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Saúde

Palito de dente: 6 problemas que podem ser desenvolvidos pelo uso

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Palito de dente: 6 problemas que podem ser desenvolvidos pelo uso
Redação EdiCase

Palito de dente: 6 problemas que podem ser desenvolvidos pelo uso

Dentista explica como remover alimentos com esse item pode afetar a saúde bucal

Por Daniela Ossowiec

Bastante utilizado como um acessório na culinária, os palitos, também conhecidos como palitos de dentes, e como o próprio apelido denúncia, são comumente usados pelas pessoas para eliminar alimentos que ficaram presos entre os dentes. No entanto, este hábito prejudica mais do que auxilia, já que pode machucar a gengiva e, em alguns casos, remover restaurações. 

Para explicar o porquê a prática é contraindicada pelos profissionais, o cirurgião dentista e fundador da OdontoCompany, Paulo Zahr, explica os seis problemas que podem ser desenvolvidos pelo uso constante deste item.

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1. Recessão gengival 

A gengiva é um dos principais prejudicados pelo hábito de palitar os dentes. Quando feito com frequência, o palito pode pressionar a área da gengiva de maneira intensa e provocar a gengiva, tirando a pele, deixando a raiz dental exposta, o que abre a possibilidade para que haja presença de bactérias que promovem a retração gengival.

2. Retração óssea

As pessoas que palitam os dentes empurram os resíduos com força entre os espaços dentais, podendo gerar um defeito ósseo. Dependendo do caso, fica impossível a solução por enxerto ósseo.

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3. Retirada da camada protetora dos dentes 

Por ser um objeto pontiagudo, o palito pode provocar uma erosão do esmalte dentário. Assim, o dente fica desgastado e desprotegido contra cáries e bactérias.

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4. Machucado na gengiva 

Como o manuseio geralmente é realizado com força, para que a sujeira seja retirada, parte da gengiva é sacrificada no processo. Assim, tem-se o surgimento de ferida na gengiva, que além de provocar dor, também abre possibilidade para proliferação de bactérias , que podem crescer e criar uma inflamação séria.

5. Não eliminar a sujeira 

Embora possa parecer que o objeto conseguiu eliminar a sujeira entre os dentes, na verdade, isso não é feito de modo completo. Sendo assim, é preciso adotar uma maneira mais minuciosa de realizar a limpeza , sobretudo em regiões onde o palito não consegue chegar. 

6. Perda dos dentes 

O uso prolongado de palito de dente pode provocar a perda dentária. Isso acontece de forma gradual e de acordo com uma série de fatores, como a gengiva retraída, associada à proliferação de bactérias e defeitos ósseos. Esses fatores acabam enfraquecendo a raiz dentária e, com isso, leva a pessoa a ter mais facilidade para quebrar ou ter pequenas fraturas nos dentes. Com o passar do tempo, o dente pode não ser mais útil, sendo preciso ser extraído.

> Brotoeja: conheça os sintomas, tratamentos e veja como evitar

Prefira utilizar o fio dental
Prefira utilizar o fio dental (Imagem: Shutterstock)

Utilize fio dental 

Vale ressaltar que em vez de utilizar esse item, o recomendado é que se adote o uso do fio dental. Ele foi devidamente pensado para alcançar as regiões mais escondidas entre dente e gengiva, além de não provocar danos à boca.

Confira mais informações sobre saúde na revista ‘Cuidando da saúde’

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 óbitos em 24 horas

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Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670,405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo
LuAnn Hunt/Pixabay

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

As vacinas contra a Covi-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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