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Mato Grosso

Operação interdita estabelecimentos e apreende equipamentos em Cuiabá e Várzea Grande

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A Operação Sonora I, ação conjunta de combate à poluição sonora realizada no último final de semana (1º.06 e 02.06) em Cuiabá e Várzea Grande, resultou na interdição de quatro estabelecimentos comerciais, nove pessoas conduzidas, sendo quatro em flagrante, e apreensão de sete equipamentos de som. A ação foi planejada pela Câmara Temática de Meio Ambiente Urbano do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

O balanço final dos dois dias de operação aponta que foram fiscalizados 26 estabelecimentos nas duas cidades, sendo lavrados autos de infração em sete estabelecimentos por prática de poluição sonora. Os estabelecimentos interditados foram duas distribuidoras e uma lanchonete em Várzea Grande e uma distribuidora em Cuiabá.

Foi realizado o embargo de uma distribuidora em Várzea Grande por falta de alvará de funcionamento, além de aplicada uma multa de infração grave, apreensão de equipamentos sonoros, condução do responsável e suspensão da atividade sonora de um bar em Cuiabá por tempo indeterminado.

Dos 167 veículos abordados, 48 foram notificados. As equipes realizaram 15 testes de alcoolemia resultando na apreensão de 12 veículos e duas Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH). Também foram registrados três termos circunstanciados de ocorrência.

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As atividades de fiscalização continuarão ao longo do mês de junho, em pontos identificados como reincidentes pelos integrantes da Câmara, criada pelo Gabinete de Gestão Integrada Estadual (GGI-E) da Sesp, em parceria com outras instituições. Para se ter uma ideia, de janeiro até agora foram registradas 7.557 chamadas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) relacionadas à perturbação de sossego por poluição sonora. Em 2018, foram 19.791 ligações.

O objetivo da ação é justamente desafogar a central de chamadas e otimizar recursos públicos e humanos, já que as equipes vão atuar no foco das ocorrências de forma integrada. “A proposta desse lançamento foi justamente mostrar que a gente vai intensificar esse tipo de ação. Essas operações irão continuar ocorrendo de uma forma ordinária e rotineira. Estamos trabalhando para que, aos moldes do que é feito na Lei Seca, a gente consiga ter um trabalho contínuo de fiscalização quanto a essas situações de poluição sonora e perturbação do sossego alheio”, afirma o secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Victor Paulo Fortes.

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O secretário ressalta que muitas das reclamações que chegam ao Ciosp são rotineiras. “Para ocorrências dessa natureza não adianta a participação só de uma instituição, muitas vezes demandam outras medidas administrativas ou criminais. A proposta é que, com essa interação, a gente realmente consiga conscientizar e disciplinar a população quanto a essa questão da poluição sonora, que muitos entendem que não é uma coisa tão grave, mas que realmente traz um custo muito grande para a Segurança Pública. Esperamos que dessa forma a gente consiga atingir todas essas áreas de uma vez só”.

Participaram da operação a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, fiscais da Secretaria de Ordem Pública de Cuiabá, Conselho Tutelar, Juizado Volante Ambiental, Conselho Tutelar, Secretarias de Meio Ambiente e de Serviços Públicos de Várzea Grande, Gestão Fazendária, Vigilância Sanitária e Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Secretários cobram Governo Federal para bloqueio de celulares em estabelecimentos penais

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Os secretários de Segurança Pública de todo o país cobraram uma solução do Governo Federal para o bloqueio do sinal de celulares em cadeias públicas e penitenciárias de todo o país. Em reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no dia 22 de janeiro, o Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública cobrou uma determinação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que notifique as operadoras de telefonia móvel a realizar o bloqueio.

Titular da pasta em Mato Grosso, Alexandre Bustamante destacou durante entrevista à TV Cidade Verde que acredita que a proposta feita pelo Consesp seja atendida pelo ministro da Justiça Sérgio Moro e o presidente da República.

“A Anatel passaria a obrigar as companhias de telefonia celular a fazer os bloqueadores e manter determinado raio sem o funcionamento do sinal de celular. A telefonia celular é uma concessão e como concessionárias, as empresas têm a obrigação de fazer o bloqueio de uso desses aparelhos nas unidades carcerárias. É um absurdo o governo federal e os estados comprarem bloqueadores para impedir um serviço que é público”.

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Além da proposta de mudança na segurança, também foi frisado na reunião que a tecnologia vem avançando com o tempo e por isso é necessário a atualização.

“Não é possível que os estados gastem R$ 3 milhões com equipamentos e a tecnologia vá se tornando obsoleta com o tempo, se há uma concessão para o serviço. Tem é que passar a exigir essa contrapartida das operadoras”.

Recriação do Ministério da Segurança

Durante a reunião com o presidente da República, eles também defenderam a recriação do Ministério da Segurança Pública. Presidido pelo secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa, o Consesp tem sido fundamental para Política Nacional de Segurança Pública, a exemplo da criação do Sistema Único de Segurança, da recriação do Fundo Nacional de Segurança Pública e a participação na criação de um Plano Nacional de Segurança Pública.

