao volante, rodamos cerca de 83 km na Rodovia Anchieta e no Rodoanel Mario Covas. Uma vez em movimento, a sensação geral é de se estar em uma picape (bem alta).

Vendo o mundo de cima, o campo de visão parece quase infinito e impressiona. Mas do motoboy que virou a cabeça para olhar a cabine ao ajudante de um caminhão que fez o mesmo movimento, o que mais impressionou do lado de fora foram as câmeras no lugar dos retrovisores.

No Brasil, o único outro modelo à venda com este equipamento é o carro elétrico Audi e-tron. As câmeras reproduzem as suas imagens em duas telas de 15″ de alta resolução e com taxa de atualização de 70 fps, posicionadas dentro da cabine em posição próxima dos retrovisores convencionais.

Além de trazer as linhas de referência para mostrar onde termina a carga, as telas concentram as informações do monitor de pontos cegos e alteram as imagens para auxiliar o motorista em manobras e também nas curvas, aumentando o campo de visão em relação aos retrovisores convencionais.

Para alguém acostumado aos carros, a primeira impressão é um pouco intimidadora. O cavalo mecânico, com 7,20 m de comprimento, é equipado com um motor diesel de 13 litros, 476 cv de potência e 236 kgfm de torque, que trabalha em conjunto com um câmbio automatizado de 12 marchas.

Mercedes
Evandro Enoshita

Eu e o Mercedes com mais de 30 toneladas que roda pelas estradas do Brasil

Acoplado ao cavalo estava um bitrem com mais de 30 toneladas de carga. Mas essa carga é notada apenas nos trechos de subida. Em retas, é possível manter velocidade suficiente para acompanhar o trânsito.

No geral, o acabamento da cabine usa materiais um pouco mais simples que nos carros, mas que ainda assim agradam pela qualidade. Os bancos são macios e confortáveis e ajudam a reduzir um pouco o desconforto das oscilações da carroceria provocadas pela nova suspensão do tipo metálica Global TufTrac, que é 100 kg mais leve que a da geração anterior.

Voltada para aplicações off-road e em estradas mal pavimentadas, sacrifica um pouco o conforto em nome da robustez. Apesar de toda a sofisticação, o motor diesel ronca alto mesmo em marcha lenta. Pontos que servem para nos lembrar que estamos em um veículo de trabalho. Ainda que algumas vezes dê para se confundir com um carro de luxo.

Ficha técnica

Mercedes-Benz Actros 2648

Preço: A partir de R$ 676.734,30

Motor: 13 litros, seis cilindros em linha, diesel

Potência (cv): 476 cv a 1.800 rpm

Torque (kgfm): 234 entre a 1.100 rpm

Transmissão: Automatizada, 12 marchas, tração 6×4

Suspensão: Molas parabólicas (dianteira) / (traseira)

Freios: Tambor, com freio adicionar Retarder R 115 HV (opcional), ABS

Pneus: 295/80 R22,5

Dimensões: 7,20 m (comprimento) / 2,53 m (largura) / 3,67 m (altura), 3,53 m (entre-eixos)

Tanque: 1.015 litros

0 a 100 km/h: não disponível

Vel. Max: não disponível

Consumo: não disponível

Fonte: IG CARROS

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Audi planeja fabricar nova geração do SUV Q3 no Brasil

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Audi Q3
Cauê Lira/iG Carros

Audi Q3 da nova geração é trazida atualmente na Hungria, mas logo deverá passar a ser fabricada no Brasil

A Audi planeja a nova geração do SUV Q3 em São José dos Pinhais (PR), conforme apurou a reportagem de iG Carros junto aos executivos da fabricante, que não disse exatamente quando vai começar a produção, apenas que precisa ser “o quanto antes”, embora ainda não haja nada confirmado.

Além disso, também comentaram que estão negociando detalhes com o governo e que preparam o ferramental para o início da fabricação do SUV Audi Q3, atualmente trazido da Hungria.

A marca está para encerrar a produção do antigo A3 Sedan na unidade de produção paranaense, mas também sem data certa.  A nova geração do modelo já foi apresentada na Europa e também tem chances de ser feita no Brasil, conforme apuramos. De qualquer forma, o certo é que o SUV Q3 nacional deverá vir primeiro, em mais de uma versão. Hoje em dia há três disponíveis, todas importadas: Prestige, Prestige Plus e Black.

Não é à toa que o SUV Q3 deverá ser escolhido para ser feito no Brasil em primeiro lugar. O segmento de utilitários esportivos continua crescendo no País, mesmo com a forte crise econômica. Conforme os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), em julho representaram 38,3% do mercado brasileiro e 31% no acumulado ao ano. Além disso, a cotação do dólar continua das alturas, acima de R$ 5,40.

A nova geração do Audi Q3 deu um verdadeiro salto na comparação com a geração anterior, que chegou a ser fabricada no Brasil. Além do desenho mais arrojado e dos detalhes modernos, o carro vem com nova central multimídia (agora incorporada ao painel), muitas texturas e um cluster digital totalmente novo. O motor é 1.4, turbo, com injeção direta, capaz de render 150 cv e 25,5 kgfm, que funciona com câmbio automatizado de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

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