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O que fazer em Recife? Influencer dá dicas para aproveitar cultura e culinária

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Sofia Santino indica os melhores lugares para visitar e comer em Recife; na foto, Sofia está no Marco Zero
Reprodução/Instagram

Sofia Santino indica os melhores lugares para visitar e comer em Recife; na foto, Sofia está no Marco Zero

Recife é um dos principais pontos turísticos de Pernambuco  e sempre se destaca na lista de destinos desejados de quem quer explorar praias maravilhosas, cultura muito rica e diversificada e comida boa — a cidade é considerada o terceiro pólo gastronômico do Brasil. Com tantas opções sobre o que fazer em Recife, escolher os pontos que não podem faltar pode ser uma tarefa difícil.

A influenciadora digital Sofia Santino, seguida por 2,5 milhões de pessoas no Instagram, é de Recife e se mudou para São Paulo há três anos. Para matar a saudade de casa, ela deu dicas de lugares que podem (e devem!) ser priorizados em uma viagem para Recife.

O iG Turismo já deu algumas dicas sobre o que fazer em Recife , além de onde ficar e o que comer e fala sobre as belezas naturais e pratos típicos da cidade. Porém, Sofia dá foco aos pontos turísticos menos mencionados nos principais roteiros de viagem, mas que merecem reconhecimento pela beleza e valor histórico. Além de cinco pontos turísticos imprescindíveis, ela indica cinco restaurantes para provar o melhor da gastronomia recifense.

O que fazer em Recife?

Praça do Marco Zero

A Praça Rio Branco, muito mais conhecida no Brasil todo como Marco Zero, registra o exato local em que a cidade passou a existir. “Todas as distâncias da cidade são calculadas desse local. O Marco Zero faz muito sucesso e é um lugar lindo, é histórico”, conta Sofia.

Por ser um espaço público, a influenciadora explica que é uma região bastante movimentada no quesito cultural, principalmente durante o Carnaval. No entanto, é comum que em todos os períodos do ano que o local receba manifestações artísticas. O Marco Zero também é buscado por proporcionar vistas privilegiadas da cidade, principalmente em relação ao contraste entre a cidade antiga e a nova. Para quem gosta de compras, também é ali onde fica o Mercado de Artesanato.

Rua do Bom Jesus

Para Sofia, é um ponto turístico que não pode deixar de ser conhecido. “A rua fica próxima do Marco Zero e é apaixonante. É uma rua bem importante para a cidade e é, inclusive, considerada a terceira rua mais bonita do mundo”, explica a influenciadora. A lista da Architectural Digest que colocou a via pública neste posto afirma que a beleza da rua está na vista dos casarões coloridos, arrematados pelas altas palmeiras e pelo chão de pedras.

A rua foi inaugurada em 1870, sendo considerada a mais antiga da cidade. Essa impressão permanece até hoje, já que a Rua do Bom Jesus manteve a mesma característica ao longo do tempo, teletransportando os visitantes de volta para o século 19. Até mesmo o trilho do bonde foi mantido, aflorando ainda mais a aura antiga do lugar.

Sofia conta que, aos domingos, a rua recebe uma feira de artesanatos em que artesãos expõem trabalhos manuais e outras tendas vendem comidas típicas. “É muito interessante e bonito. É um local para fazer um passeio em família, porque além do ambiente turístico também tem muito o que se fazer por lá”, ressalta.

Castelo de Brennand

Inaugurado em 2002, o Instituto Ricardo Brennand, ou simplesmente Castelo de Brennand, é um dos principais museus do Brasil. A instituição chegou a ser eleita como o melhor museu da América do Sul.

Além de ser um monumento importante para a história recifense, Sofia explica que traz uma visão diferente da cidade. “Quando você entra naquele ambiente parece que você está na Europa. É a sensação que todo mundo fala quando chega lá devido às palmeiras imperiais gigantes e a estrutura do castelo em si”, diz.

