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Política Nacional

Pacheco volta a defender urnas eletrônicas: ‘Vontade do povo’

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Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado Federal
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado Federal

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD/MG) , voltou a defender, nesta quinta-feira, o sistema de votação pelas urnas eletrônicas e o papel do Congresso de dar posse ao presidente que for eleito. Ele disse que o Senado é uma casa de moderação em relação aos temas nacionais e que é importante que as eleições aconteçam num ambiente de pacificação.

Pacheco também defendeu o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que cabe à Justiça o papel de reger e dar diretrizes ao processo eleitoral. O parlamentar já havia defendido as urnas eletrônicas e o processo eleitoral um dia antes, na volta dos trabalhos no Senado.

“Não podemos permitir afirmações sem lastro probatório questionando as eleições, exatamente no ano do bicentenário da independência. As eleições são a expressão soberana da vontade do povo, que escolherá pelas urnas eletrônicas sob a batuta da Justiça”, afirmou Pacheco, que participou presencialmente do evento XP Expert, feira de investimentos, realizada pela XP Investimentos em São Paulo.

O presidente do Senado disse ainda que o país precisa perseguir a segurança jurídica, com equilíbrio do Executivo, legislativo e das decisões judiciais. Ele afirmou que nos últimos dois anos foram feitas alterações constitucionais, de forma incomum, inclusive no teto de gastos, para fazer frente a despesas extraordinárias e socorrer as famílias que foram atingidas pela pandemia.

“A mudança no teto de gastos foi necessária para atender as camadas mais carentes da sociedade em 2020, 2021. Foram iniciativas em função de uma anormalidade. Isso não significa que o Congresso, especialmente o Senado, tenha a irresponsabilidade fiscal de dizer que o teto é inútil. Ele foi uma conquista para conter a gastança”, discursou Pacheco.

O senador lembrou também que os dois candidatos que aparecem à frente das pesquisas eleitorais (o ex-presidente Lula e o atual presidente Jair Bolsonaro) defendem a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023, mas o teto de gastos não comporta esse valor:

“Há um hiato entre a eleição e a posse. E medidas como essa não podem ser tomadas em um alinhamento entre o Executivo e o Legislativo. Uma reestruturação do programa precisa ser discutida, como uma porta de saída, políticas de fomento para que as pessoas não precisem depender do Estado e possam gerar sua subsistência”.

Já o presidente da Câmara, Artur Lira, que participou virtualmente do evento da XP, afirmou que nenhuma decisão política ou econômica será tomada por candidato ‘A’ ou ‘B’ sem a participação do Congresso.

“Não haverá salvador da pátria. Defendo a responsabilidade fiscal, mas houve microcirurgias e elas foram necessárias. Tivemos que votar uma PEC da Guerra para socorrer a população. O teto de gastos é importante, mas nosso orçamento é indexado e vinculado. Agora nenhum país tem teto de gastos. Lá existe uma discussão prévia, planejamento orçamentário. A manutenção dos R$ 600 do Auxílio Brasil tem que ser discutida neste ano”, pontuou Lira.

O presidente da Câmara acrescentou ter certeza de que, passadas as eleições, o ambiente será de pacificação, e que o Congresso terá protagonismo em manter a democracia e a estabilidade do país.

“Todos precisam de previsibilidade política, social e econômica. A institucionalidade brasileira é muito importante”, afirmou.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Simone Tebet registra candidatura à Presidência no TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu ontem (6) o pedido de registro de candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à presidência da República. A chapa também é composta pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), candidata à vice-presidência.

No pedido de registro, Tebet declarou possuir bens declarados no valor de R$ 2,3 milhões, entre imóveis e depósito em conta bancária. A lista de bens de Mara Gabrilli soma R$ 12,8 milhões, entre imóveis e investimentos financeiros. 

As candidaturas serão apoiadas pela federação partidária PSDB-Cidadania e o Podemos. 

O pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é o primeiro passo para a oficialização dos nomes dos candidatos que foram aprovados nas convenções partidárias e pretendem concorrer às eleições de outubro.

