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Política MT

Oposição lança Márcia ao governo e Neri ao Senado, mas não define nomes de vice, nem de suplentes

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Nomes deverão ser apresentados nos próximos dias [Foto –Airton Marques/OD]

A frente de oposição ao governador Mauro Mendes (União Brasil), formada pela coligação PT, PV e PC do B, além do PP e PSD,  anunciou em convenção partidária realizada na noite dessa sexta-feira (5), a escolha de Márcia Pinheiro (PV) como candidata do governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. A oficialização da candidatura foi realizada no Hotel Holiday Inn, localizado na Avenida do CPA. A coligação confirmou apoio ao deputado federal Neri Geller (PP), candidato ao Senado, porém as duas suplências, além da vaga de vice-governador, seguem em aberto.

Em seu discurso, que durou pouco mais de 14 minutos, Márcia disse que seu mote de campanha será de “gestão humanizada”.  A primeira-dama também prometeu uma  campanha “limpa” e “respeitosa”, levando propostas. “Vocês sabem da gestão humanizada da qual fazemos parte, precisamos cuidar das pessoas e esse é o nosso propósito. Fazer uma campanha limpa, respeitosa, levando propostas, é isso que o povo quer. Ninguém quer ódio ou briga”, disse.

Estiveram presentes no evento, além de Márcia, que é a primeira-dama de Cuiabá, o prefeito de Cuiabá e marido de Márcia, Emanuel Pinheiro (MDB), a deputada federal Rosa Neide (PT), Neri Geller, deputados e vereadores do PT, PP entre outros.

Dos três partidos, apenas o PT confirmou dez candidatos a deputado estadual e cinco para deputado federal. PV e PC do B ainda não definiram a lista.

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Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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