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Oficial de Justiça é preso em flagrante por policiais da Defaz ao cobrar R$ 2 mil de empresária em Cuiabá

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Prisão ocorreu na manhã desta quarta-feira, no bairro Jardim Leblon (Reprodução TVCA)

Um oficial de Justiça foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (5) por policiais da Delegacia Fazendária (Defaz) acusado de cobrar propina de uma empresária. De acordo com a Polícia Civil, o acusado cobrou R$ 2 mil para não entregar uma notificação a empresária, que denunciou a tentativa de extorsão.

A mulher, que é proprietária de uma madeireira no bairro Jardim Leblon, estaria com dívidas com o condomínio onde mora, e o oficial, ao entregar a notificação, teria cobrado R$ 2 mil para dizer que não teria encontrado a empresária.

Após negociar com a vítima, o valor teria sido reduzido para R$ 500. Policiais civis foram acionados e logo que o homem se deslocou até a empresa para buscar o dinheiro, foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia Fazendária (Defaz) para prestar esclarecimento.

 

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Falso médico que atuou em prefeituras de MT é denunciado pelo MPF por exercício ilegal da profissão

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Denunciado apresentou diploma falso de universidade boliviana para revalidação no Brasil

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou Aldione Souza Cordovil pelo exercício ilegal da medicina, além da falsificação de documentos públicos, uso de documentos falsos e fraude processual. Ele apresentou diploma de medicina e certificações falsos, supostamente emitidos por instituição da Bolívia, para obter a revalidação no Brasil, junto à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Universidades brasileiras e inquéritos policiais têm identificado fraudes semelhantes envolvendo diplomas de medicina falsos de universidades bolivianas.

Com a revalidação do suposto diploma, Aldione Cordovil inscreveu-se como médico nos Conselhos Regionais de Medicina do Amazonas e do Mato Grosso (CRM/AM e CRM/MT). Ele praticou a profissão ilegalmente por quase nove anos, de abril de 2009 a fevereiro de 2018, em cidades do AM e MT, inclusive integrando o Programa de Saúde da Família (PSF) e em prefeituras municipais e outros órgãos públicos.

De acordo com a denúncia do MPF, sem a devida comprovação de preparação acadêmica, “ele colocou em risco a saúde, a integridade física e até mesmo a vida de quem, incauto, com ele se consultou desde então”. O MPF destaca também que, diante de questionamento quanto à equivalência do suposto diploma estrangeiro com o curso de medicina da UFRN, o falso médico prestou prova cognitiva em que foi reprovado. Ele acertou, de um total de 40 questões em cada área, apenas nove perguntas de Clínica Médica; sete de Clínica Cirúrgica; 15 de Saúde Coletiva; oito de Pediatria/Puericultura e 12 de Ginecologia/Obstetrícia.

Após o procedimento de sindicância na UFRN reconhecer a fraude, em 2019, o denunciado apresentou novos documentos falsos à universidade e à apuração criminal em andamento na Polícia Federal, supostamente emitidos pela Universidad Tecnica Privada Cosmos (UNITEPC), da Bolívia, que atestariam a validade de seu diploma. A instituição boliviana, porém, confirmou que o denunciado nunca esteve matriculado no seu quadro de alunos e que não emitiu diploma de graduação em medicina no seu nome.

Assim, o MPF afirma que “mesmo após descoberta a sua fraude e suspensas suas inscrições nos referidos Conselhos Regionais de Medicina, o denunciado insistiu na tentativa de exercício irregular da profissão, enganando a população”.

O MPF também requereu medida cautelar para que o denunciado seja proibido de exercer a medicina enquanto durar o processo. A Ação Penal tramita na 14a Vara da Justiça Federal no RN sob o nº 0804397-44.2022.4.05.8400.

 

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Supermercado atacadista é flagrado cobrando preço diferente do divulgado em Cuiabá

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Mais um supermercado atacadista da Capital foi alvo de operação conjunta de fiscalização realizada na manhã desta quarta-feira (25.05), pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e Procon estadual de Mato Grosso, após denúncia feita em vídeo divulgado em rede social.

A ação conjunta, realizada no supermercado localizado na Avenida Miguel Sutil, foi desencadeada após policiais civis tomarem conhecimento, por meio de uma rede social, de um vídeo gravado por um consumidor na manhã dessa terça-feira (24).

No vídeo, o cliente alerta outros consumidores para tomarem cuidado com a diferença de preços entre informados nas etiquetas afixadas nas gôndolas e os efetivamente cobrados no caixa da loja.

Os policiais civis e fiscais do Procon Estadual compararam os preços de 100 produtos do estabelecimento e somente dois deles apresentaram diferença de preços em prejuízo ao consumidor.

Segundo o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, Delegacia do Consumidor e o Procon Estadual realizarão ações conjuntas para verificar preços e outras possíveis ilegalidades, como a prática de venda casa ou a exposição à venda de produtos Impróprios para o consumo, em diversos supermercados da região metropolitana.

“A Polícia Civil está atenta às redes sociais e apura todas as denúncias que chegam ao seu conhecimento. Quem for flagrado cobrando preços acima dos informados nas gôndolas da loja pode responder por crime contra as relações de consumo, com pena de prisão de até um ano e multa”, explicou o delegado.

O consumidor também pode registrar um boletim de ocorrência, ligar no telefone 197 da Polícia Civil ou procurar a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), no bairro do Carumbé, em horário comercial de segunda a sexta-feira.

 

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