Oficialmente, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa no dia 16 de agosto. O registro no TSE e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) deve ser feito até o dia 15 de agosto.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

Entenda as regras do debate da Band para governador de São Paulo

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Candidatos ao governo de SP participarão do debate na Band
Divulgação

Candidatos ao governo de SP participarão do debate na Band

Neste domingo (7), a Band realizará o primeiro debate eleitoral para governador de São Paulo, reunindo os candidatos Elvis Cezar (PDT), Fernando Haddad (PT), Rodrigo Garcia (PSDB), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Vinicius Poit (Novo). O encontro, que terá a mediação de Rodolfo Schneider, teve suas regras definidas no dia 21 de julho, quando as equipes de campanha se encontraram com a produção da emissora.

O debate terá três blocos, permitindo que os postulantes ao cargo discutam e apresentem propostas para que os eleitores do estado escolham aquela que se identificam mais para resolver os problemas do estado paulista. Será a primeira vez que os cinco primeiros colocados nas pesquisas de intenções de votos concorrerão ao Palácio dos Bandeirantes como cabeça de chapa.

Elvis, candidato apoiado por Ciro Gomes (PDT), comandou a cidade de Santana de Parnaíba de 2014 a 2020, enquanto Haddad, que é apadrinhado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi ministro da Educação de 2004 a 2012 e foi prefeito de São Paulo entre 2013 até 2016.

O carioca Tarcísio de Freitas  fez parte do governo Bolsonaro como ministro da Infraestrutura (2019 a 2022) e agora busca ser o governador do estado paulista. Rodrigo Garcia venceu a eleição de 2018 como vice de João Doria (PSDB) e virou chefe do executivo estadual em abril, após o empresário renunciar para se lançar pré-candidato à presidência e, consequentemente, a fastando-se da política tempos depois . Por fim, Poit se tornou deputado federal em 2019 e tentará surpreender na eleição deste ano.

Saiba como serão as regras de cada bloco:

Primeiro bloco

Perguntas programáticas escolhidas pela produção da Band serão feitas para cada candidato. Eles terão um minuto para responder, seguindo essa ordem, conforme sorteio feito pelo canal: Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas, Vinicius Poit, Elvis Cezar e Fernando Haddad.

Na sequência, cada candidato poderá fazer uma pergunta para um adversário da sua escolha. Dessa vez, a ordem será a seguinte: Fernando Haddad, Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas, Vinicius Poit e Elvis Cezar.

O questionamento terá, no máximo, um minuto. Já quem for responder terá, no mínimo, um minuto e, no máximo, quatro minutos para se posicionar sobre o tema. A réplica será de um minuto e a tréplica será o tempo que o candidato deixar guardado da sua primeira resposta.

Segundo bloco

A Band convidou jornalistas para fazer perguntas aos candidatos. Cada profissional escolherá um nome para indagar e, na sequência, uma outra pessoa para comentar a resposta. No fim, todos precisam responder e comentar.

Cada pergunta terá um minuto, a resposta não poderá passar de dois minutos, o limite do comentário é de um minuto e a réplica também vai ter, no máximo, 60 segundos.

Terceiro bloco

A rodada voltará ao esquema em que um candidato pergunta ao outro. Haddad será o primeiro a perguntar, seguido por Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas, Vinicius Poit e Elvis Cezar. Todos perguntam e todos respondem.

O candidato terá um minuto para perguntar, enquanto seu adversário terá um minuto, no mínimo, para responder e, no máximo, quatro. O tempo que sobrar, poderá ser usado na tréplica. A réplica será de um minuto.

No fim da rodada, os candidatos farão as considerações finais. O sorteio definiu a seguinte ordem: Fernando Haddad, Elvis Cezar, Vinícius Poit, Tarcísio de Freitas e Rodrigo Garcia.

Direito de resposta

O candidato que se sentir ofendido, seja moral ou pessoal, poderá solicitar ao mediador o direito de resposta. Um comitê formado por dois jornalistas e advogado fará a avaliação do pedido. Caso o direito de resposta seja autorizado, o candidato terá 45 segundos para se defender.

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Fonte: IG Política

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