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Economia

Pacheco defende estudo para prorrogação do auxílio emergencial

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Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado

Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu o estudo da prorrogação do auxílio emergencial no Congresso Nacional . A declaração foi dada em um evento econômico promovido pelo banco BTG Pactual.

Segundo Pacheco, cabe ao Legislativo tomar frente, seja como protagonista ou coadjuvante, do assunto junto ao Palácio do Planalto. O presidente do Congresso ressaltou, também, a necessidade de um programa social mais robusto que o Bolsa Família .

“O que nos cabe agora, como homens públicos, responsáveis, dentro dessa responsabilidade social, mas obviamente sem olvidar da responsabilidade fiscal, é identificarmos se esses quatro meses do auxílio emergencial serão suficientes ou se precisaremos estender por mais um ou dois meses”, disse Pacheco.  

“Precisaremos estabelecer a discussão e a implantação efetiva de um programa social que incremente ou substitua, como se queira, o Bolsa Família, atingindo o maior número de pessoas realmente necessitadas e que possa eventualmente ter um valor um tanto mais acrescido”, concluiu.

A fala de Rodrigo Pacheco vai de encontro com a opinião do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL). O parlamentar afirmou que vê espaço para estudos do Congresso sobre um novo programa social fixo . A data marca o fim dos pagamentos previstos para a segunda rodada do auxílio emergencial, e com isso torna-se necessária, na visão de Lira, a reformulação do Bolsa Família.

“Esse é um texto que terá que ser proposto pelo governo, mas vamos trabalhar para que ele seja votado em 2021”, disse em entrevista à revista Exame .

O Palácio do Planalto também estuda a possibilidade da prorrogação do benefício, mas ainda não divulgou como seria a nova rodada de pagamentos. Nos bastidores, o Ministério da Economia estuda fixar as parcelas do auxílio em R$ 250 e, após o fim da pandemia, manter o valor para beneficiários do Bolsa Família.

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Economia

Indústria paulista registra queda nas vendas em setembro

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As vendas reais da indústria de transformação paulista tiveram queda de 4,2% em setembro em relação a agosto, segundo levantamento divulgado hoje (28) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). No terceiro trimestre de 2021, o setor acumula retração de 7%.

Em setembro, os salários médios também tiveram queda de 1,2%. No terceiro trimestre, a redução da média salarial chega a 3,2%.

Em outubro, no entanto, o sensor da atividade industrial, medido pela Fiesp, subiu dos 49,2 pontos registrados em setembro para 52,9 pontos. No índice, os resultados acima de 50 pontos significam melhora da atividade industrial e os abaixo desse patamar, uma piora.

De acordo com a federação, as indústrias enfrentam gargalos para a produção, como o aumento do preço da energia e a dificuldade de suprimento para alguns segmentos. Além disso, a alta da inflação ao consumidor e das taxas de juros também podem prejudicar o momento de retomada. 

Por outro lado, a reabertura econômica possibilitada pelo avanço da vacinação, com o fim da maior parte das restrições contra a disseminação da covid-19, e o aumento das exportações devem ter impacto positivo nas vendas e na produção. Para a Fiesp, o resultado da atividade industrial nos próximos meses vai depender do comportamento de todos os esses fatores.

Edição: Lílian Beraldo

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Economia

Sem PEC dos precatórios, governo avalia prorrogar auxílio emergencial

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Sem aprovação da PEC dos precatórios, que deve abrir espaço no Orçamento para bancar o Auxílio Brasil, governo avalia prorrogar o auxílio emergencial
Sophia Bernardes

Sem aprovação da PEC dos precatórios, que deve abrir espaço no Orçamento para bancar o Auxílio Brasil, governo avalia prorrogar o auxílio emergencial

Diante da resistência da ala política frente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios – vista como a principal forma de abrir espaço no Orçamento da União para viabilizar o Auxílio Brasil -, integrantes do governo já avaliam a ideia de prorrogar o auxílio emergencial, cuja última parcela foi paga neste mês. A informação é da CNN Brasil .

Recentemente, o ministro da Cidadania, João Roma, havia afirmado que o auxílio acabaria em outubro e não seria prorrogado . Isso porque a expectativa do ministro era de que o novo programa fosse lançado em novembro. Mas, diante dos impasses com a PEC, Roma disse à CNN que “O governo está determinado em amparar os mais necessitados. Custe o que custar”.

Os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, teriam tratado do assunto com líderes partidários da Câmara na manhã de hoje, após a votação da PEC dos precatórios ter sido adiada pela Casa. A prorrogação do auxílio emergencial é vista como a única solução caso o texto não seja passe pelos parlamentares.

Esta não seria a primeira vez que o auxílio é prorrogado como uma forma de amenizar os impactos da crise econômica causada pela pandemia de Covid-19. Somente neste mês, 34,4 milhões de famílias foram contempladas com o benefício. Vale lembrar que o Auxílio Brasil deve atender 17 milhões.

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PEC dos precatórios

Na última semana, a Comissão Especial da Câmara aprovou uma proposta que cria um teto de gastos para as despesas com precatórios. A União deveria pagar R$ 89 bilhões com essas dívidas em 2022, mas com a mudança, poderá pagar apenas R$ 39,9 bilhões.

A PEC dos precatórios abre um espaço no Orçamento de R$ 83 bilhões, que poderiam ser usados para bancar o Auxílio Brasil. Além dos R$ 39,9 bilhões que viriam com a mudança no teto de gastos, outros R$ 44 bilhões viriam com o parcelamento das dívidas.

O texto, agora, espera votação no plenário da Câmara, onde precisará de 308 votos favoráveis em dois turnos. Se aprovado, será encaminhado ao Senado.

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