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Observatório do Agronegócio apresenta dados sobre sustentabilidade e desenvolvimento

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Foto: Helder Faria

A Câmara Setorial Temática (CST) de Engenharia e Agronomia recebeu na tarde de segunda-feira (11) o coordenador do Observatório do Agronegócio, grupo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Sérgio Leal. Ele apresentou dados sobre desenvolvimento econômico e sustentabilidade em Mato Grosso.

Leal destacou que o estado tem avançado no uso de tecnologias e mostrou o aumento na produção do agronegócio com o passar dos anos, com melhor aproveitamento das áreas de plantio.

Ele também ressaltou o papel do agronegócio mato-grossense no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, assim como a importância do setor para a economia do estado. De acordo com dados apresentados pelo coordenador do observatório, Mato Grosso produz 28% das commodities brasileiras. Já o setor da agropecuária, cresceu 200% no estado entre 2000 e 2016.

Sérgio Leal ainda garantiu que o governo trabalha para levar o desenvolvimento econômico e social para todo o estado e para solucionar problemas de logística, como o custo da energia e dificuldades no escoamento e armazenamento da produção. Ele ainda acredita que o agronegócio tem contribuído para a diminuição da pobreza no estado. De 1991 a 2010, a redução de pessoa em situação de extrema pobreza ou pobreza foi de 68% e 70%, respectivamente.

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Ele ainda adiantou que um dos planos do Poder Executivo para criar mais renda e emprego passa pela industrialização do estado. De acordo com Leal, o governo trabalha para oferecer incentivos fiscais “escalonados”, com objetivo de atrair empresas que fabriquem produtos mais complexos. “Quando maior valor agregado ao produto, maior será o incentivo. As empresas vão ter muito mais fomento à industrialização”, prevê o coordenador.

O presidente da CST, Marcelo Capellotto, disse que as informações apresentadas no encontro serão colocadas no relatório final do grupo de trabalho. “Vamos apresentar esse documento daqui a 180 dias. Essas informações estarão disponíveis para a sociedade e também serão levadas através da Rádio Assembleia”, explica o engenheiro agrônomo. A Câmara Temática também vai apresentar sugestões de medidas e projetos de lei para contribuir com o desenvolvimento sustentável do estado. “Os parlamentares vão poder se utilizar desses dados para propor políticas públicas e legislação em geral”, completa o relator da CST, procurador da Assembleia Ricardo Riva.  

A próxima reunião da CST de Engenharia e Agronomia, requerida pelo deputado Sebastião Rezende (PSC), está marcada para 9 de dezembro,  às 14 horas, quando será ouvido o presidente da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Ministério da Agricultura, Edeon Vaz.

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Seis senadores gastaram R$ 200 mil com querosene para aviões; dois de MT na lista

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Os senadores Wellington Fagundes e Jaime Campos, na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com querosene para aviões

Levantamento do site Metrópoles mostra os senadores mato-grossenses Wellington Fagundes (PL) e Jaime Campos (DEM) na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com combustível para avião desde fevereiro de 2019 até o início do mês de dezembro. Conforme o levantamento, somente um grupo de seis vereadores gastou quase R$ 200 mil (R$ 197.032)

Wellington ficou em segundo lugar no “ranking”, tendo usado R$ 32.365,50 somente com o combustível. Jaime Campos (DEM) aparece na quinta colocação em gastos com querosene de aviação, somando R$ 8.841,60.

O parlamentar que mais gastou com o combustível foi Ciro Nogueira (PP-PI), responsável por 53,51% do valor total. Ele abasteceu 24 vezes e desembolsou R$ 105.438,09.  José Maranhão (MDB-PB), com R$ 23.014,89, ficou em terceiro lugar, seguido pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que gastou R$ 22.886,67; Jaime Campos e, Angelo Coronel (PSD-BA), R$ 4.485,25.

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O valor total desembolsado pelos congressistas é equivalente, por exemplo, ao gasto de uma viagem do Rio de Janeiro a Paris, com 320 pessoas, em um Boing 777-200. O cálculo feito leva em consideração o FOM (Flight Operation Manual) do Boeing 777, caso ele pese 420 mil libras em uma altitude de 39.000 pés, a média de um voo de cruzeiro.

Por meio de nota, Wellington Fagundes informou que a cota utilizada está dentro do limite permitido e foi destinada para deslocamentos aéreos em trechos que não possuem oferta de voos regulares, “para cumprimento de agenda parlamentar”.

“O uso de sua aeronave (EMB-810 C – Seneca II) se faz necessário, visto que Mato Grosso (com 900 mil km quadrados de extensão) é um Estado onde as distâncias entre alguns municípios podem superar mil quilômetros”, afirmou.

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Contas de gestão de Mauro Curvo frente à Procuradoria Geral de Justiça são julgadas regulares pelo TCE

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Ex-procurador geral de Justiça, Mauro Curvo (foto), teve suas contas aprovadas pelo TCE

Julgadas regulares as contas anuais de gestão da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de Mato Grosso, referentes ao exercício de 2018, sob responsabilidade do procurador-geral Mauro Benedito Pouso Curvo. As contas (Processo nº 84417/2019) foram julgadas na sessão extraordinária do Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso, realizada na tarde de terça-feira (03/12).

Relator do processo, o conselheiro interino Moises Maciel afastou apontamento feito pela equipe técnica do TCE-MT, referente à divergência entre os registros contábeis das contas de bens permanentes e a existência física dos bens. O conselheiro considerou que as divergências não foram originadas na gestão de 2018, sendo em parte resultantes da migração de dados do sistema antigo para o atual. Também verificou que o então gestor da PGJ envidou esforços no sentido de corrigir as inconsistências encontradas, reduzindo consideravelmente o número dos bens não localizados, de 3.543 para 1.561.

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Mesmo afastando a irregularidade, o conselheiro Moises Maciel recomendou à equipe técnica que realize a fiscalização das contas anuais de gestão do exercício 2019 da Procuradoria Geral de Justiça, para que analise os ajustes no Inventário 2018 e 2019, a fim de verificar se as falhas foram definitivamente sanadas.

Outra irregularidade apontada pela equipe técnica e afastada pelor relator tratou da nomeação de servidor para exercer o cargo de controlador interno, sem realização de concurso. O conselheiro afirmou ter sido comprovada a qualificação técnica do servidor nomeado, “sendo demonstrado que este é servidor estável, pertencente à carreira efetiva de contador do Ministério Público Estadual, com diversos cursos voltados para o Controle Interno, e que vem prestando serviço de grande valia para aquele Órgão”. O voto foi aprovado por unanimidade.

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