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Esportes

Palmeiras e Globo se reúnem, mas multa e tempo de contrato afastam acerto

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Felipão em campo
O Globo

Sem acordo, o torcedor do Palmeiras terá que acompanhar a partida contra o Atlético-MG pelo rádio

O Palmeiras e a Rede Globo tiveram uma nova reunião para tentar um acerto nesta segunda-feira (06), porém mais uma vez o encontro acabou sem solução devido a dois impasses: a multa imposta pela emissora carioca e o tempo de contrato desejado pelas partes.

Assim como fez com Santos, Internacional, e outros clubes que acertaram com a Turner
, a Globo
quer impor uma multa contratual de 20% ao Palmeiras
, que considera o valor absurdo e não deve abrir mão do valor cheio pelos direitos de transmissão
, que já foram acertados.

Outro impasse na negociação
é o tempo de contrato, o clube paulista deseja uma duração de dois anos, enquanto a emissora quer que o acordo seja válido por quatro anos.

Leia também: Equipe do Esporte Interativo vibra enquanto torcida do Palmeiras xinga a Globo

Um fator que pode acelerar as tratativas entre as duas partes é a partida do Verdão contra o Atlético-MG no próximo domingo (12), que pode valer a liderança do Campeonato Brasileiro
, e até o momento não será transmitida, já que os mineiros não fecharam com o grupo do  Esporte Interativo
.

A falta de acordo já prejudicou a torcida do Palmeiras
na partida contra o CSA, pela segunda rodada do Brasileirão
, que não foi transmitida na TV. Os torcedores do time tiveram que recorrer à rádios para acompanhar a partida, que terminou empatada em 1 a 1.

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Esportes

Por Tóquio, Guilherme Guido integra Missão Europa do COB

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Em busca da terceira olimpíada da carreira, o nadador paulista Guilherme Guido, 33 anos, será um dos 74 atletas de cinco modalidades diferentes que farão parte do primeiro grupo da Missão Europa do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) a viajar para Portugal. A saída dessa primeira turma será na próxima sexta (17). Guido e os outros 14 integrantes da equipe de natação ficarão instalados em Rio Maior, cidade da região metropolitana de Lisboa, que conta com o principal Centro de Treinamento Olímpico do país europeu.

“É um local bem conhecido dos brasileiros. Vamos lá sempre antes de competições importantes na Europa. Eu mesmo já treinei lá quatro vezes. É um CT muito bom. A parte de alimentação, a hospedagem e o deslocamento são excelentes. Portugal também já tem os casos da covid-19 bem mais controlados. Então, acredito que tem tudo para dar certo”, disse à Agência Brasil o atleta especialista no estilo costas.

Enquanto grande parte da delegação brasileira vai partir para a Europa dos aeroportos de Guarulhos e Campinas, Guido começará a viagem de Curitiba: “Minha esposa e a família dela são daqui. E decidi passar esses últimos dias antes de embarcar com eles. Vou fazer os exames por aqui também. Espero que dê tudo certo e que possa voltar ao trabalho de uma forma mais forte mesmo dentro da água. Estou treinando aqui em uma academia, mas é claro que não é a mesma coisa. É diferente quando você tem um grupo e o seu técnico contigo. Acredito que esse projeto vai ser determinante para o nosso resultado lá em Tóquio”.

Nesse período de pandemia, além da capital do Paraná, o nadador esteve em São Paulo, Limeira (SP) e Bombinhas (SC). “Treinei em São Paulo até 18 de março. Ainda segui por lá mais um pouco, pois não sabíamos bem a dimensão que esse vírus teria. Depois fiquei em Bombinhas por dois meses no apartamento da família da minha esposa. Mas estive fora da água por mais de 100 dias, aproveitei para fazer bastante trabalho de força nas academias de lá. Isso é vital para minhas provas. E agora nesse mês, como tenho uma academia na minha cidade, Limeira, abri o espaço só para que pudesse fazer um trabalho de base na água. Assim já vou partir direto para a parte mais forte da preparação lá em Portugal”, declara.

Melhor ciclo olímpico da carreira

Depois dos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), nos quais Guido conquistou o 6º lugar no revezamento 4×100 medley (ao lado de João Gomes Júnior, Henrique Martins e Marcelo Chierighini) e o 14º lugar nos 100 metros costas, o nadador considera que está vivendo o melhor ciclo olímpico da sua carreira, aos 33 anos. Foram duas finais em Mundiais de Piscinas Longas, em 2017 e em 2019, e prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019. “Uma sequência muito boa. Sem dúvida, está sendo o meu melhor ciclo. Muito em função dos meus treinos direcionando mais para a qualidade e deixando um pouco de lado o volume”, diz.

No Mundial de 2019, em Gwangju (Coreia do Sul), o atleta rompeu também uma barreira que vinha buscando há muitos anos, a marca dos 53 segundos nos 100 metros costas. Fez 52s95 e quebrou o recorde sul-americano da prova: “Aquilo me motivou ainda mais para melhorar minha marca dos Jogos do Rio. Preciso agora encontrar uma constância maior. Considero que, em Tóquio, dificilmente o pódio vai fechar 51 segundos. Então, se nadar 52 baixo, tenho muitas chances de voltar com uma medalha. Vou para Portugal buscando exatamente isso: tirar meio segundo do meu melhor tempo”.

No revezamento, o Brasil já tem a vaga olímpica. A conquista da equipe (composta pelo Guilherme Guido, Vinícius Lanza, João Gomes Júnior e Breno Correia) veio também na Coreia do Sul, com o tempo de 3min32s58. “O objetivo é estar no pódio também. Estamos batendo na trave desde 2009 um lugar em Mundiais e Olimpíadas. Todos sabem que têm potencial. Precisamos estar bem na hora e se doar 100% para chegar lá”, concluiu. Com a vaga olímpica já garantida no revezamento, a equipe brasileira para essa prova será definida apenas na seletiva nacional, prevista para o ano que vem no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Rony, atualmente no Palmeiras, é suspenso pela Fifa

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O Athletico confirmou no início da noite desta segunda (13), através de uma nota oficial, que tomou ciência de que a Câmara de Resoluções de Litígios da Fifa (DRC, na sigla em inglês) o puniu com a proibição de registrar novos jogadores pelas próximas duas janelas de transferências. O imbróglio envolve o atacante Rony, também punido e que agora defende o Palmeiras.

O clube Albirex Niigata (Japão), que contou com o jogador nos anos de 2017 e 2018, entrou com a ação na Fifa alegando que o brasileiro não teria respeitado um pré-acordo firmado com o Cruzeiro, antigo dono dos direitos do atleta, segundo o qual o atacante deveria permanecer vinculado ao time japonês até 2019.

Segundo a punição anunciada pela DRC, o jogador, que atualmente defende o Palmeiras, foi suspenso por quatro meses e também terá que pagar uma multa ao Albirex Niigata de US$ 1.129,499, mais 5% de juros a partir de março de 2019 até a data do pagamento. O prazo para o pagamento é de 30 dias.

A suspensão passa a vigorar a partir desta segunda e vale para jogos de torneios nacionais e internacionais. Ainda cabe recurso na Corte Arbitral do Esporte (TAS, na sigla em inglês) em até 21 dias.

O Palmeiras, que formalizou a contratação do jogador no início da atual temporada, não é parte do processo. Mas a assessoria de imprensa do clube, em contato com a Agência Brasil, garantiu que “o Departamento Jurídico está acompanhando a questão envolvendo o atleta Rony e prestará todo auxílio necessário ao jogador”.

Edição: Fábio Lisboa

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