“Não se trata de ser contra ou a favor do ministro Sérgio Moro. O que buscamos é um Ministério exclusivo para Segurança Pública, pois é uma demanda urgente da sociedade. Buscamos ações mais específicas e dedicadas a área. Hoje a Segurança Pública está em segundo plano no ministério. O que os secretários de Segurança Pública buscam é atendimento prioritário, como a saúde e a educação”, explicou Bustamante.

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(Com supervisão de Débora Siqueira)

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Escolinha da Almê volta ao Cine Teatro Cuiabá

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O sucesso da peça “Escolinha da Almê” pede bis e será reapresentado neste domingo (26.01), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá, recriando personalidades históricas da cuiabania, quase lendárias, interpretadas por 21 crianças.

A rica emergente Almerinda George Lowsbi agora é dona de uma escola e, não bastasse, também é a professora mais empoderada da rede de ensino de Mato Grosso, onde vai ensinar o bê-á-bá a esses alunos consagrados da história mato-grossenses. Tem “Jejé de Oyá”, “Lucius do Caju”, “Maria Taquara”, “Dominguinhas”, lá de São Gonçalo Beira Rio, além dos personagens de Liu Arruda, escritores consagrados como Manoel de Barros, Luciene Carvalho e Dunga Rodrigues.

A Escolinha da Almê nasceu no Espaço Incasa, e é a realização de um sonho do ator D`Lucca. Foi para os palcos, pela primeira vez, em dezembro do ano passado e agora segue para o Cine Teatro, antes de estrear a segunda temporada na TV Centro América.

Para esta produção, as crianças passaram por um teste seletivo, no mês de agosto de 2019, concorrendo com mais de 50 outras, com idades entre 06 e 12 anos. Dentre as selecionadas estão novos alunos e veteranos, que estão desde o início da escola (2016), como Kauany Aimme, que faz o papel de Zulmira Canavarros, Emanuel Davi, como Ezequiel dos Cachorros, Pietro Lara, como Lucius do Caju, entre outros.

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Além desses personagens, entra em cena o amado escritor Manoel de Barros, interpretado por Walmir Neto, e os personagens de Liu Arruda: a esperta e desbocada Nharinha, por Kamila Carvalho, o preguiçoso Juca, por Victor Hugo, que fica esperando o VLT passar para levá-lo até a escola; o animado Gladstone, que é rock na veia, por Antonny Murer, e a espevitada Ramona, por Maria Eduarda Nogueira.

Maria Luiza é um show a parte, com a beleza e o visual de Maria Taquara, que “tora” Cuiabá inteira, vindo lá das bandas do “quarté”, para chegar na escola. Tem também o poeta andarilho José Inácio da Silva, mais conhecido como Zé Bolo Flô, interpretado por Ruancarlos de Oliveira, Jejé de Oyá que é revivido por Lucas Laurent, Mãe Bonifácia, por Isa Mendes, e Dunga Rodrigues, que teve papel fundamental na cultura cuiabana, lembrada por Isabelle Venturoso.

E viva o siriri, viva Domingas Eleonor, dona Domingas, do Flor Ribeirinha, que será representada por Julinha Kids, como Dominguinhas. Outro ribeirinho é o Xô Ditinho, por Ian Ramos Faria, inspirado no engraçado Xô Dito, personagem que faz sucesso pelo ator Thyago Mourão.

Dois indígenas entram em cena, o camarada Raoni, por Luiz Augusto, que enche Almerinda de perguntas que ela não sabe responder, e o Cacique, pai de Raoni, por Wagton Douglas. A escritora imortal Luciene Carvalho é contada pela atriz Eduarda Mascarenhas, que faz rima, prosa, é estudiosa, vive no mundo da lua, come sopa de letrinhas e vive das Letras. Mais charmosa que a Penélope, personagem do ator Eduardo Butakka, só a Penelopezinha, por Marina Pretti, de apenas sete anos de idade, que também faz parte do elenco.

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E claro, não podia faltar o espelho de Almerinda: a provocativa Almerindinha, por Leticia Souza, que contracena com Ariana Carla, que faz o papel de Mary Jane, mãe da pequena prodígio. Para cuidar da escola junto com Almerinda entra em cena a diretora, por Maria Eduarda Mezavila. Sem esquecer o mascote da turma, que é o Tedy, o cãozinho que Ezequiel dos Cachorros leva para a sala de aula todos os dias.

Serviço

O Cine Teatro Cuiabá é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). Está localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas, 247, Centro de Cuiabá.

Os ingressos já podem ser retirados antecipadamente pelo site Guichê Web – https://www.guicheweb.com.br/ingressos/13462, com preço promocional, a R$ 40 e R$ 20 meia entrada e ingresso solidário, com 1kg de alimento não perecível. Ou também, de terça-feira até domingo, das 14h às 18h, na bilheteria do Cine Teatro.

Mais informações pelos telefones (65) 9292-9907, (65) 99249-5952, (65) 99232-6702 e (65) 2129-3848 e email: [email protected]

Fonte: GOV MT
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