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Os impactos da reforma tributária são apresentados em palestra

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Fortalecimento Institucional

Os impactos da reforma tributária são apresentados em palestra

O tema foi apresentado pelo professor Marcos Cintra no encerramento do Circuito Aprosoja, na noite desta segunda-feira (13.09), em Cuiabá

13/09/2021

“A reforma tributária como está não traz benefícios ao Brasil, a maioria dos setores sofrerá aumento considerável de tributos, principalmente a agricultura, que poderá ser severamente prejudicada”, enfatizou o professor Marcos Cintra, em palestra realizada no encerramento do 15º Circuito Aprosoja, em Cuiabá, na noite desta segunda-feira (13.09), com o tema “Tributação: Quem paga a Conta”?

Os impostos no Brasil em 30 anos da Constituição Federal foram criados 390.726 normas tributárias e mais de R$ 5,3 trilhões, são discutidos na justiça. Uma estrutura complexa que gera impacto elevado sobre quem produz, além de alto custo para as empresas cumprirem regras.

Empresas gastam R$ 55 bilhões por ano par atender as exigências fiscais, o que estimula e facilita a sonegação. Para ter uma ideia, os governos deixam de arrecadar meio trilhão de reais por ano com sonegação o que acaba sobrecarregando assalariados e empresas organizados como forma compensatória.

De acordo com o idealizador do Imposto Único, “a Emenda n° 2 a PEC 45/2019 é uma alternativa que pode destravar a reforma tributária, uma vez que não agride o pacto federativo e não impacta a sociedade.

A proposta do professor Marcos Cintra prevê a substituição de vários impostos por apenas um que é o Imposto Único Federal (IUF). Seria de apenas 2,81% para quem paga e 2,81% para quem recebe em todas as transações financeiras, tais como cheques, ordens de pagamento, DOCs, TEDs, transferências eletrônicas, etc. O IUF seria uma saída viável frente ao burocrático Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

“São várias as vantagens com Imposto Único, o trabalhador deixaria de ter descontos do Imposto de Renda quando recebesse seu salário. Ou seja, o assalariado teria seu poder de compra elevado. O mercado consumidor seria ampliado, criando condições para o crescimento econômico autossustentado”.

As empresas seriam beneficiadas com a redução de seus custos administrativos e burocráticos. Estima-se que as necessidades relacionadas a administração dos tributos representam de 20% a 30% dos custos administrativos das empresas. Esses recursos poderiam ser aplicados pelas empresas em novos investimentos, gerando produção, emprego e renda. “Ou seja, o Imposto Único Federal (IUF) garante um sistema tributário mais justo e eficiente”, declarou o professor.

Para o presidente da Associação dos Produtores Rurais de Mato Grosso (Aprosoja MT), Fernando Cadore, não adianta a gente aumentar a arrecadação sem a destinação correta dos tributos. “Estamos mostrando aos nossos produtores rurais associados, autoridades e sociedade em geral os impactos que a reforma tributária pode causar, caso seja aprovada da forma que está. Percorremos quase 5 mil quilômetros, visitamos 20 municípios e mais a Capital do Estado levando informações da entidade, e principalmente ouvir as demandas dos nossos produtores críticas e sugestões”, enfatizou Cadore.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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MILHO/CEPEA: Retração compradora pressiona Indicador

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Cepea, 27/09/2021 – As cotações do milho estão em queda, conforme apontam dados do Cepea. Entre 17 e 24 de setembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) do milho caiu 3,42%, fechando a R$ 90,47/sc nessa sexta-feira, 24. A pressão vem sobretudo da retração de compradores, mas também do avanço da colheita da segunda safra, da redução das exportações e, mais recentemente, do andamento da semeadura da temporada de verão 2021/22. Muitos demandantes negociam apenas lotes pontuais, enquanto vendedores estão mais flexíveis nos valores, especialmente os que precisam “fazer caixa” para pagar dívidas de custeio. Esse cenário tem sido observado mesmo após as confirmações de queda na oferta, devido ao clima desfavorável, e de estoques enxutos. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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OVOS/CEPEA: Poder de compra cai frente ao farelo, mas avança na comparação com o milho

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Cepea, 27/09/2021 – Em linha com a movimentação dos preços dos dois principais insumos de alimentação consumidos na avicultura de postura, milho e farelo de soja, o poder de compra do avicultor vem registrando tendências opostas neste mês de setembro. Com as cotações do cereal em queda, a relação de troca por ovos diminuiu, favorecendo o produtor. Já considerando o farelo de soja, que se valorizou no período, a relação de troca aumentou. Para os ovos, as valorizações no início do mês foram menos intensas que os recuos na segunda quinzena, o que tem resultado em queda na média de setembro. Segundo colaboradores do Cepea, a baixa liquidez no mercado da proteína e sobras eventuais em muitas regiões têm pressionado os valores. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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