conecte-se conosco


Polícia Federal

Operação Dia da Lei combate pornografia infantil na internet

Publicado

Florianópolis/SC – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (10/7) a Operação Dia da Lei, para reprimir a exploração sexual de crianças e adolescentes na internet, mediante a divulgação internacional e armazenamento de imagens e vídeos de pornografia infantil. Dez policiais federais deram cumprimento aos mandados judiciais.

As duas investigações correram paralelas e foram iniciadas a partir de relatórios de informação produzidos pela Polícia Federal. A Justiça expediu dois mandados judiciais de busca e apreensão que, no cumprimento, resultaram na prisão em flagrante dos dois suspeitos. Um deles, de 38 anos, foi preso em Florianópolis por baixar, nos últimos meses, diversos arquivos contendo cenas de sexo explícito envolvendo menores de idade. Na mesma situação, o outro, de 39 anos, foi preso em Jaguaruna. Os criminosos utilizavam softwares que possibilitavam o compartilhamento desses arquivos com usuários do mundo todo. Nos dois casos, foram realizadas a arrecadação e a apreensão de equipamentos eletrônicos e de informática utilizados na prática delitiva.

As penas somadas, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para os crimes de posse e transmissão desses arquivos ilegais, podem chegar a 10 anos de prisão.

O nome da operação, Dia da Lei, faz alusão ao dia de deflagração, pois hoje, 10 de julho, é o dia mundial da lei, que tem sua importância na medida em que todos passem a perceber a lei no seu cotidiano.

 

 

Leia Também:  PF apura gestão fraudulenta em cooperativa de crédito

Fonte: Polícia Federal
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Polícia Federal

Operação Vertex combate crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e organização criminosa

Publicado

Manaus/AM – A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (19/7) a Operação Vertex, uma nova fase da Operação Maus Caminhos, para investigar a prática de crimes de corrupção passiva, lavagem de capitais e pertinência a organização criminosa. A operação foi executada pela PF nos Estados do Amazonas, Brasília e São Paulo.

Policiais federais dão cumprimento a 9 mandados de prisão temporária, 15 mandados de busca e apreensão, 18 mandados de bloqueios de contas de pessoas físicas e jurídicas (aproximadamente R$ 92,5 milhões), 7 mandados de sequestro de bens móveis e imóveis. As medidas foram expedidas pela Justiça Federal.

 A investigação foi desmembrada pelo Supremo Tribunal Federal – STF da Operação Maus Caminhos, em razão dos indícios detectados de recebimentos de vantagens indevidas por um ex-governador que, por exercer o cargo de senador, poderia ter direito a foro privilegiado no STF. Em razão do entendimento do Supremo Tribunal de que foro por prerrogativa de função conferido aos deputados federais e senadores se aplica apenas a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas, o Ministro Dias Toffoli determinou a remessa da investigação ao juízo de 1ª instância, sendo que em janeiro de 2019 a investigação foi retomada.

Leia Também:  Operação Hipaspistas combate atuação de facção criminosa em Roraima

Entre as vantagens indevidas de que se tem suspeita, teria havido entregas de dinheiro em espécie ou por meio em negócios simulados ou superfaturados, a fim de ocultar a entrega de dinheiro dissimulado por meio de contratos de aluguel e de compra e venda.

 

Entenda o caso

A investigação está diretamente relacionada com as outras fases da Operação Maus Caminhos, sendo elas: a Operação Custo Político, Operação Estado de Emergência e a Operação Cashback. Na Operação Custo Político, se apurou a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais e pertinência a organização criminosa, praticados por cinco ex-secretários de estado, bem como diversos servidores públicos e o núcleo da organização criminosa desbaratada na primeira fase da operação. Na Operação Estado de Emergência, foi investigado o núcleo político do Poder Executivo estadual, tendo alcançado um outro ex-governador, que chegou a ser preso. Já a Operação Cashback teve por objeto a investigação do envolvimento de outras empresas em conluio, em relação as quais suspeita-se que foram efetuados pagamentos embasados em notas fiscais falsas, sem a correspondente prestação de serviço, além de pagamentos por serviços superfaturados.

Leia Também:  PF apreende mais de 7 toneladas de maconha escondida em carregamento de milho

 

Será concedida coletiva de imprensa, às 10 horas, no Auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas.

 

 

*** O nome da Operação policial é sinônimo da palavra vértice e significa o ponto mais alto, o ápice, correspondendo ao alcance da investigação, que reuniu indícios robustos da prática de crimes pelo governador à época da criação da organização criminosa formada em torno do Instituto Novos Caminhos.

Fonte: Polícia Federal
Continue lendo

Polícia Federal

PF combate concussão e lavagem de dinheiro em Vila Velha/ES

Publicado

Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/7) a Operação Endosso, com o objetivo de desarticular suposto esquema criminoso voltado à prática de Rachid, perpetrado por um vereador do município de Vila Velha. A operação foi realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo, e em decorrência das ações realizadas no Fórum de Combate à Corrupção no Espírito Santo – FOCCO/ES.

Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Vila Velha/ES e Viana/ES, nas residências dos envolvidos.

As investigações apontaram que alguns assessores devolviam parte da remuneração que recebiam da Câmara Municipal de Vila Velha para o vereador que os indicou. Os repasses eram realizados através de saques de contas bancárias dos assessores acompanhados de imediatos depósitos em contas de terceiros, além da conta de uma empresa do vereador.

Os investigados poderão responder pelos crimes de concussão (art. 316 do CPB) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas poderão alcançar 4 a 14 anos de reclusão.

Leia Também:  PF apreende mais de 7 toneladas de maconha escondida em carregamento de milho

 

Fonte: Polícia Federal
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana