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Obras no Museu Nacional estão atrasadas; Promessa de reabertura em 2022 segue

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Agência Brasil

Museu Nacional vive a expectativa de ser reaberto em 2022
Reprodução/Fernando Frazão/Agência Brasil

Museu Nacional vive a expectativa de ser reaberto em 2022

O diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ), Alexander Kellner, considerou “muito proveitosa” a reunião que teve hoje (15), pela internet, com o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

“O ministro foi muito receptivo, pudemos conversar sobre novos projetos e o ministro se comprometeu a tentar ajudar o MN dentro de suas possibilidades, como prometeu também uma visita para ver ‘in loco’ a situação da instituição científica mais antiga do nosso país, que é o Museu Nacional”, disse Kellner à Agência Brasil.

O diretor afirmou que está mantida a perspectiva de reabrir parcialmente o museu durante as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil, em 2022 . “Seria muito triste se a gente deixasse o local onde tudo começou fechado. Eu acho que a gente pode fazer melhor”. Segundo Kellner, há boa vontade do ministério para que parte da reabertura aconteça na data.

Alexander Kellner avaliou que o andamento da reconstrução do museu, atingido por incêndio de grandes proporções no dia 2 de setembro de 2018, está indo bem, apesar da pandemia do novo coronavírus que obrigou a gestão a ser feita à distância.

“Estamos na fase de confecção de projetos, estamos tomando decisões, escolhendo propostas. Dentro desse contexto, a gente está muito entusiasmado. A data de abrir em 2022 continua vigente”.

A expectativa é iniciar as obras de consolidação dos ornatos, que têm de ser preservados e depois restaurados, em novembro próximo, “se a pandemia permitir”. A obra total de reconstrução do museu está orçada em mais de R$ 370 milhões, incluindo a restauração do Palácio do Paço da Quinta da Boa Vista e a reserva técnica, e tem previsão de conclusão em 2025.

O montante não inclui, entretanto, o acervo do museu. Dos R$ 370 milhões, já foram obtidos R$ 164 milhões. Negociações se encontram em curso com outros potenciais patrocinadores para conseguir os recursos restantes. Com o ministro, o diretor do MNRJ disse ter abordado também a possibilidade de outros financiamentos.

Alexander Kellner revelou que as obras estão atrasadas, não apenas devido à pandemia, mas porque a empresa de construção Technische , que venceu a licitação, não entregou os projetos para a fachada e os telhados do museu.

“Ela está um pouco atrasada. Mas prometeu entregar em breve”, adiantou. O diretor destacou também o empenho e competência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), à qual a instituição está vinculada, “que tomou para si o projeto Museu Nacional Vive e está fazendo tudo o que pode para nos ajudar”.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, não há previsão de divulgação de informações sobre a videoconferência entre o ministro e o professor Kellner.

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Caso Queiroz: Gilmar Mendes libera Habeas Corpus para julgamento no STF

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Fabrício Queiroz e sua esposa serão julgados pela Segunda Turma do STF
O Antagonista

Fabrício Queiroz e sua esposa serão julgados pela Segunda Turma do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes liberou para julgamento, na Segunda Turma, o habeas corpus de  Fabrício Queiroz e sua esposa Márcia Aguiar.

O julgamento deve começar no próximo dia 4 no plenário virtual, quando não há sessões de debates e os ministros apenas colocam seus votos no sistema.

Fabrício Queiroz e sua mulher foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por participação no esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual e senador Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro).

Em agosto, Filmar Mendes havia derrubado uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e restabeleceu a prisão domiciliar, levando em consideração razões de saúde e o contexto da pandemia.

Com a nova decisão, os ministros da Segunda Turma vão definir se o casal permanece em prisão domiciliar ou vai para o presídio .

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“Era um cenário de guerra”, diz testemunha do acidente com 41 mortos em SP

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Caminhão destruído após o acidente
Divulgação

Acidente de trânsito aconteceu na manhã desta quarta-feira (25)

Testemunha do  acidente entre um ônibus e um caminhão que matou 41 pessoas nesta quarta-feira (25), em uma estrada do interior de São Paulo, na cidade de Taguaí, o vendedor Thalis Marques, de 28 anos, conta em detalhes o que viu.

Confira o depoimento:

Sou de Taguaí e acordo todos os dias bem cedo para vender produtos de veterinária para gado, nas cidades aqui da região. Saí de casa sozinho nesta quarta-feira por volta de 6h40, em direção a Itaí, a 40 quilômetros daqui.

Dez minutos depois de sair de casa já me deparei com a fila de carros parando na via. Desci para ver o que era, e o pessoal já veio dizendo que não valia à pena chegar perto, porque o cenário estava muito feio. O acidente tinha acontecido há pouco mais de 20 minutos.

Olhando de longe, dava para ver que havia um ônibus envolvido, e parecia que ele não estava muito avariado. Me falaram que ele transportava o pessoal da fábrica da Stattus Jeans, que fica em Taguaí, aí fiquei preocupado.

Lembrei que meu cunhado Vítor não só trabalhava na fábrica, como fazia todos os dias pela manhã aquele mesmo trajeto, de ônibus.

“Quando cheguei perto, nunca vou esquecer o que vi. Era um cenário de guerra, com pedaços do ônibus espalhados por todos os lados. Havia um pilha de corpos empilhados nos fundos do veículo”.

O caminhão bateu no ônibus de frente, e foi empurrando todo mundo que estava nos bancos para trás. Era muita gente, muitos corpos, um em cima do outro. Só depois que fui saber que eram mais de 40 mortos, mas ali já dava pra ver o tamanho da tragédia.

Mesmo que meu cunhado estivesse ali, eu não ia conseguir identificá-lo, porque os corpos estavam presos nas ferragens, muita gente em cima uma da outra. Os motoristas dos outros carros já tinham coberto com pedaços de roupa os rostos mais aparentes.

Não sei o que o caminhão carregava, mas ele jogou muito dessa carga em cima das pessoas, um material de cor marrom, que grudava, não sei dizer o que era.

Minha esposa me ligou nessa hora para falar do acidente, eu disse a ela que já estava lá. Ela tava desesperada. “Calma, amor, vamos ver quem é”, disse a ela. Ela correu até a fábrica para saber se tinha alguma lista de vítimas, saber se o irmão dela estava ou não no ônibus.

Pouco depois, para nosso alívio, ele me ligou, dizendo que estava bem. Disse que viu o acidente, porque estava também em um ônibus a caminho da fábrica, mas à frente na estrada, pertinho da batida.

O pessoal falou que o motorista do caminhão quis podar (ultrapassar) outro ônibus na curva, e deu de cara com o caminhão. Uma outra pessoa falou que havia um quatro veículo, um outro caminhão muito devagar na pista, e que ao tentar podar ele, deu de cara com o caminhão. Ainda há muita informação desencontrada.

Nossa cidade é a capital do jeans e da confecção. A mão de obra das fábricas vem das cidades aqui da região. Não imaginava que agora fosse ficar conhecida por causa desse acidente horrível.

Conheço uma pessoa que morreu no acidente, mas a gente ainda não sabe o nome de todo mundo. Só vou saber se tinha mais conhecidos ou não no ônibus à noite.

A estrada é boa, não tem muita curva. É bem provável que o acidente tenha ocorrido por imprudência de motorista. O pessoal entrava para trabalhar às 7h, e aquele ônibus de funcionários já estava pertinho da cidade. Não tinha motivo pra colocar a vida do pessoal em risco.

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