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Polícia Federal

Operação Madoff investiga atividade ilegal de investimentos em criptomoedas

Publicado

Vila Velha/ES – A Polícia Federal cumpriu hoje (15/5) cinco mandados de busca e apreensão, em decorrência de investigação que visa apurar a atividade ilegal de administração de investimentos em criptomoedas, exercida por empresa sediada no Espírito Santo.

Os mandados foram cumpridos no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Acre, contando com a participação de 43 policiais.Além dos mandados de busca, a Justiça Federal determinou a suspensão das atividades da empresa, incluindo a remoção de páginas na internet, e o bloqueio de seus ativos, como contas bancárias, carros e imóveis, tendo o juiz determinado, ainda, o bloqueio das criptomoedas existentes em exchanges.

A Justiça também autorizou a apreensão de criptomoedas em carteiras, físicas ou digitais, que estavam com os investigados durante as buscas, sendo que esse procedimento foi o primeiro desse tipo no Brasil.

Os investigados poderão vir a responder pelos crimes previstos no art. 4º (gestão fraudulenta), no art. 7º, II e IV (negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro prévio), art. 16 (fazer funcionar instituição financeira sem autorização legal), todos da Lei 7.492/86, e art. 288 do Código Penal (associação criminosa).

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Haverá entrevista coletiva hoje,  às 14h, na Superintendência da Polícia Federal, em São Torquato – Vila Velha/ES.

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

Leia Também:  PF investiga esquema de fraudes no Sistema de Emissão de Documento de Origem Florestal

 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

PF deflagra terceira fase da Operação Ex tunc no Amapá

Publicado

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16/7) a terceira fase da Operação Ex tunc, para desarticular organização criminosa que praticava fraudes ao benefício de auxílio-reclusão, no estado do Amapá.

A ação, que resulta de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP), é um desdobramento da segunda fase da Operação Ex tunc, deflagrada em maio deste ano.

Estão sendo cumpridos seis mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal no Amapá, sendo três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão em Macapá/AP e Santana/AP, além de medidas de sequestro e indisponibilidade de valores e de bens móveis e imóveis.

Nesta fase, com o avanço das investigações, logrou-se êxito em identificar as participações de três prováveis integrantes da organização criminosa, entre eles um ex-Secretário Parlamentar do Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Santana.

Os investigados poderão responder, na medida das suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, falsificação e uso de documentos falsos, organização criminosa, dentre outros que poderão ser identificados no decorrer das investigações. Se condenados, poderão cumprir pena de até 21 anos de reclusão.

Leia Também:  PF, em conjunto com a PCAL e PMAL, desarticula organização criminosa em Alagoas

 

Fonte: Polícia Federal
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