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O acervo do museu é considerado um dos maiores de armas brancas no mundo, expondo mais de 3 mil peças originárias da Europa e da Ásia, algumas provenientes desde o século 16. Também estão em exposição 27 armaduras, a maior coleção mundial do pintor holandês Frans Post, conhecido por registrar paisagens brasileiras, bonecos de cera e uma biblioteca com mais de 60 mil livros, sendo alguns deles bem raros.

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A entrada para o Castelo de Brennand custa R$ 32, no caso da inteira, e R$ 16 meia. Crianças de até 7 anos não pagam.

Paço do Frevo

O frevo é uma das expressões artísticas nativas de Pernambuco e marca fortemente a cultura da cidade. Para preservar e homenagear o ritmo, foi fundado em 2014 o Paço do Frevo, que Sofia define como o local ideal para conhecer a história do ritmo. “O frevo traz a identidade e a alegria do nosso Carnaval. É um museu superinteressante por trazer essa cultura de forma diferente mesmo para pessoas que já o conhecem”, indica a influenciadora.

Além de ser um centro de referência de ações, o prédio também expõe diversas documentações históricas e promove atividades sobre o ritmo. Todos os espaços arquitetônicos do prédio são adornados com as cores fortes das sombrinhas e dos trajes da dança, como vermelho, verde, amarelo e azul. A entrada para o Paço do Frevo é R$ 8, a inteira, R$ 4, a meia, e gratuita às terças-feiras.

Mercado de São José

Ao contrário de outros grandes mercados pelo Brasil, o Mercado de São José não é público, mas vale a pena a visita tanto pela estrutura arquitetônica construída em 1875 como pela riqueza em produtos artesanais e peças culturais, o que ela considera a riqueza do local.

Sofia explica que a palha é a principal matéria prima das peças à venda, como chapéus e bolsas. Também é possível encontrar bonecos de barro. “Tem também objetos mais regionais, como sandálias e bebidas típicas, e coisas para presentear, como souvenirs”, explica.

Turistas que gostam de degustar frutos do mar e peixes vão apreciar a área das pescadas, onde existem alguns bares. No entanto, Sofia alerta para o cheiro forte, que pode não ser muito agradável para uma permanência longa.

Onde comer em Recife?

Reteteu

“O Reteteu é aquele restaurante pequenininho que fica no quintal de uma casa com árvores. É um ambiente superarborizado e gostoso”, começa Sofia. “É aquele restaurante para conversar e comer, decorado com madeira e azulejos mais antigos. Ele traz elementos da cultura de forma natural, nada de forma exagerada”, continua.

A influenciadora diz que o cardápio transparece para o visitante o sabor nordestino de forma menos típica, mas principalmente no tempero dos pratos. Além do menu saboroso e diversificado, a casa também tem uma boa carta de bebidas e sobremesas. A faixa de preços vai de R$ 25 a R$ 89.

Tio Pepe

Sofia explica que o restaurante também proporciona uma forte atmosfera caseira, o que torna a experiência ainda mais aconchegante. O cardápio apresenta tanto comidas típicas como pratos mais sofisticados, que incluem carne de sol, picanha e peixes grelhados. “O Tio Pepe tem um ambiente bem legal, com diferentes objetos regionais e uma proposta diferente”, aponta. O local é mais indicado para almoço e jantar, mas, em alguns dias da semana, são oferecidos cafés da manhã.

Rota do Mar

Com atendimento de sexta a domingo, o restaurante é perfeito para quem quer degustar caranguejos, risotos de camarão e drinks refrescantes à beira do mar da Praia do Paiva. A localização é bem próxima de Jaboatão dos Guararapes, ao sul de Recife. “O Rota do Mar traz uma vibe mais natureza, o que torna tudo mais legal. É como se fosse um píer”, explica.

