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Mato Grosso

Oficiais colombianos e rondonienses conhecem estrutura do Gefron

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O modelo de combate aos crimes de tráfico de drogas e roubo de veículos nas regiões fronteiriças de Mato Grosso tem chamado a atenção de outros estados e até mesmo de outros países. Oficiais da Polícia Nacional da Colômbia e da Polícia Militar de Rondônia estiveram, nesta terça-feira (24.11), na base do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em Porto Esperidião (374 km ao Oeste de Cuiabá), para conhecer a estrutura da unidade. 

Na oportunidade, os oficiais foram recebidos pelo secretário adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coronel PM Victor Fortes, que também tem acompanhado a agenda dos militares colombianos ao longo da semana. Além disso, o coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas, fez uma breve apresentação da unidade e alguns resultados obtidos neste ano.

Somente de janeiro a outubro de 2020, o Gefron atendeu 272 ocorrências. Entre as apreensões, destaque para os entorpecentes, totalizando 13,1 toneladas. Além disso, o grupo também conseguiu apreender ou recuperar 267 veículos roubados ou utilizados para o crime, 11 aeronaves, 53 armas, totalizando um prejuízo ao crime de aproximadamente R$ 262 milhões.

Os oficiais das polícias também tiveram a oportunidade de sobrevoar a região de fronteira nos postos do Limão, do Avião Caído e a região do Corixa. O voo foi realizado pelo Centro de Integração de Operações Aéreas (Ciopaer), que também participou da visita.

Presentes em Mato Grosso desde o último domingo (23.11), os oficiais da Polícia Nacional da Colômbia, tenente-coronel Marco Antônio Pulido Segura e major Gustavo Aldolfo Cortes Moya, já estiveram na sede da Sesp-MT, onde foram recebidos pelo secretário Alexandre Bustamante e puderam conhecer a estrutura tecnológica empregada no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), além de conhecerem o Comando Geral da Polícia Militar (PM-MT) e a Diretoria Geral da Polícia Civil (PJC-MT).

O objetivo da vinda dos oficiais do país vizinho é, além de promover o intercâmbio de informações e conhecimento acerca da segurança pública, em especial de combate ao narcotráfico, a participação no III Encontro do Sistema de Justiça Criminal de Mato Grosso, que ocorrerá nos dias 26 e 27 de novembro, por iniciativa do Poder Judiciário.

Batalhão de Fronteira e Divisas

Os três oficiais da Polícia Militar de Rondônia, coronel PM Odinelson Braga, major PM Glauber Souto e capitão PM Jairo Carneiro, aproveitaram a visita para estreitar a relação com os militares do Gefron.

De acordo com o capitão Jairo, que é comandante do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas do estado vizinho, o Gefron de Mato Grosso é referência para outros estados. E é justamente o conhecimento adquirido ao longo destes anos que Jairo quer levar para o recém-criado Batalhão de Fronteira de Rondônia.

“O Batalhão de Fronteira da Polícia Militar de Rondônia foi criado em 21 de novembro de 2019, então completamos um ano de criação e viemos até Mato Grosso para integrar, copiar a expertise e a questão operacional administrativa que o Gefron tem há 18 anos. Nosso batalhão hoje está hoje com 32 policiais, atuando no combate aos crimes transfronteiriços, entre eles tráfico de drogas, armas, veículos roubados, contrabando, descaminho, entre outros”, contou o oficial.

A principal diferença entre as fronteiras de Mato Grosso e de Rondônia é que o segundo possui mais de 1.300 quilômetros de fronteira molhada, o que exige um preparo específico para atuação e combate aos crimes. Os três oficiais ainda seguirão para Cuiabá nos próximos dias, onde conhecerão a sede da Polícia Ambiental.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Ouvidoria Geral de Polícia constata ampliação de vagas no sistema penitenciário

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A Ouvidoria Geral de Polícia constatou a ampliação de 2.286 novas vagas ofertadas no Sistema Penitenciário. A solicitação de informação foi motivada pela denúncia de um deputado estadual, veiculada na imprensa que gerou questionamentos sobre a decisão de fechar unidades prisionais no interior. A medida de fechamento de unidades do Sistema Penitenciário tem por base a otimização dos recursos públicos, mas condicionada à criação de novas vagas, no cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta do Estado com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso. 

O Sistema Prisional tem espaços de detenção de grande e de pequeno porte, distribuídos pelo estado, que somam 7.782 vagas. Quanto menor, maior é o custo unitário por reeducando. Por exemplo, uma cadeia em que só haja um preso precisará de mais agentes do que de internos, já que é será necessária a alternância de plantões. 

Pensando nisso e em respeito ao TAC, os gestores decidiram ampliar o número de vagas nas unidades já existentes. “Essas unidades que receberam reformas já possuem melhor estrutura de banheiros, celas, agentes e sistema de segurança. Em algumas unidades fechadas, o custo de um reeducando era três vezes maior do que na Penitenciária Central, por exemplo”, afirma Jean Gonçalves, secretário adjunto de Administração Penitenciária.

O déficit ainda é significativo, já que ultrapassa o número de 5 mil detentos. Mas para Jean Gonçalves, a previsão de criação de 4 mil novas vagas irá melhorar as condições das penitenciárias e com isso reduzir a criminalidade, tanto de ações que partem das cadeias, quanto de reincidência de quem já cumpriu a pena.

Na nova visão da Administração Penitenciária, é mais viável abrir vagas nas unidades já existentes, onde já existem estrutura e policiais penais.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Ouvidoria apura fechamento de unidades prisionais e constata ampliação de vagas no sistema

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A Ouvidoria Geral de Polícia constatou a ampliação de 2.286 novas vagas ofertadas no Sistema Penitenciário. A solicitação de informação foi motivada pela denúncia de um deputado estadual, veiculada na imprensa que gerou questionamentos sobre a decisão de fechar unidades prisionais no interior. A medida de fechamento de unidades do Sistema Penitenciário tem por base a otimização dos recursos públicos, mas condicionada à criação de novas vagas, no cumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta do Estado com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso. 

O Sistema Prisional tem espaços de detenção de grande e de pequeno porte, distribuídos pelo estado, que somam 7.782 vagas. Quanto menor, maior é o custo unitário por reeducando. Por exemplo, uma cadeia em que só haja um preso precisará de mais agentes do que de internos, já que é será necessária a alternância de plantões. 

Pensando nisso e em respeito ao TAC, os gestores decidiram ampliar o número de vagas nas unidades já existentes. “Essas unidades que receberam reformas já possuem melhor estrutura de banheiros, celas, agentes e sistema de segurança. Em algumas unidades fechadas, o custo de um reeducando era três vezes maior do que na Penitenciária Central, por exemplo”, afirma Jean Gonçalves, secretário adjunto de Administração Penitenciária.

O déficit ainda é significativo, já que ultrapassa o número de 5 mil detentos. Mas para Jean Gonçalves, a previsão de criação de 4 mil novas vagas irá melhorar as condições das penitenciárias e com isso reduzir a criminalidade, tanto de ações que partem das cadeias, quanto de reincidência de quem já cumpriu a pena.

Na nova visão da Administração Penitenciária, é mais viável abrir vagas nas unidades já existentes, onde já existem estrutura e policiais penais.

Fonte: GOV MT

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