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Polícia Federal

Operação Carrossel investiga grupo responsável por roubo a agências dos Correios na PB

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João Pessoa/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (29/5) a Operação Carrossel, com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável por assaltos às agências dos Correios do Estado da Paraíba.

Aproximadamente 15 policiais federais participaram do cumprimento dos mandados judiciais (prisão e busca e apreensão), nas cidades de Mossoró/RN e João Pessoa/PB. A ação policial contou, também, com o apoio da Força Tarefa da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Mossoró/RN.

As investigações identificaram uma quadrilha especializada em roubo a agências dos Correios, responsável por mais de uma dezena de crimes contra aquela empresa pública no Estado da Paraíba, no período de 2019 e 2020. Num primeiro momento, foram identificados quatro integrantes da organização, todos do Estado do Rio Grande do Norte. Um dos indivíduos foi preso na data de hoje, na cidade de Mossoró/RN, e é acusado de participar de diversos roubos a agências dos Correios na Paraíba, entre eles os praticados nas cidades de Soledade (29.10.2019) e Taperoá (10.01.2020 e 31.01.2020).

 

Contato: (83) 3565-8510

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PF combate crimes ambientais no Ceará

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Fortaleza/CE – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira, 26/6, a Operação ANEMOI, com o objetivo de colher novas provas acerca de fatos relacionados à exploração minerária ilegal de pedra britada, , piçarra e areia, que foram utilizados em obras de construção de parques eólicos no Ceará, conduta que, em tese, está prevista nos crimes previstos no art. 55, da Lei 9.605/98, e art. 2º, da Lei 8.176/91.

Estão sendo cumpridos, em Fortaleza/CE, Aracati/CE e no Rio Grande do Norte, oito mandados de busca e apreensão expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal de Limoeiro do Norte/CE.

A investigação, utilizando-se de ferramentas avançadas de geointeligência e de diligências de campo, identificou empresas de pequeno e grande porte, em sete áreas nas quais houve exploração mineral indevida nos anos de 2014 a 2019.

Os policiais confirmaram exploração mineral nos polígonos indicados em processos da Agência Nacional de Mineração – ANM sem que houvesse autorização para exploração minerária das áreas. Além da usurpação de minérios, que são matéria-prima patrimônio da União, verificou-se que as áreas onde houve a extração ilegal estavam degradadas, com a retirada da vegetação e da camada superficial do solo, rica em matéria orgânica, inviabilizando a recuperação natural do ambiente.

Identificou-se também que os locais de extração mineral estavam situados nas proximidades de obras de construção de parques eólicos e as investigações confirmaram que esse era o destino da maior parte da matéria prima usurpada. As empresas de grande porte sob suspeita foram contratadas para as obras estruturantes dos parques eólicos construídos nas imediações das áreas exploradas.

As diligências de busca e apreensão realizadas nesta data têm por objetivo identificar todos os envolvidos e mensurar o prejuízo causado à União e ao meio ambiente.

A operação ANEMOI está sendo realizada de forma simultânea com a Operação SIROCO, desencadeada também na data de hoje pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte, que investiga fatos similares praticados pelos mesmos suspeitos.

Nome da operação: trata-se da palavra grega Άνεμοι — Anemoi que significa VENTOS, em referência ao destino da maior parte dos minérios, qual seja, a construção de parques eólicos no Estado do Ceará.

 

Contato: (85) 9.8970-0624

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Polícia Federal

PF combate usurpação de minério e lavagem de dinheiro com Inteligência Geoespacial

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Natal/RN – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira, 26/6, a Operação Siroco*, com o objetivo de apurar usurpação de minério, lavagem de capitais e crimes ambientais.

Policiais federais cumprem, simultaneamente, três mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, nas cidades de Natal/RN e Fortaleza/CE. A operação do Rio Grande do Norte foi deflagrada de forma coordenada com a Operação Anemoi, deflagrada, também na data de hoje, pela Polícia Federal no Ceará e que investiga fatos similares praticados pelos mesmos suspeitos naquele estado.

A investigação realizada no Rio Grande do Norte, utilizando-se de modernas técnicas e diligências de campo, logrou vincular empresas de grande porte a treze áreas em que houve exploração mineral indevida nos anos de 2012 a 2016.

Os alvos foram separados por modelagem em sistema de informação geográfica, com utilização de bandas espectrais de imagens de satélite da NASA. Uma vez que a modelagem indicou locais suspeitos de extração ilegal de minério, os dados foram encaminhados ao Setor de Inteligência Geoespacial da Diretoria de Inteligência Policial da PF para análise.

A análise posterior, realizada com base em imagens satelitais de alta definição espacial e dados georreferenciados de processos minerários da Agência Nacional de Mineração, demonstrou fortes indícios de que as empresas suspeitas estariam retirando minério (principalmente saibro e areia) de forma criminosa e utilizando esse minério na terraplenagem e na pavimentação de vias de acesso de complexos eólicos construídos no Rio Grande do Norte.

Diligências realizadas nos locais suspeitos, que contaram inclusive com uso de drones, confirmaram o que já havia sido levantado por meio de sensoriamento remoto e modelagem espacial. Policiais verificaram que houve exploração mineral nos polígonos indicados onde não estava autorizada a exploração econômica, bem como que as empresas sob suspeita foram contratadas para as obras estruturantes dos parques eólicos construídos nas imediações.

Além da usurpação mineral, verificou-se que as áreas onde houve extração estavam degradadas, pois foi retirada a vegetação e a camada superficial do solo, rica em matéria orgânica, inviabilizando a recuperação natural do ambiente.

Identificou-se que os locais de extração mineral estavam situados nas proximidades de obras de construção de parques eólicos e, mediante entrevistas, confirmou-se que esse era o destino da matéria prima retirada. A área de solo degradado analisada nesta operação chega a 800.000 m2, o que equivale a cerca de 100 campos de futebol.

Corroborando os dados da investigação, com uso de programas estatísticos e ferramentas de Data Mining, promoveu-se a análise de uma massa de dados de cerca de dezessete mil notas fiscais e oitocentas mil transações financeiras, o que corresponde à movimentação total de nove bilhões de reais, aproximadamente. Com esses dados foram comprovados os pagamentos em face da extração indevida.

Em relação à lavagem de dinheiro, existe a suspeita de emissão de notas fiscais ideologicamente falsas para dissimular a origem criminosa da matéria-prima extraída, bem da União.

As diligências de busca e apreensão realizadas nesta data têm como objetivo identificar todas as pessoas que atuaram na ação criminosa e mensurar o prejuízo causado à União e ao meio ambiente.

As investigações apuram a extração ilegal de minério que estaria sendo utilizado em construção civil, principalmente na construção de parques eólicos no estado do RN, conduta que, em tese, importa nos delitos previstos no art. 55 da Lei 9.605/98 e art. 2º da Lei 8.176/91, além de lavagem de capitais (art. 1º da Lei 9.613/1998) ante a possível dissimulação da origem criminosa da matéria-prima extraída irregularmente.

Será concedida entrevista coletiva às 10h, por meio do aplicativo Teams. Os interessados em participar devem encaminhar mensagem à Comunicação Social da PF/RN, indicando e-mail para recebimento de link convite.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
[email protected] | @pfnorn | www.pf.gov.br
(84) 3204.5588

 

(*) O nome da operação (Siroco) é referência a uma divindade que representa um dos ventos menores na mitologia grega. Esta é a primeira operação da PF a utilizar inteligência geoespacial como ferramenta de investigação de usurpação mineral e lavagem de capitais.

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