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Operação apreende equipamentos para pesca predatória nos rios Cuiabazinho e Manso

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Ações de fiscalização são realizadas constantemente para prevenir ilícitos ambientais na região

Durante uma operação realizada na última semana de agosto, fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) apreenderam equipamentos e petrechos utilizados em crimes ambientais nos rios Cuiabazinho e Manso, em Cuiabá.

A equipe de Coordenadoria de Fiscalização de Fauna realizou ação preventiva com barreiras terrestres e abordagens fluviais com orientações quanto à legislação.

As quatro redes e tarrafa usadas na pesca predatória foram recolhidas pela equipe para serem inutilizadas ou destinadas a outros fins. Os peixes que estavam presos nas redes foram soltos e devolvidos ao rio.

Os rios Manso e Cuiabazinho são focos de constantes denúncias de práticas de pesca predatória com uso de materiais e equipamentos proibidos. Por isso, a coordenadoria de Fauna intensificou as ações fiscalizatórias para inibir os ilícitos ambientais contra a fauna.

Desta forma, a fiscalização na região vem ocorrendo de forma contínua durante o ano, sendo reforçada nos locais e períodos proibitivos. Quem for pego praticando a pesca ilegal é multado, conduzido à delegacia e tem os materiais apreendidos.

Em média, quatro equipes atuam na fiscalização dos rios da Baixada Cuiabana ppor semana. As equipes da Sema trabalham em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental e conta com o apoio de segurança da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil.

Também como forma de fortalecer a fiscalização nos rios, a Sema entregou 40 barcos e motores aos municípios descentralizados, com recursos do Fundo Amazônia/BNDES, como forma de equipar as secretarias municipais de Meio Ambiente e fortalecer as operações contra pesca predatória.

Denúncia

O cidadão pode denunciar a pesca predatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema pelo telefone: 0800-65-3838, nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

 

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Secretário volta a negar que Estado vai fechar escolas em Várzea Grande e diz que unidades serão redimensionadas

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Conforme Alan Porto, o Sintep do município está espalhando fale news sobre os planos do governo [Foto – David Borges]

O secretário estadual de Educação, Alan Porto, voltou a negar nesta segunda-feira (27) que o governo fechará escolas estaduais. O assunto vem sendo discutido e foi alvo de protestos de professores, pais e alunos. Em uma das unidades, a Escola Estadual Licínio Monteiro, em Várzea Grande, houve manifestação na semana passada contra o fechamento da instituição. “A Escola Licinio Monteiro oferta modalidade jovens e adultos de forma centralizada. O que nós queremos é descentralizar esses atendimentos. Nós vamos ofertar em 14 escolas, deixando mais próximo das casas de quem precisa”, disse.

“Está acontecendo o redimensionamento em quatro unidades: Escola Demetrio de Souza, Escola Estadual Heroclito Leôncio Monteiro, Escola Manoel Correia de Almeida e Licínio Monteiro da Silva”, completa.

Conforme o secretário, há pessoas plantando fake news sobre o assunto, e que a Seduc, estuda, na verdade, redimensionar  quatro escolas  que serão repassadas para a gestão do município, que ficará responsável pela educação infantil e do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano).

“Está acontecendo é Fake News por parte do Sintep de Várzea Grande e do deputado Lúdio Cabral (PT). É um processo de redimensionamento, em regime de colaboração. Isso está acontecendo, pois tem a concordância do município. Inclusive, tenho feito várias reuniões com o secretário Silvio Fidelis e sua equipe para definirmos o redimensionamento dessas unidades escolares”.

Conforme o secretário, nessas quatro escolas haverá atendimento para educação infantil e fundamental. “Vamos colocar os jovens e adultos mais próximos da sua residência. Não tem que dizer que vai ter prejuízo. Nenhum professor ou aluno terá prejuízo. Eles serão distribuídos em 14 escolas, são planejamentos para 2022”.

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Várzea Grande fecha o ginásio Fiotão por dois dias para desinfecção após determinação da vigilância sanitária

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Várzea Grande fecha o Ginásio do Fiotão por dois dias para desinfecção após determinação da vigilância sanitária

Seguindo as determinações da própria Vigilância Epidemiológica e Sanitária de Várzea Grande, um dos pontos mais importantes da Campanha de Vacinação contra a COVID 19, o Ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos – FIOTÃO, não funcionará nesta terça e quarta-feira (28 e 29), em função da dessanitização que será feita em todas suas dependências.

“Todas as dependências aonde são realizadas vacinação realizam serviços de limpeza mais apurada, mas como o FIotão tem grandes dimensões, e em vários locais e salas foi colocado um carpete em cima da quadra poliesportiva, se faz necessário este tipo de procedimento em prol da própria saúde das pessoas”, disse Relva Cristina de Oliveira superintendente de Saúde.

Ela estimou que das quase 300 mil doses aplicadas de vacinas contra a COVID 19, cerca de um 100 mil foram aplicadas no Ginásio do Fiotão que se tornou um ponto estratégico por causa da localização central e, ao lado do Terminal Rodoviário André Maggi,  que permite facilidade no acesso para aqueles que não dispõe de veículo próprio.

“Para as pessoas saberem da importância do Fiotão, apenas nesta última sexta-feira (24), quando realizamos o terceiro ‘Sextou Vacina VG’ foram vacinadas mais de 5.000 pessoas em um único dia, o que demonstra a importância do local para o planejamento preparado pela equipe do secretário Gonçalo Barros”, frisou Relva Cristina.

Ela ponderou ainda que diferente de outros locais como o Centro Universitário UNIVAG, o Parque Berneck e o Jardim dos Estados, o Ginásio do Fiotão tem muitas dependências fechadas que levaram as Vigilâncias Epidemiológicas e Sanitárias a recomendarem a dessanitização que é realizada por empresa especializada e com anuência da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

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