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Política MT

Oscar Bezerra toma posse na ALMT com licença de Faissal Calil

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Posse foi durante a sessão matutina desta quarta-feira e será por um período de 120 dias

A deputada Janaína Riva (MDB) empossou durante sessão legislativa na manhã desta quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa, o suplente de deputado e ex-deputado Oscar Bezerra (PV), na vaga do deputado Faissal Calil, que se afasta das atividades parlamentares por um período de 120 dias para tratamento de saúde.

Na ocasião, Janaína Riva, que presidia a sessão, suspendeu o pequeno expediente e convidou os deputados Dr. João (MDB) e Silvio Fávero (PSL), para encaminhar o suplente de deputado ao plenário, para prestar juramento e assumir a vaga devido a licença de Faissal.

Na tribuna, Oscar Bezerra fez o juramento. “Prometo desempenhar fiel e lealmente, o mandado que me foi conferido, guardar a Constituição Estadual e Federal, e servir a minha pátria, promovendo o bem geral do Estado de Mato Grosso, assim eu prometo”, declarou.

Com a posse do ex-prefeito de Juara e ex-deputado estadual Oscar Bezerra, o Vale do Arinos volta a ter dois deputados estaduais durante o período de licença do deputado Faissal Calil. O próprio Oscar e a deputada e reeleita e vice-presidente da Assembleia Legislativa, Janaína Riva.

Oscar Bezerra disputou a reeleição no ano passado, mas não conseguiu se reeleger, ficando com 11.827 votos, o que lhe garantiu a suplência. O deputado Faissal Calil, que se licencia, fez questão de argumentar na semana passada, quando anunciou a licença em plenário, que o seu afastamento não será remunerado.

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Pré-candidatura de Medeiros ao Senado é aprovada por unanimidade pelo Podemos

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A Executiva Estadual do Podemos e representantes de diretórios municipais se reuniram na manhã desta sexta-feira (21), na sede do partido em Cuiabá, para discutir a eleição suplementar do próximo dia 26 de abril. Por unanimidade, o partido definiu que terá candidato próprio ao Senado da República e que o pré-candidato é o deputado federal José Medeiros.

“Por aclamação a pré-candidatura do Medeiros foi aprovada e lançada pelo partido. Temos certeza que o nome do Medeiros é um dos favoritos na disputa. Além disso, a eleição suplementar vai fortalecer o partido e as nossas pré-candidaturas no pleito de outubro”, destacou o presidente do Podemos de Cuiabá, Niuan Ribeiro.

O secretário geral do Podemos, Benedito Lucas, lembrou o empenho da sigla em ajudar a senadora Selma Arruda a reverter o processo de cassação. “A Executiva Estadual e Nacional vem trabalhando para reverter à cassação da nossa senadora, mas infelizmente ainda não obtivemos sucesso. Diante disso e do prazo para a realização da convenção, as lideranças do Podemos entenderam que é necessário se posicionar para não perder espaço político. Nossa intenção é manter a representatividade no Senado. Por isso, vamos ter candidato próprio nesta eleição suplementar”, explicou o dirigente do Podemos.

Benedito lembrou ainda, que Medeiros teve uma atuação importante no período que exerceu o mandato de senador, sendo o primeiro parlamentar a defender o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). “Medeiros é um nome que vinha sendo preparado pelo Podemos para disputar o Senado nas eleições de 2018. Infelizmente, a pré-candidatura foi desarticulada pelos adversários. Agora, nosso partido reconhece a necessidade de corrigir essa injustiça e lançar sua pré-candidatura a senador”.

Com a confirmação da pré-candidatura de Medeiros, a Executiva Estadual marcou para o próximo dia 12 de março a convenção partidária, às 19 horas, no Hotel Mato Grosso, em Cuiabá.

Na reunião, também foi discutida a organização da legenda para as eleições municipais. O Podemos pretende lançar candidato a prefeito nas cidades polos do estado e candidatos a vereadores nos 141 municípios.

O Podemos, que é presidido em Mato Grosso por José Medeiros, está organizado em mais de 80 municípios.

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Selma chama congressistas de “malandros” e diz que R$ 30 bilhões exigidos de Bolsonaro serão para compra de voto

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Senadora fez as afirmações em vídeo gravado em suas redes sociais

A senadora Selma Arruda (PODE) classificou deputados federais e senadores como “malandros” devido as articulações para derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a um artigo que permite aos parlamentares determinar a prioridade de pagamento das emendas, ou seja, em que ordem serão executadas. O valor chega a R$ 30,6 bilhões.

Na prática, com a derrubada do veto, o Congresso poderá decidir a prioridade de pagamentos de parte dos recursos dos ministérios.

De acordo com Selma, o veto deverá ser colocado em votação na primeira semana de março, logo após o recesso de Carnaval.

“O Congresso Nacional vai gastar esse dinheiro como quiser. Distribuir para seus currais eleitorais, para aqueles apaniguados que querem em ano de eleição usar esse dinheiro para se reeleger ou para eleger aqueles que os apoiam. Não vamos deixar isso acontecer”, disse Selma em um vídeo publicado em suas redes sociais e encaminhado à imprensa nesta sexta-feira (21).

Selma ainda lembrou a declaração do chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que nesta semana afirmou que o Congresso estava chantageando o Executivo e se tornou alvo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do DEM.

“Nós sabemos que nesta semana até o general heleno desabafou, falou um palavrão, dizendo que chega desses caras nos extorquirem. É isso que o Congresso está fazendo com o nosso presidente Bolsonaro”, disse a senadora.

“Só nesse ano, que é um ano que as pessoas estão com raiva só do PT, mas estão esquecendo que há vários partidos corruptos nesse Brasil, vocês estão prestes a serem enganados com R$ 30 bilhões”,

“O nosso déficit total do Estado é de R$ 40 bilhões. Vai ter que pegar dinheiro emprestado para dar R$ 30 bilhões para esses malandros distribuírem como quiserem em ano de eleição”.

“Isso serve para comprar voto, fazer rachadinha, para dar 30% de comissão para aqueles malandros que gostam de comissão. Isso serve para sustentar todo esse esquema corrupto com qual nós tanto brigamos”.

Selma ainda alertou sobre um possível acordo entre o Governo e o Congresso para que fosse liberado metade desses recursos, ou seja, R$ 15 bilhões, o que ela classificou de imoral. Ela convocou a população para pressionar a bancada federal para não aprovar a proposta

“Isso também é absolutamente imoral e a gente não pode deixar acontecer. O Podemos, que é o meu partido, já entrou com obstrução total. Vamos votar pelo veto total. Vários partidos já estão aderindo a essa luta pelo veto total. O grupo Muda Senado do qual eu participo com muita honra, está unido em cima desse veto total”, conclui.

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