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Economia

Paes de Andrade começa a ser analisado no Conselho da Petrobras

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Petrobras recebe documentos e já analisa nome de Paes de Andrade para presidência
Ivonete Dainese

Petrobras recebe documentos e já analisa nome de Paes de Andrade para presidência

A Petrobras recebeu na última terça-feira (31) os documentos enviados pelo ministério de Minas e Energia para chancelar a nomeação de Caio Paes de Andrade ao cargo de presidente da estatal, de acordo com fontes do setor.

Caio Paes de Andrade foi indicado pelo governo após o presidente Jair Bolsonaro demitir José Mauro Ferreira Coelho, que havia assumido a empresa em abril deste ano. Pesaram contra o executivo as altas nos preços dos combustíveis como a do diesel feita em meados de maio.

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Segundo analistas, Caio Paes de Andrade não preencheria os requisitos para o comando da empresa de acordo com as disposições da Lei das Estatais. Ontem, ocorreu uma reunião entre o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, Paes de Andrade e os membros representantes da União no Conselho de Administração da estatal.

Até o momento, a intenção do governo é manter os atuais seis integrantes do Conselho que representam a União, mas a ideia ainda não está 100% fechada, segundo uma fonte do setor.

Entre os nomes que o governo sinalizou que pretende manter estariam Márcio Weber, hoje presidente do Conselho, Ruy Flaks Schneider, que também é preside o Conseho da Eletrobras, além de Sonia Julia Sulzbeck Villalobos, Luiz Henrique Caroli e Murilo Marroquim de Souza.

Uma outra fonte lembrou que o governo deve enviar ainda mais dois nomes ao Conselho, totalizando oito indicações a que tem direito. A lista final ainda não está 100% aprovada. A intenção é enviar ainda hoje à Petrobras.

Porém, a reunião com parte do Conselho pegou de surpresa o próprio Coelho, que não sabia do encontro, assim como outros nomes da alta administração. Como Coelho foi eleito pelo sistema de voto múltiplo (conjunto) na última assembleia de acionistas, todos os outros conselheiros precisam ser eleitos novamente com a saída do executivo. No último encontro, dessas oito vagas, os minoritários conseguiram conquistar duas vagas.

Após os nomes serem indicados pelo governo, a Petrobras tem um prazo de oito dias para analisar os nomes, após a checagem de documentos ser concluída. Após essa etapa, os nomes são enviados ao Conselho de Administração, já com o parecer do Comitê de Pessoas, que marca uma assembleia de acionistas com um intervalo mínimo de 30 dias.

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Economia

Esposa defende Guimarães após acusações: ‘Querem destruir a família’

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Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa
Reprodução TV Brasil

Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa

Mulher do ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães, Manuella Pinheiro pronunciou-se pela primeira vez nesta segunda-feira sobre as acusações de assédio que levaram à demissão do seu marido. Sem comentar diretamente o caso, Manuella afirmou que os dois têm sido alvos de “ataques deliberados e impiedosos” e que querem “destruir” sua família. Ela recebeu apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família”, escreveu Manuella em sua conta no Instagram.

Michelle respondeu a publicação escrevendo “querida”. Pedro Guimarães também comentou na postagem, dizendo amar a mulher, e republicou o texto em sua própria conta.





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Guimarães foi exonerado na quarta-feira, um dia após o site Metrópoles revelar denúncias de assédio sexual apresentadas por funcionárias contra o então presidente da Caixa.

Manuella também relacionou o caso às acusações contra o seu pai, Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS. Pinheiro foi preso no âmbito da Operação Lava-Jato e posteriormente firmou um acordo de delação premiada.

“Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro”, escreveu ela.

Fonte: IG ECONOMIA

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Esposa defende Guimarães após acusação: ‘destruir nossa família’

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Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa
Reprodução TV Brasil

Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa

Mulher do ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães, Manuella Pinheiro pronunciou-se pela primeira vez nesta segunda-feira sobre as acusações de assédio que levaram à demissão do seu marido. Sem comentar diretamente o caso, Manuella afirmou que os dois têm sido alvos de “ataques deliberados e impiedosos” e que querem “destruir” sua família. Ela recebeu apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família”, escreveu Manuella em sua conta no Instagram.

Michelle respondeu a publicação escrevendo “querida”. Pedro Guimarães também comentou na postagem, dizendo amar a mulher, e republicou o texto em sua própria conta.





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Guimarães foi exonerado na quarta-feira, um dia após o site Metrópoles revelar denúncias de assédio sexual apresentadas por funcionárias contra o então presidente da Caixa.

Manuella também relacionou o caso às acusações contra o seu pai, Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS. Pinheiro foi preso no âmbito da Operação Lava-Jato e posteriormente firmou um acordo de delação premiada.

“Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro”, escreveu ela.

Fonte: IG ECONOMIA

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