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Polícia Federal

Operação Quebracho combate crime ambiental em Reserva Kadiwéu

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional do Índio (Funai) deflagraram na segunda-feira (9/9), uma operação conjunta denominada QUEBRACHO na terra indígena KADIWÉU, localizada na Serra da Bodoquena, nos municípios de Corumbá/MS e Porto Murtinho/MS.

A operação tem por objetivo coibir o desmatamento na região, o uso de fogo de forma ilegal e a exploração irregular de madeira em sete propriedades rurais objeto de retomadas pelos indígenas, as quais se encontram arrendadas para terceiros. Os agentes da PF, Ibama e Funai permanecerão na Aldeia Kadiwéu em execução da OPERAÇÃO QUEBRACHO até sexta-feira, 13/9.

A partir de informações recebidas pela Polícia Civil, versando sobre a existência de exploração ilegal de madeira em fazendas da região, foi iniciada uma investigação com o uso de ferramentas como o geoprocessamento, a qual confirmou a existência de pequenas clareiras e pontos de exploração ilegal de madeira na área indígena. O passo seguinte foi o deslocamento de policiais federais e integrantes do Ibama e da Funai para identificar a autoria e a materialidade dos crimes ambientais eventualmente cometidos, autuar responsáveis legais pelas propriedades e apreender madeiras e equipamentos ilícitos.

Até o presente momento, já foram identificados acampamentos com exploração ilegal de madeira e pequenos desmatamentos que resultaram na apreensão e 700 lascas de ipê, resultando em multa de mais de R$ 3 mil ao posseiro da propriedade. Restaram apreendidas motosserras, corrente de arrastão, motos e armas de fogo. Ainda foi identificada a presença de indivíduos que não pertenciam a etnias indígenas, os quais estavam realizando corte seletivo das árvores, alegando ter sido contratados pelos indígenas.

A operação foi batizada de QUEBRACHO em razão do nome popular de uma espécie de madeira muito explorada na região de Porto Murtinho/MS, a qual é muitas vezes comercializada como aroeira, devido à semelhança entre as espécies.

 

Contato: (67) 3368-1105

 

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Polícia Federal

PF investiga organização criminosa especializada no tráfico de drogas

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Marabá/PA – A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira (29/5), em decorrência da apreensão de entorpecentes enviados pelos Correios, ocorrida no dia 26/5, ordem judicial de quatro mandados de busca e apreensão de celulares, mídias e documentos e um mandado de prisão preventiva, que foram cautelarmente requeridos pela Polícia Federal.

A operação é um desdobramento da ação anterior e visa combater organização criminosa atuante no tráfico de drogas interestadual em Marabá/PA.

Todos os mandados foram cumpridos com êxito na cidade de Marabá.

Os investigados irão responder pelos crimes de tráfico de entorpecentes e associação criminosa, prevista nos artigos 33 e 35 da lei 11.343/2006, com penas que somadas variam de 8 a 25 anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Marabá/PÁ
Contato : 94 33120200

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Polícia Federal

Operação Arnold prende homem que comercializava substâncias proibidas utilizando os Correios

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Porto Velho/RO – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (29/5/2020) a denominada OPERAÇÃO ARNOLD, no intuito de combater o tráfico de substâncias proibidas. Estão sendo cumpridos dois mandados judiciais, na cidade de Ariquemes/RO, sendo um de prisão temporária e outro de busca e apreensão, exarados pela 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho/RO.

As investigações iniciaram no final do ano de 2019 com a finalidade de identificar a participação de um homem, que se utilizava dos Correios, para prática de tráfico de substâncias proibidas, controladas e restritas, enviadas para outros Estados da Federação a partir da cidade de Ariquemes/RO.

Durante as investigações, foi possível interceptar uma encomenda contendo substâncias anabolizantes ilícitas, derivadas dos produtos PHARMA TESTE300, PHARMA TREN A10 PHARMA TEST E500 e GENESYO PHARMA, todas elas inseridas na Lista de Anabolizantes Sujeitas a Receita de Controle Especial.

O preso, após ser ouvido, será encaminhado ao presídio estadual e responderá pelo crime previsto no artigo 273 §1-B do Código Penal, cuja pena máxima é de 15 (quinze) anos de reclusão e multa.

O nome da operação faz referência à competição de fisiculturismo ARNOLD, que representa a exaltação a vaidade corporal e a dedicação para atingir a perfeição muscular, características marcantes dos usuários dos produtos comercializados.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO
Contato (69) 3216-6242

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