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Economia

Open Banking: veja como sistema pode aumentar seu limite de crédito

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Open Banking: veja como o novo sistema pode fazer os bancos digitais aumentarem o limite de crédito
Fernanda Capelli

Open Banking: veja como o novo sistema pode fazer os bancos digitais aumentarem o limite de crédito

O Open Banking está em sua segunda etapa de implementação no país. Dessa forma, até o final deste ano, o novo sistema do Banco Central (BC), que promete abrir e modernizar o setor bancário brasileiro, será implementado no país.

Além de aumentar a eficiência dos bancos para os consumidores e a competição do Sistema Financeiro Nacional, questões como aumento de limite em cartões de crédito serão mais fáceis com o Open Banking.

Como o Open Banking facilita o crédito?

Após a implementação do Open Banking, o histórico financeiro ficará à disposição do cliente e não mais das instituições financeiras.

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Portanto, na prática, caso o cliente esteja em uma instituição a muitos anos, tenha histórico de investimento, limites bons, assim como bons histórico de pagamento, ele poderá autorizar que uma nova instituição de seu interesse tenha acesso a todas essas informações.

Dessa forma, fica mais fácil para um banco digital como o Nubank ou Banco Inter analisar um cliente. Portanto, eles dariam ao usuário, de cara, um limite mais alto.

Confira a reportagem completa aqui

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Economia

Ministro da Economia: Brasil vai insistir em mudanças no Mercosul

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (27) que o Brasil vai continuar tentando fazer mudanças no Mercosul. Segundo ele, o governo brasileiro busca “modernizar” o bloco econômico, mas tem encontrado resistência da Argentina. O bloco é formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

“A nossa posição é de avançar. Nós não vamos sair do Mercosul. Mas nós não aceitaremos o Mercosul como ferramenta de ideologia. O Mercosul tem uma proposta muito clara: é uma plataforma de integração na economia global. Se ele não entregar esse serviço, nós vamos modernizar, os incomodados que se retirem”, disse ao participar, de modo remoto, do evento O Brasil quer Mais, promovido pelo International Chamber of Commerce, a Câmara de Comércio Internacional.

O Brasil tem proposto a redução da tarifa externa comum (TEC) em 10% para todos os produtos, enquanto a Argentina defende que apenas parte das mercadorias sejam incluídas na redução. “Nós vamos ficar firmes nessa posição. E a Argentina parece que está muito firme em uma posição antagônica à nossa”, ressaltou Guedes sobre as disputas internas no bloco.

As divergências também são sobre a forma de tomada de decisão dentro do bloco. Atualmente, todas as decisões são feitas a partir de consenso entre os quatro países membros. “É exigido unanimidade para fazer mudança no Mercosul e eles transformam isso em vetos. Na verdade tem três querendo fazer a modernização do Mercosul: Brasil, Paraguai e Uruguai. E Argentina está em um momento muito especial, muito delicado, e nós compreendemos”, comentou o ministro sobre o tema.

Privatizações

Sobre a política econômica brasileira, Guedes voltou a defender as privatizações das empresas estatais como um dos eixos norteadores do planejamento de longo prazo. “Continuar com as privatizações: Petrobras, Banco do Brasil. Todo mundo entrando na fila, sendo vendido e isso sendo transformado em dividendos sociais”, destacou.

O ministro ressaltou ainda que, nos últimos dois anos e meio, foram feitas privatizações que totalizm de R$ 240 bilhões. A expectativa de Guedes é de que nos próximos meses sejam aprovadas as vendas de grandes empresas estatais como a Eletrobras e os Correios. “O plano é transformar o estado brasileiro: contar mais com os investimentos privados, acelerar as desestatizações”, acrescentou.

Edição: Denise Griesinger

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Economia

CNI: confiança da indústria de construção tem forte queda em setembro

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da indústria de construção apresentou forte queda em setembro, recuando 5 pontos em relação ao apurado em agosto, informou hoje (27) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Neste mês, o índice ficou em 54,7, a maior queda do índice desde março de 2021. O índice varia de zero a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do setor de indústria e quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança do empresariado. Quanto mais próximo de zero, menor a confiança.

“Entre agosto e setembro, o índice de condições atuais da economia brasileira recuou de 51,3 pontos para 42,3 pontos. Ao ficar abaixo da linha divisória de 50 pontos, o índice reflete a transição de uma percepção positiva para uma percepção negativa da economia brasileira. Já o índice de expectativas da economia brasileira também apresentou uma forte queda, de 8 pontos, porém permanece acima da linha divisória de 50 pontos”, informou a confederação.

A CNI disse que o resultado de setembro foi marcado por uma deterioração da percepção das condições atuais e das expectativas sobre a economia brasileira. Ainda de acordo com a confederação, alinhadas à queda de confiança, as expectativas dos empresários da indústria da construção com relação às variáveis relacionadas à atividade também caíram, embora em menor magnitude

De acordo com o levantamento, as expectativas do nível de atividade, de novos empreendimentos, de compra de insumos e matérias-primas e do número de empregados recuaram, respectivamente, 1,3 ponto, 0,9 ponto, 0,8 ponto e 1,0 ponto. Com isso, esses índices ficaram, no mês de setembro, em 56,4 pontos, 55,4 pontos, 55,1 pontos e 53,4 pontos, respectivamente.

“Apesar da queda, todos os índices de expectativas seguem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que as expectativas dos empresários são de crescimento para essas variáveis nos próximos seis meses”, afirmou a CNI.

Outro índice da indústria da construção que apresentou queda no mês foi o de intenção de investimento que caiu 4,2 pontos para 41,2 pontos. Essa é a maior queda do índice em um único mês desde abril de 2020.

Apesar da queda, a CNI informou que o índice segue acima da sua média histórica, que é de 35,2 pontos, “o que indica que embora a intenção de investir seja menor que a de agosto, ela segue acima da intenção de investir que vem sendo observada nos últimos anos.”

Edição: Maria Claudia

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