Bode do Nô

Com cardápio típico formado principalmente por opções de carne, o Bode do Nô também tem opções acessíveis como massas e pizzas. Sofia explica que o local tende a receber música ao vivo. O local é muito indicado para happy hours e para saída entre amigos. A faixa de preço do local varia de R$ 45 a R$ 100.

Pina Cocktails

Para quem quer curtir a vida noturna recifense, Sofia indica uma visita ao Pina Cocktails, considerado como um dos melhores bares da cidade. “É ideal para quem quer apreciar drinks diferentes, uma ótima opção para aproveitar a noite”, diz a influenciadora. Além da carta de drinks, o estabelecimento também oferece opções de petiscos sofisticados e saborosos.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Antigo Reino de Bagan é conhecido por mais de 10 mil templos budistas

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A ação de saqueadores e da natureza varreram milhares de templos anticos
Sebastien Goldberg/Unsplash

A ação de saqueadores e da natureza varreram milhares de templos anticos

Bagan é motivo de encanto e parada obrigatória para a grande maioria dos visitantes do sudeste asiático, e isso se deve às maravilhosas vistas que a região apresenta. Espalhadas por uma vasta planície empoeirada é possível ver dezenas de milhares de templos budistas exóticos.

Os reinos de Bagan tiveram início ainda no século 2 a.C., mas chegou ao auge muitos anos depois, já em 1057, durante o reinado do rei Anawrahta. Com o passar dos anos, a cada novo rei que assumia o posto, mais templos, pagodes e outras estruturas religiosas em homenagem a Buda eram construídas, chegando a ter mais de 13 mil.

Em 1287 as forças de Kublai Khan (Império Mongol) invadiram e saquearam muitos dos tempos, reduzindo em muito a população local, desde então a ação de criminosos e grandes desastres naturais – como terremotos – varreram grande parte dos templos. Atualmente, existem pouco mais de 200 templos permanecem de pé.

Já nos anos de 1990, o governo local decidiu restaurar centenas de templos, porém o processo não foi bem sucedido, por usarem materiais modernos, bem diferentes dos usados originalmente, o que o diferenciou muito do estilo de arquitetura. Toda essa mudança fez com que a Unesco se recusasse por muitos anos a reconhecer Bagan como  Patrimônio Mundial da Humanidade.

O primeiro pedido foi feito em 1996, e veio a ser aceito somente em 2019, algo que os moradores da região entenderam como uma correção histórica. Os templos são os últimos vestígios do antigo Reino Pagão da Birmânia (atual Myanmar).

O passeio de balões é um dos grandes atrativos de Bagan
Charlie Costello/Unsplash

O passeio de balões é um dos grandes atrativos de Bagan

O que fazer por lá

Opções do que se fazer em Bagan é o que não faltam, mas não há duvidas que os templos são o maior chamariz para turistas – seja para visitar ou sobrevoar em passeios de balão.

O Templo Ananda

Foi concluído em 1091, pelo Rei Kyanzittha. É inspirado em uma lendária caverna chamada Nandamula, situada nas montanhas do Himalaia. Com mais de 51 metros de altura, recebeu um topo dourado já em 1990, em comemoração aos 900 anos. Dentro do templo estão quatro grandes estátuas de Budas, das quatro eras. Kakusandha está virada para o norte, Konagamana para o leste, Kassapa para o sul e Guatama, o Buda mais recente, está para o oeste.

O Templo Gawdawpalin

Foi construído no século 12 pelo rei Narapatisithu, o templo de 60 metros foi muito danificado em um forte terremoto de 1975, sendo totalmente reconstruído anos mais tarde.

O Templo Dhammayangyi

Este é o maior templo em Bagan, foi construído pelo rei Narathu que reinou de 1167 a 1170.

O Templo Shwesandaw

Foi construído em 1057 pelo rei Anawahta, A estupa retrata os cabelos do Buda. Às vezes é chamado de Templo de Ganesh, deus hindu com cabeça de elefante cujo as imagens estavam nos cantos de cada um dos cinco terraços.

