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Saúde

Onze estações de trem em São Paulo promovem vacinação nesta segunda

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Agência Brasil

CPTM
CPTM / DIVULGAÇÃO

Atendimentos acontecerão em postos nas estações

Usuários de 11 estações de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que ainda não tiverem se vacinado contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite, difteria, tétano e coqueluche poderão receber, hoje (28), a imunização.

Os atendimentos serão realizados em postos montados nas Linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 11-Coral e 12-Safira. A estação Barra Funda, que atende às Linhas 7-Rubi e 8-Diamante, receberá a ação das 8h às 14h contra difteria, tétano e coqueluche (a vacina DTP), além de hepatite.

Na Linha 11-Coral, a vacinação ocorre das 9h às 17h nas estações Corinthians-Itaquera, José Bonifácio, Dom Bosco e Guaianases contra sarampo caxumba e rubéola.

As estações Comendador Ermelino, São Miguel Paulista, Jardim Helena-Vila Mara, Itaim Paulista e Jardim Romano, da Linha 12-Coral, recebem o mesmo tipo de atendimento e no mesmo horário. Para receber a dose da vacina é obrigatório apresentar um documento oficial com foto e, caso possua, a carteira de vacinação.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

OMS diz que risco de transmissão da Covid-19 em vôos é “muito baixo”

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avião
Reprodução

Estudo diz que transmissibilidade da Covid-19 em aviões é muito baixa

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o risco de disseminar a Covid-19 em vôos parece “muito baixo” desde que haja obediência aos protocolos de segurança e distanciamento social. A Organização comentou um estudo realizado pela Agência Internacional de Transporte aéreo.

“A transmissão em voo é possível, mas o risco parece ser muito baixo, dado o volume de viajantes e o número pequeno de relatos de casos. O fato de que a transmissão não é amplamente documentada na literatura publicada não significa, porém, que não acontece”, disse a OMS em um comunicado à agência Reuters.

Apesar de reconhecer que o risco não é alto, a Agência reforça que ele existe e merece atenção – diferente do que sugerem algumas empresas aéreas como a norte-americana United Airlines, que teria citado um estudo ao afirmar que o risco é “virtualmente inexistente”.

No dia 8 de outubro, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) afirmou que apenas 44 casos de transmissão em voo foram identificados entre 1,2 bilhão de viajantes neste ano. É possível que haja, porém, subnotificação dos dados.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saúde planeja incentivo para ações em prol de alimentação saudável

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O Ministério da Saúde planeja disponibilizar, ainda este ano, em caráter excepcional e temporário, um incentivo financeiro para qualificação das ações de promoção de alimentação saudável e da atividade física no país. A iniciativa busca reforçar a atenção a pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), e os valores a serem empregados no incentivo ainda estão em estudo.

Divulgada ontem (21), a Pesquisa Nacional de Saúde apontou que o excesso de peso e a obesidade se tornaram mais frequentes na população brasileira entre 2003 e 2019. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde.

A proporção de obesos na população brasileira aumentou de 12,2% para 26,8% entre 2003 e 2019. No ano passado, 30,2% das mulheres e 22,8% dos homens com 20 anos de idade ou mais tinham índice de massa corpórea (IMC) maior que 30 kg/m2, o que configura obesidade.

O excesso de peso, que se dá a partir do IMC 25 kg/m2, também se tornou mais frequente na sociedade brasileira, passando de 43,3% em 2003 para 61,7% em 2019.

Segundo o Ministério da Saúde, está em preparação o lançamento de ações de qualificação para profissionais de saúde, como o “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de sobrepeso e obesidade” e a publicação do “Instrutivo de Cuidado da Obesidade em Crianças e Adolescentes”.

“Nós já vínhamos acompanhando a evolução dos indicadores de sobrepeso e da obesidade, mas agora com esses dados novos temos uma informação real, mensurada, que reforça a necessidade de compromisso do Ministério da Saúde e da sociedade para enfrentamento de um dos principais fatores para doenças de risco, como diabetes e doenças cardiovasculares, entre outras”, disse Eduardo Macário, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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