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Osten lança solução de compartilhamento de elétricos premium

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MINI Cooper S E une estilo clássico com mobilidade elétrica e pode ser alugado pelo tempo que o cliente precisar
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MINI Cooper S E une estilo clássico com mobilidade elétrica e pode ser alugado pelo tempo que o cliente precisar

A Osten Fleet, empresa focada no aluguel de veículos premium, acaba de anunciar sua entrada no segmento de compartilhamento de carros de especiais e de luxo.

Inicialmente, o serviço denominado de Osten GO Carsharing está sendo oferecido de forma exclusiva para clientes da Housi, serviço de moradia por assinatura, por meio da parceria das marcas juntamente com a Ucorp que é a responsável pelo desenvolvimento do aplicativo.

A solução de mobilidade busca proporcionar aos clientes a oportunidade de realizar seus deslocamentos diários e suas rotinas com veículos elétricos e híbridos, a fim de incentivar a sustentabilidade e acelerar a adesão a esses novos modelos. 

Os modelos disponíveis pelo aplicativo são o Mini Cooper S Elétrico e o BMW i3 e a previsão é de que até o final de maio os carros estejam disponíveis também nos endereços da Osten Group na cidade de São Paulo. 

Por meio do aplicativo Osten GO Carsharing by Ucorp, o cliente pode utilizar o veículo por  quanto tempo desejar, realizando a abertura do carro po meio do próprio app, sem a necessidade do uso de chave.

BMW i3 é outro modelo 100% elétrico que está disponível para ser compartilhado hoje em dia no Brasil
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BMW i3 é outro modelo 100% elétrico que está disponível para ser compartilhado hoje em dia no Brasil

“Sabemos que o carsharing otimiza recursos e nesta versão visamos proporcionar aos clientes a oportunidade de vivenciar seus deslocamentos com experiência, por isso esta iniciativa de oferecer este tipo de serviço dentro da categoria Premium” afirma Liandra Boschiero, gerente da Osten Fleet.

“Proporcionar o conhecimento dos modelos na rotina dos clientes podem gerar Assinatura ou a Compra do veículo, especificamente para os 100% elétricos , [esse serviço] pode se tornar uma porta de entrada para aqueles que desejam conhecer melhor as dinâmicas do dia a dia com um veículo elétrico , de forma a acelerar a adesão a esta nova categoria mais sustentável”, concluiu a executiva.

“Quando compartilhamos veículos, principalmente os elétricos , conseguimos democratizar a utilização desses carros que tem grande valor agregado. Além de proporcionar o primeiro contato com esses automóveis é um novo formato de “teste drive”, para posteriormente fazer a compra desse veículo”, comenta  Naomi Kerkhoff, cofundadora da UCorp.

Vale lembrar que além de Mini e BMW , a Osten ainda representa outras marcas como Jaguar , Land Rover e Jeep , que podem chegar a fazer parte do programa no futuro.

Para quem deseja testar o serviço, os valores partem de R$ 120 a hora, sendo que podem ter preços diferenciados para utilização do veículo em longos períodos como 24 e 48 horas. O aplicativo já está disponível nos sistemas Android e iOS.

Fonte: IG CARROS

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Chinesa Kove pode entrar em breve no mercado global de motocicletas

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Kove Motorcycles já tem alguns modelos para disputar um lugar de destaque no mercado global
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Kove Motorcycles já tem alguns modelos para disputar um lugar de destaque no mercado global

A Kove Motorcycles, uma empresa estabelecida em Lhasa, no Tibete, não é tão conhecida assim no mercado global, mas, só por pouco tempo, pois a empresa tem planos ambiciosos para inserir seus veículos em todos os continentes e ser reconhecida mundialmente.

De acordo com um relatório da revista Cycle World, a ‘Kove Hyper’ foi registrada como marca registrada na Malásia, Filipinas, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Mongólia e nos bons e velhos EUA e com isso atingir o mercado global.

