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Saúde

OMS diz que Covid pode se espalhar rapidamente na Coreia do Norte

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Programas de vacinação ainda não começaram na Coreia do Norte
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Programas de vacinação ainda não começaram na Coreia do Norte

A Organização Mundial da Saúde alertou nesta segunda-feira que a Covid-19 pode se espalhar rapidamente na Coreia do Norte , onde os programas de vacinação ainda não começaram, segundo comunicado. A mídia estatal do Norte relatou 50 mortes pela “epidemia em andamento” e  mais de 1,2 milhão de pessoas com “sintomas de febre”.

“Como o país ainda não iniciou a vacinação contra a Covid-19, existe o risco de que o vírus se espalhe rapidamente entre as massas, a menos que (a propagação) seja reduzida com medidas imediatas e apropriadas”, disse Poonam Khetrapal Singh, diretor regional da OMS para o Sudeste Asiático, em nota enviada à imprensa.

No mesmo comunicado, a OMS disse que ainda não recebeu informações sobre o surto relatado diretamente das autoridades locais.

Segundo a agência de notícias “Yonhap”, o governo sul-coreano tentou enviar uma mensagem formal à  Coreia do Norte para ajudar no combate ao surto de Covid-19, mas Pyongyang continua sem responder, afirmaram as autoridades nesta segunda-feira. Os dois lados tiveram um telefonema de rotina, contudo, que ocorreu “normalmente” através do canal de comunicação direto na manhã desta segunda-feira.

O ministério da unificação disse que tentou entregar a mensagem via fax, assinada por seu chefe Kwon Young-se, ao chefe do Departamento da Frente Unida do Norte, Kim Yong-chol, às 11h do mesmo dia. Mas o Norte ainda não esclareceu sua intenção de “aceitar” a notificação, acrescentou.

As autoridades de saúde em Seul acreditam que o surto de Covid-19 na Coreia do Norte é provavelmente muito mais sério do que o anunciado pela mídia estatal.

— Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra

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Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra
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Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra

Uma vacina personalizada contra o câncer que usa tecnologia semelhante ao imunizante contra a Covid-19 produziu resultados iniciais “realmente esperançosos”, de acordo com os pesquisadores do Clatterbridge Cancer Center, da Inglaterra.

O medicamento foi desenvolvido de forma individual dos pacientes, a partir do DNA de cada um deles. A vacina foi aplicada como complemento do tratamento convencional para câncer de cabeça e pescoço.

Esses dois tipos de câncer costumam ter chances elevadas de retornar aos pacientes. Mas dados do ensaio clínico realizado no Clatterbridge Cancer Center mostram que nenhum dos oito primeiros pacientes que receberam a vacina tiveram recaída, mesmo após vários meses.

No entanto, o câncer voltou em dois dos oito pacientes que não foram imunizados com a vacina. De acordo com os pesquisadores, os números são muito pequenos para tirar conclusões estatísticas definitivas.

O professor Christian Ottensmeier, consultor médico oncologista e diretor de pesquisa do Clatterbridge Cancer Center, disse à Sky News que está “cautelosamente otimista”.

“Estou realmente esperançoso, sim”, disse Ottensmeier. “Estou bastante animado com isso. Todos os dados estão apontando na direção certa”.

A vacina foi batizada de TG4050. Ela é desenvolvida pela empresa francesa Transgene usando tecnologia semelhante à que produziu a vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca.

O medicamento da Transgene pega uma parte do DNA do tumor de um paciente individual, “recorta e cola” em um vírus inofensivo. Depois o vírus geneticamente modificado é injetado no corpo e atua no sistema imunológico destruindo as células cancerígenas ainda em um estágio inicial, antes mesmo que haja um nódulo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

A máscara branca da mulher da casa abandonada

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Casarão em São Paulo virou ponto turístico após história viralizar
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Casarão em São Paulo virou ponto turístico após história viralizar

No podcast “A mulher da casa abandonada”, Chico Felitti investiga a identidade de uma excêntrica senhora moradora de um casarão em ruínas em Higienópolis, um dos bairros mais caros de São Paulo.

Seu nome é Margarida Bonetti. Ela e o marido se mudaram para os Estados Unidos na década de 70 e, com eles, levaram uma brasileira para trabalhar como empregada do casal. Submeteram-na a um serviço análogo à escravidão, até que uma vizinha denunciou o casal à polícia dos EUA.

O marido de Margarida, Renê Bonetti, foi investigado, preso e pagou multas pelos crimes. [#spolier] Hoje está livre e trabalhando para uma empresa que tem relações com a NASA. Margarida conseguiu fugir para o Brasil e hoje mora sozinha numa casa sem esgoto e caindo aos pedaços.

Uma das excentricidades dela está na aparência. Margarida, além de roupas sujas e mal cheirosas, usa uma “pasta branca” cobrindo completamente o rosto. Esse é também um dos mistérios dessa figura sombria.

A pasta branca no rosto dela é provavelmente algum creme a base de óxido de zinco, substância muito usada em cremes para assaduras e também em filtros solares. Surfistas usam muito essa substância porque ela protege contra os raios solares de maneira muito eficiente além de não sair em contato com a água.

Muitas hipóteses são criadas, mas a mais provável é que ela seja portadora de alguma fotodermatose. Lúpus, urticária solar e erupção polimorfa à luz são alguns exemplos. Nessas doenças, a exposição solar é proibida e indicamos o uso de filtros solares com alto fator de proteção solar e amplo espectro (UVA, UVB e luz visível). Elas são muitas vezes conhecidas como alergia ao sol.

Podemos imaginar muitas justificativas para a máscara, inclusive a de que ela esteja se escondendo atrás da pasta branca. De qualquer modo é importante o alerta para que você procure um médico se observar qualquer alteração na pele após exposição ao sol. Os sintomas são diferentes de uma queimadura após um período longo de sol em praia ou piscina. Na maioria das vezes surgem de maneira repetida manchas vermelhas nas áreas expostas ao sol (rosto, colo e braços), as vezes coceira, descamação, placas, vergões e mal estar.

Fonte: IG SAÚDE

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