O Templo Mahabodhi

Uma réplica exata, em tamanho menor, do famoso templo Bodhi em Bodh Gaya, na Índia. Foi construído durante o reinado do rei Nantaungmya, entre 1210 e 1234.

O Templo Shwezigon

Este pagode foi construído como o mais importante santuário relicário em Bagan. Iniciado pelo rei Anawrahta e concluído pelo rei Kyanzittha em 1089. Ele contém vários ossos e cabelos do Buda.

O famoso passeio de balão

Os balões de ar quente sobrevoam Bagan a mais de 600 metros de altura
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Os balões de ar quente sobrevoam Bagan a mais de 600 metros de altura

Quando se procura por imagens de Bagan, depois dos grandes templos, o que mais se destaca são as imagens dos grandes balões de ar quente que sobrevoam a região a mais de 600 metros de altura. Este passeio está na lista de desejos de qualquer um que vá visitar Myanmar – a menos que tenha muito medo de altura.

Os voos de balão são silenciosos e estáticos, combinando com a luz do nascer do sol proporcionam um visual deslumbrante dos templos e de toda a área. É, sem dúvidas, uma experiencia inesquecível.

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Com taxas a partir de U$ 300 (cerca de R$ 1.7 mil) por pessoa, os passeios acontecem somente entre outubro e abril, quando o clima está mais propicio para o voo. Os voos podem durar de 45 minutos a uma hora.

A melhor época para viajar

A bicicleta em Bagan é um dos meios de transporte mais usado
propelahed/Flickr

A bicicleta em Bagan é um dos meios de transporte mais usado

Entre os meses de março e maio acontece a considerada “época seca”, quando a temperatura é bem quente, passando dos 40°C durante o dia. De junho a outubro as monções do sudeste asiático chegam à Myanmar, deixando a temperatura com uma média de 30°C e com fortes chuvas por quase todo o período.

Entre novembro e fevereiro está a melhor época para se viajar, as temperaturas ficam mais amenas e, durante o dia, beiram os 35°C. Por outro lado, a grande procura faz com que os preços fiquem bem elevados, o indicado é que se faça a reserva com bastante antecedência.

Se bem programado é possível visitar alguns dos maiores templos de Bagan em apenas dois dias, mas também há muito charme a ser explorado em templos menores – e que exigem um pouco mais de tempo -, que ficam fora do roteiro mais tradicional e podem ser acessados por pequenas trilhas. Para agilizar o passeio, podem ser alugadas bicicletas em hotéis, restaurantes e lojas locais.

Alugar uma bicicleta, porém, pode não ser a melhor das ideias em dias mais quentes, já que as trilhas são longas e exigem um dia inteiro de pedalada. Para isso também existe a alternativa de aluguel de motos e scooters. Para quem desejar mais conforto, mas sem tanta liberdade, também pode optar por usar o transporte público que passa somente pelas principais vias.

O turista também pode usar o serviço de Taxi, no qual o motorista o levará por onde quiser, mas é preciso combinar os valores com antecedência, para evitar um choque na hora de pagar a corrida – caso dinheiro não seja problema, também é possível agendar um tour com agências de turismo locais.

O pôr do sol no rio Irrawaddy

O pôr do sol no rio Irrawaddy
Shimmerx Lyan/Unsplash

O pôr do sol no rio Irrawaddy

Antes era possível escalar os grandes templos para assistir ao pôr do sol em Bagan, no entanto, com o aumento do tráfego de turistas acidentes se tornaram frequentes e a prática foi proibida.

Existem dois tempos ao longo do rio Irrawaddy que não contam com níveis para escalar, sendo muito mais seguros. Para quem sofre com dificuldade de locomoção, ou prefere vistas ribeirinhas, a dica é ir ao Bupaya Pagode e ao Lawkananda Pagode, onde se pode apreciar um belíssimo pôr-do-sol.

