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Economia

Pagamento do FGTS começa amanhã; veja quem tem direito ao saque de até R$ 500

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Correntistas da Caixa poderão ter acesso ao saque de R$ 500

O pagamento de até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço ( FGTS ) começa nesta sexta-feira (27) para os trabalhadores nascidos em maio, junho, julho e agosto com poupança ou conta-corrente na Caixa Econômica Federal. A instituição iniciou neste mês o depósito automático para quem tem poupança, seguindo calendário de mês de nascimento.

Leia também: Como evitar golpes na hora de sacar o FGTS? Caixa orienta

Pessoas nascidas janeiro, fevereiro, março e abril já tiveram o dinheiro liberado no dia 13 deste mês. Para trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será feito a partir do dia 9 de outubro de 2019.

Como fazer o saque do FGTS

Segundo a Caixa , cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa (site, Internet Banking ou aplicativo no celular).

Os trabalhadores que têm conta-corrente precisam autorizar o crédito automático, por meio do Internet Banking.

De acordo com a Caixa, o crédito automático para quem tem poupança só será realizado para o correntista que abriu a conta até o dia 24 de julho de 2019.

Para aqueles que não têm conta na Caixa, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro:

Como consultar saldo

Para saber os valores disponíveis para o saque , os canais de recebimento e as opções de crédito em conta, é só  acessar o site da Caixa e informar número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), do NIS (Número de Identificação Social), do PIS (Programa de Integração Social) ou do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e a data de aniversário.

Os saques de até R$ 100 poderão ser realizados em casas lotéricas, com apresentação de documento de identidade original com foto e número do CPF. Será feita a leitura da digital no momento do saque.

Para quem possui cartão Cidadão e senha, o saque poderá ser feito nos terminais de autoatendimento, em unidades lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui. Quem não tem o cartão Cidadão, deve procurar uma agência da Caixa.

Prazo para o saque

Os trabalhadores poderão sacar a partir do dia indicado no calendário para início do pagamento, conforme a data de seu aniversário, até 31 de março de 2020. Não haverá direito a essa modalidade de saque nos próximos anos. Caso o trabalhador não faça o saque até essa data, o valor retornará automaticamente para a conta do FGTS, sem prejuízo da rentabilidade do período.

Saque aniversário

Outra modalidade de saque, válida para o próximo ano, será o saque aniversário. Os trabalhadores interessados em migrar para essa sistemática poderão comunicar à Caixa, a partir de 1º de outubro de 2019. Ao confirmar esta opção em um dos canais divulgados pelo banco, o trabalhador deixará de efetuar o saque em caso de rescisão de contrato de trabalho.

Quem realizar a mudança, só poderá retornar à modalidade anterior após dois anos da data da solicitação à Caixa.

Caso o trabalhador não comunique o interesse no tipo de saque do FGTS , a regra da rescisão será mantida.

Leia também: Mais de 580 mil trabalhadores não querem sacar os R$ 500 do FGTS

A decisão de migrar para a modalidade do saque aniversário, não anula a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa.

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Economia

Empresa BKR Ambiental vence leilão de serviços de água em Maceió

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Os serviços de abastecimento de água e esgoto de Maceió, capital de Alagoas, foram concedidos hoje (30) por R$ 2 bilhões. O valor foi oferecido pela empresa BRK ambiental, vencedora do leilão realizado na B3, na capital paulista. O valor mínimo estipulado para a concessão, válida por 35 anos, era de R$ 15,1 milhões.

O contrato determina que devem ser feitos investimentos de R$ 2,5 bilhões ao longo do período de validade da concessão, sendo que R$ 2 bilhões desse total devem ser gastos nos primeiros oito anos de administração. Assim, o abastecimento na região deverá ser universalizado em seis anos e a rede de esgoto deverá atender 90% da população em até 16 anos.

Atualmente, entre os 1,5 milhão de pessoas que serão atendidas pelo contrato, apenas 27% têm coleta de esgoto. A captação e tratamento de água seguem sob responsabilidade da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal).

O leilão é o primeiro a conceder esse tipo de serviços desde a aprovação, em julho, do Marco Legal do Saneamento Básico. A lei, que prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, facilitou a participação de investidores privados no setor.

A empresa

A BRK ambiental é formada por uma sociedade entre a companhia canadense Brookfield, que atua nos ramos imobiliário e de infraestrutura, e o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS). A Brookfield tem 70% das ações da BRK e o FGTS os 30% restantes.

A BRK tem investimentos em na área de saneamento e abastecimento em 100 municípios brasileiros em 12 estados, atendendo cerca de 15 milhões de pessoas.

Edição: Valéria Aguiar

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Economia

Criação de empregos em agosto atinge melhor nível em nove anos

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Pelo segundo mês seguido, o país criou empregos formais. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 249.388 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Esse foi o melhor resultado para meses de agosto desde 2011, quando haviam sido abertas 190.446 vagas formais. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a agosto, foram fechadas 849.387 vagas, o pior resultado para os oito primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em agosto. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 92.893 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos.

Com 50.489 novos postos, a construção vem em segundo lugar. Em seguida, vem o grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 49.408 novas vagas.

Em quarto lugar, está o setor de serviços, com 45.412 postos. O grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, abriu 11.213 postos em agosto.

Destaques

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 90.227 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 906 vagas.

Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de atividades administrativas e serviços complementares criou 34.397 postos. O setor de atividades profissionais, científicas e técnicas abriu 12.854 vagas.

Em contrapartida, o setor de alojamento e alimentação continua a sentir os efeitos do isolamento social e fechou 14.219 vagas. O segmento de educação demitiu 7.601 trabalhadores a mais do que contratou.

Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em agosto. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 34.157 postos a mais, seguido pelo Nordeste com 22.664 postos criados e pelo Sul com mais 20.128 postos. O Centro-Oeste abriu 14.084 postos de trabalho e o Norte criou 13.297 postos formais no mês passado.

Na divisão por unidades da Federação, a criação de empregos se disseminou pelo país. Todos os estados e o Distrito Federal abriram postos com carteira assinada em agosto. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 64.552 postos; Minas Gerais, 28.339 postos, e Santa Catarina, 18.375 postos. Os três estados que menos criam postos de trabalho foram Sergipe, 368 postos; Amapá, 434 postos, e Roraima, 700 postos.

Edição: Valéria Aguiar

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