conecte-se conosco


Polícia Federal

Operação Irmandade desarticula facção criminosa com forte atuação em Rondônia e Mato Grosso do Sul

Publicado

Porto Velho/RO – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (9/7), em conjunto com a Gerência de Informação e Inteligência Penitenciária da Secretaria de Estado e Justiça (GEII/SEJUS/RO), a Operação Irmandade, visando a desarticulação de uma facção criminosa com forte atuação no Estado de Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Porto Velho/RO, Guajará-Mirim/RO, Vilhena/RO, Ji-Paraná/RO, Cacoal/RO, Dourados/MS e Campo Grande/MS, expedidos pela Vara de Delitos de Tóxicos da Justiça Estadual desta capital.

A Polícia Federal vinha há tempos monitorando os principais líderes da facção criminosa, os quais, mesmo reclusos em unidades prisionais, tinham amplo acesso a telefones celulares, mantendo contado direto com os comparsas que se encontram em liberdade, sobretudo esposa e companheiras, para a perpetuação dos crimes de tráfico de drogas e armas.Por este motivo, estão sendo cumpridos mandados de busca também no interior dos estabelecimentos prisionais, com apoio do GAPE (Grupo de Ações Penitenciárias da SEJUS/RO), em busca de celulares e drogas.

Ao longo das investigações foi possível realizar a apreensão de diversas armas de fogo e munições negociadas pelos investigados, as quais seriam utilizadas para furtos e roubos, sobretudo de veículos que seriam trocados por drogas, bem como para atentados contra a vida de membros de facções rivais

Os investigados responderão pela prática dos crimes de associação para o tráfico de drogas e organização criminosa, permanecendo à disposição da Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho/RO.

 

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia Federal

Operação Restituere combate crimes em processo de aquisição de armas de fogo

Publicado


Teresina/PI – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (17/9) a Operação RESTITUERE, com a finalidade de reprimir crimes de falsificação de documentos utilizados em processos de aquisição de armas de fogo autorizados pela Polícia Federal. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados nessa capital.

A investigação iniciou-se com a constatação da falsificação de laudos de aptidão psicológica e laudos de aptidão técnica ao manuseio de arma de fogo necessários para a instrução de processos autorizativos de aquisição de armas de fogo de uso permitido junto ao Sistema Nacional de Armas – SINARM – da própria Polícia Federal. No bojo dos processos suspeitos, constatou-se a atuação da mesma despachante representando os interessados e a inautenticidade dos laudos apresentados.

O cumprimento das medidas de hoje visa colher novos elementos probatórios para a investigação e identificar outros possíveis envolvidos e beneficiários dessa prática criminosa.

Observa-se que a autorização para a aquisição de armas de fogo de uso permitido é emitida pela Polícia Federal após o atendimento dos requisitos previstos na Lei nº 10.826/2003, Decreto nº 9.845/2019 e Instrução Normativa nº 201/2021 da Polícia Federal, cujas informações estão disponíveis no endereço eletrônico “www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/armas”.

Os suspeitos poderão responder pelos crimes de falsificação e uso de documentos falsos previstos nos artigos 298 e 304 do Código Penal Brasileiro, com penas previstas de 01 a 05 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí

Contato:  (86) 2106-4937/99451-8529

E-mail: [email protected]

Continue lendo

Polícia Federal

PF deflagra nova fase da Operação P2J no combate à disseminação de pornografia infantojuvenil na internet

Publicado


Criciúma/SC – Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (17/9) nova fase da Operação P2J (Pedo to Jail), com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido pela 1.ª Vara Federal de Criciúma/SC, em um imóvel localizado na cidade de Araranguá/SC. 

As investigações foram iniciadas a partir de relatório apresentado pelo NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children), que reportava o armazenamento, disseminação ou divulgação de conteúdo alusivo a abuso sexual infantojuvenil, promovido por um usuário de uma rede social.

Com o aprofundamento das investigações, foi identificado que o suspeito, de 21 anos, estaria utilizando a rede social para compartilhamento dos arquivos com outros usuários, inclusive de outras nacionalidades. 

Nesta manhã foi realizada a apreensão de equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento. Todo o material apreendido será submetido a perícia, com foco na comprovação dos crimes investigados, identificação de possíveis abusadores sexuais e suas vítimas, bem como na busca de informações que possam indicar o envolvimento do suspeito com os crimes de produção de pornografia infantil e estupro de vulnerável. 

As ações têm por escopo auxiliar forças tarefas internacionais na luta pela erradicação de materiais contendo cenas de abuso e exploração sexual infantil na internet e contam com apoio de organismos internacionais como a NCMEC.

O crime de compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, é punido com pena de reclusão de 3 a 6 anos. Já o crime de posse de arquivos de pornografia infantil, tipificado no mesmo estatuto, é punido com pena de reclusão de 1 a 4 anos. 

 Comunicação Social da Polícia Federal em Criciúma/SC   

[email protected] | www.pf.gov.br   

 (48) 3461-8604

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana