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Saúde

Ortopedistas dão dicas de como evitar lesões durante uso de patinetes elétricos

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patinete elétrico
Reprodução Grin

Patinetes elétricos podem causar graves acidentes, alertam ortopedistas

Os patinetes elétricos já ganharam os brasileiros. É comum ver estes aparelhos sendo usados para uma locomoção mais rápida em diversas cidades. Apesar de não parecer perigoso, o uso deste tipo de meio de transporte sem equipamentos de segurança pode provocar lesões sérias aos usuários. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, estudou a gravidade dos machucados mais comuns em pacientes atendidos nas emergências de dois hospitais da cidade após sofrerem acidentes com o patinete elétrico .

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“Andar com este tipo de veículo é tão arriscado quanto andar de bicicleta. Por isso, é preciso usar equipamentos de segurança. A imprudência é outro fator que precisa ser observado. Muitas vezes vemos pessoas andando com o patinete entre os carros e em cima da calçada, o que aumenta as chances de um acidente”, diz o ortopedista Maurício Marteleto, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedistas e Traumatologistas (SBOT).

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No estudo foram analisados 249 prontuários, nos quais foram observados que as fraturas mais frequentes eram traumas na cabeça (40,2%), fraturas (31,7%) e contusões, entorses e lacerações (feridas abertas) sem fratura ou machucado no crânio (27,7%). A maioria dos pacientes (94%) recebeu alta da emergência no mesmo dia. Dos 15 restantes, dois apresentaram lesões graves e foram internados na unidade de terapia intensiva (UTI).

“Por causa do tipo de equipamento, é muito comum as lesões nos membros superiores, porque as pessoas caem e usam a mão para se proteger. Os usuários devem tomar cuidado para não passar em buracos, pois o risco de queda é grande”, alerta o ortopedista Marcello Serrão.

Pessoas que não possuem muito reflexo para reagir a uma possível queda correm o risco ainda maior de bater com a cabeça no chão.

“Os traumas nos membros superiores são possíveis de serem tratados e curados. Mas os traumatismos cranianos são um tipo de lesão bem grave e podem até causar uma morte”, finaliza o ortopedista Rafael da Rocha Macedo.

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Saiba como se proteger:

Capacete
Protege a região da cabeça e é essencial para evitar traumatismos cranianos

Cotoveleira
Dá proteção aos cotovelos e diminui as chances de fratura nos braços

Munhequeira
Reforça os pulsos e diminui os riscos de fraturas na região, bem comuns em usuários de patinetes elétricos

Joelheira
Reduz as chances de machucados nos membros inferiores

Não descer ladeira
A aceleração na descida de uma ladeira aumenta a chance de desequilíbrios e quedas

Desviar de buracos
Por conta do tamanho das rodinhas, as chances de cair ao passar em buracos é muito grande: tente evitá-los

Fonte: IG Saúde
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Saúde

384 casos de sarampo são confirmados de janeiro a julho no estado de São Paulo

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De janeiro a 15 de julho deste ano, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou 384 casos de sarampo no estado de São Paulo. Desse número, 272 estão concentrados na capital, o que representa 70% da incidência. Os dados foram divulgados na segunda-feira (15).

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A Secretaria Estadual de Saúde confirmou quase 390 casos de sarampo no estado de São Paulo

Diante desses casos de sarampo , a campanha de vacinação contra a doença vai prosseguir até 16 de agosto na capital paulista. O prazo é válido para as cidades que começaram a campanha na semana passada: Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.

Na capital, a campanha começou em 10 de junho, com o objetivo de vacinar 2,9 milhões jovens paulistanos. Até o momento, foram vacinadas cerca de 74 mil pessoas. A  meta é vacinar mais de 900 mil jovens e adultos de 19 a 29 anos nas cinco cidades que iniciaram a campanha na última semana.

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No dia 20 de julho, haverá um Dia D em todas as cidades. A ação é oportunidade para que pessoas ainda não imunizadas compareçam a um posto de saúde em seu tempo livre. A faixa etária dos 19 aos 29 anos é considerada mais vulnerável a infecções devido à menor procura pela segunda dose da vacina. 

Com isso, a imunização é destinada a esse público, que não precisa apresentar a carteira para tomar a vacina . Profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas.

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As gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos, não devem tomar a vacina contra o sarampo .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ministério da Saúde suspende fabricação de 19 remédios; confira a lista

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Nas últimas três semanas, o Ministério da Saúde rompeu contratos firmados com laboratórios de produção de remédios que eram distribuídos gratuitamente para a população. São 19 medicamentos no total. Eles deixarão de ser entregues pelo Sistema Único de Saúde (SUS), segundo o jornal O Estado de S.Paulo

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De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, os remédios vão deixar de ser entregues pelos Sistema Único de Saúde (SUS)

Mais de 30 milhões de pacientes dependem desses tratamentos. Os laboratórios em questão são públicos e federais e, entre eles, estão: Biomanguinhos, Butantã, Bahiafarma, Tecpar, Farmanguinhos e Furp. Eles fabricam os remédios como parte de uma parceria com o ministério e fornecem os fármacos a preços 30% menores do que os do mercado.