No passado, a Kove , também conhecida como Colove ou Tibet Summit Colove Motorcycle Sales em seu mercado nativo da China, criou designs de motocicletas surpreendentemente semelhantes aos de outros fabricantes, particularmente os do Japão e da Europa.

Além disso, algumas de suas motos, como a 321RR , têm o que parece ser um motor Yamaha R3 com engenharia reversa, enquanto a Colove 500X é uma réplica exata de um motor Honda CB500X.

A Colove do Tibet New Everest Industrial Group é um negócio que foi estabelecido em 1995. A empresa produz bicicletas de deslocamento médio e grande, motocicletas, triciclos e veículos elétricos.

Apesar de parecer pequena, no mercado chinês tem diversas instalações chinesas (Chongqing, Taizhou Zhejiang, Jiangmen Guangdong, Chengdu, Yanshi Henan, Xinhua Henan, Renqiu Hebei e Linyi Shandong).

De acordo com alguns rumores, além do mercado global, a marca estaria desenvolvendo um novo motor de quatro cilindros, de 400 cc de cilindrada, com uma linha vermelha declarada de 16.000 rpm e uma potência máxima de 72,4 cv de potência a 13.500 rpm.

Com esses números, a moto pode ter semelhanças com o quarto de litro em linha da Kawasaki no ZX-25R , ou o motor de 400 cc da Honda, agora descontinuado, encontrado no CB400 Super Four.

Além disso, semelhante ao motor apresentado na série KTM 790 , Kove também exibiu desenhos para um bicilíndrico paralelo de 800 cc (790 LC8) e que está agora sendo produzido na China para a KTM pela CFMoto , e está instalado no CFMoto 800MT adventure-tourer.

Assim, é provável que a aquisição dos projetos para este motor esteja dentro da capacidade da Kove . A questão é simplesmente se eles vão licenciá-lo oficialmente ou apenas copiá-lo, como supostamente fizeram com outras configurações de mecanismo populares.

Fonte: IG CARROS

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Audi retoma produção no Brasil com a nova geração do SUV do Q3

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Audi Q3 Sportback na porta da fábrica da Audi, no Paraná, que volta a produzir depois de dois anos parada
Guilherme Menezes

Audi Q3 Sportback na porta da fábrica da Audi, no Paraná, que volta a produzir depois de dois anos parada

A Audi volta com suas operações na fábrica de São José dos Pinhais, (PR), a partir de junho deste ano, com dos novos Q3 e Q3 Sportback.

Para isso, a Audi anunciou um investimento de R$ 100 milhões na modernização da linha de montagem, com novos maquinários, ferramentais, equipamentos de controle de qualidade e sistemas de tecnologia da informação e infraestrutura logística. 

Inicialmente, a fábrica terá capacidade produtiva máxima de 4 mil veículos por ano, em dois turnos. Os veículos produzidos serão  destinados, inicialmente, apenas ao mercado consumidor interno.

Além disso, os carros serão montados na planta em regime de Semi Knock Down (SKD), uma alternativa de produção global   eficiente e tecnológica para modelos de baixo volume.

A produção da linha Q3 será realizada em uma linha de montagem exclusiva, a mesma que produziu a geração anterior do SUV até 2019. Os modelos chegarão ao Porto de Paranaguá divididos em conjuntos de peças e partes vindos da fábrica de Györ, na Hungria, para a montagem em solo brasileiro.

A estreia da marca das quatro argolas na produção nacional deu início em 1999 com a inauguração da unidade de São José dos Pinhais (PR), onde foi produzido o hatch médio A3 de primeira geração nacionais até 2006.

Em 2012 o governo brasileiro instituiu o Inovar-Auto, Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, e com ele a marca decidiu produzir no país novamente com investimento de 150 milhões de euros (R$ 446 milhões à época).

Começou em 2015 com o A3 Sedan e, em 2016, fez também o SUV Q3 , que seguiu até 2019, enquanto o sedã foi até 2020, também com o fim do ciclo de vida da geração. Após um hiato de pouco mais de um ano, entre fim de 2020 e meados de 2022, a empresa retoma a linha dos novos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

Fonte: IG CARROS

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