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Associações que representam os laboratórios públicos falam em perda anual de, ao menos, R$ 1 bilhão para o setor e risco de desabastecimento. Segundo o Estado de S.Paulo , o Ministério da Saúde negou que os contratos tenham sido interrompidos. Em resposta ao jornal, a pasta afirmou que se trata de um “ato de suspensão” e que isso tem efeito por um “período transitório”.

O presidente da Bahiafarma e da Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil (Alfob), Ronaldo Dias, disse ao Estadão , no entanto, que os laboratórios já estão tratando as parcerias como suspensas. “Os ofícios dizem que temos direito de resposta, mas que a parceria acabou. Nunca os laboratórios foram pegos de surpresa dessa forma unilateral. Não há precedentes”, diz.

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Veja aqui a lista dos remédios que terão distribuição interrompida:

  1. Adalimumabe, Solução Injetável (40mg/0,8mL), produzido por TECPAR;
  2. Adalimumabe, Solução Injetável (40mg/0,8mL), produzido por Butantan;
  3. Bevacizumabe, Solução injetável (25mg/mL), produzido por TECPAR;
  4. Etanercepte, Solução injetável (25mg; 50mg), produzido por TECPAR;
  5. Everolimo, Comprimido (0,5mg; 0,75mg; 1mg), produzido por Farmanguinhos;
  6. Gosserrelina, Implante Subcutâneo (3,6mg; 10,8mg), produzido por FURP;
  7. Infliximabe, Pó para solução injetável frasco com 10mL (100mg), produzido por TECPAR;
  8. Insulina (NPH e Regular), Suspensão injetável (100 UI/mL), produzido por FUNED;
  9. Leuprorrelina, Pó para suspensão injetável (3,75mg; 11,25mg), produzido por FURP;
  10. Rituximabe, Solução injetável frasco com 50mL (10mg/mL), produzido por TECPAR;
  11. Sofosbuvir, Comprimido revestido (400mg), produzido por Farmanguinhos;
  12. Trastuzumabe, Pó para solução injetável (150mg; 440mg), produzido por Butantan;
  13. Cabergolina, Comprimido (0,5mg), produzido por Bahiafarma Farmanguinhos;
  14. Insulina (NPH e Regular), Suspensão injetável (100 UI/mL), produzido por Bahiafarma;
  15. Pramipexol, Comprimido (0,125mg; 0,25mg; 1mg), produzido por Farmanguinhos;
  16. Sevelâmer, Comprimido (800mg), produzido por Bahiafarma Farmanguinhos;
  17. Trastuzumabe, Pó para solução injetável (150mg), produzido por TECPAR;
  18. Vacina Tetraviral, Pó para solução injetável, produzido por Bio-manguinhos;
  19. Alfataliglicerase, Pó para solução injetável (200 U), produzido por Bio-manguinhos.
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Resposta do Ministério da Saúde

Em nota divulgada à imprensa, o Ministério da Saúde responde as informações que foram publicadas pelo jornal o Estado de S.Paulo :

“1 – Não há suspensão de contratos. A fase atual permite que os laboratórios apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades. Nove desses processos foram iniciados seguindo recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria Geral da União (CGU). Os demais não atendem requisitos estabelecidos pela normativa vigente tais como fases de investimento e cronograma de ações.

2 – A maior parcela das PDPs em fase de suspensão ainda não produz medicamentos e nem sequer fornece para o Ministério da Saúde. Outras que têm produção estão com dificuldades de atendimento à demanda para o sistema de saúde e a pasta já realiza compras por outros meios conforme legislação vigente;

3 – Os laboratórios que fabricam por PDPs não fornecem a preço 30% menores do que os de mercado. Os percentuais, maiores ou menores, dependem da estratégia para cada produto;

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4 – A suspensão não gera risco de desabastecimento para a população. Além das PDPs, o Ministério da Saúde utiliza outros meios de aquisição dos produtos;

5 – A PDP é uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional. O Ministério da Saúde coordena o processo e utiliza seu poder de compra para apoiar a produção nacional de produtos considerados estratégicos para o SUS. A detenção da tecnologia é do laboratório público;

6 – Não é verdade que “o ministério é categórico ao informar o encerramento da parceria”. Em ofício aos laboratórios, o Ministério da Saúde, conforme as normas vigentes, comunica a suspensão, oferecendo prazo para a manifestação dos laboratórios. A etapa atual permite que os laboratórios públicos apresentem medidas para reestruturar o cronograma de ações e atividades. Desde 2015, 46 PDPs passaram por processos de suspensão. Atualmente, 87 parcerias estão vigentes.

O Ministério da Saúde, assim, reforça que a fase de suspensão não causa desabastecimento ou falta desses produtos na rede. Está incorreto dizer que as parcerias acabaram e que haverá um problema de saúde pública. Além disso, o Ministério da Saúde desconhece os valores citados na reportagem. A planta industrial citada, por exemplo, é utilizada para a produção de outros produtos além das PDPs em fase de suspensão. A pasta, zelando pela transparência dos processos, atualizou as informações sobre as parcerias em seu portal no dia 8/7/2019. Cabe, agora, aos laboratórios que receberam o ofício da pasta propor um novo cronograma de ações para análise de reestruturação do projeto. “

Fonte: IG Saúde
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