Explore o mercado local

O mercado em Myanmar
toozler/Flickr

O mercado em Myanmar

Para quem deseja fazer compras pode visitar as áreas fora da Zona Arquológica de Bagan, também conhecidas como “Nova Bagan”, ao norte da cidade mais antiga de Nyaung-U, próximo ao aeroporto de Bagan.

O Mercado Mani Sithu conta com a presença de moradores locais comprando e vendendo carne fresca e produtos secos. A cidade de Myinkaba, próxima a Bagan, foi um grande centro de produção de laca (louças artesanais) durante séculos. As oficinas atuais usam técnicas bem semelhantes às originais e são bem únicas. Ao contrário de outras peças de artesanato, as cores das lacas ficam mais claras com o passar dos anos, tornando a laca antiga especialmente apreciada por colecionadores.

A culinária local

A culinária local é bem variada, com influência também de outras regiões devido a alta no turismo
bengawanty/Flickr

A culinária local é bem variada, com influência também de outras regiões devido a alta no turismo

Graças ao grande fluxo de visitantes estrangeiros, o cenário alimentício de Bagan se tornou mais acomodado ao longo dos anos. Ao ir de Nova Bagan para Nyaung-U, existem restaurantes que atendem às tradições culinárias não somente birmaneses e chineses, mas também tailandeses, indianas, e até tibetanas e britânicas. A maioria dos restaurantes com uma boa relação custo-benefício pode ser encontrada em Nyaung-U.

Onde se hospedar

Bagan Hotel em Myanmar
Jacques Rollet/Flickr

Bagan Hotel em Myanmar

Em Nyaung-U também está localizada a maior oferta de hotéis a um bom preço. Apesar de ser um pouco mais afastada da região dos templos é, sem dúvida, o melhor local para se hospedar.

Velha Bagan

Região mais próxima aos templos, também mais indicada para quem deseja visitar os antigos portões da velha cidade. Os hotéis da região proporcionam vistas aos grandes templos e podem ficar às margens do rio Ayeyarwady (ou também chamado de Irrawaddy). O custo aqui é um pouco mais elevado, mas proporciona mais opções para o turista.

Nova Bagan

Está ao sul da Velha Bagan, a cerca de 4,6km de distância. É a opção de menor custo entre as três. A cidade foi construída após os anos 1990 e conta com uma arquitetura bem diferente das anteriores.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Quer viajar no Natal? Veja os preços mais baixos de voos, hospedagem e pacotes

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Os preços e pacotes mais em conta para quem quer passar o Natal em outras cidades
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Os preços e pacotes mais em conta para quem quer passar o Natal em outras cidades

As férias de fim de ano sempre inspiram a viajar e a busca pelo menor preço, ainda mais em tempos de instabilidade econômica, é uma boa pedida. Em vista disso, o iG Turismo separou quatro dos destinos normalmente mais procurados para o feriado de Natal e analisamos os preços dos pacotes em alguns sites de reservas de voo e hospedagem para dar uma ideia de quanto os turistas precisarão desembolsar caso queiram passar o Natal em uma cidade diferente.

Gramado, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Seguro foram os destinos separados. Simulações por meio da Submarino Viagens, 123 Milhas e Kaiak mostraram as variações de preços para visitar estes locais e exemplificar como estão os cenários de viagens e o que compensa ou não. De acordo com o Kaiak, por exemplo, a média de preços de passagem mais hospedagem no Brasil gira em torno dos R$ 931. Vale lembrar também que todas as simulações foram feitas com ponto de partida da cidade de São Paulo.

Gramado

Gramado, Rio Grande do Sul
Reprodução

Gramado, Rio Grande do Sul

123 Milhas

Para ir de avião, as passagens variam de R$ 1.829 a R$ 3.524 por adulto. Já a hospedagem, pela mesma plataforma, também varia de preço de acordo com o conforto e capacidade de ocupação, ou seja, quantas pessoas irão. As reservas mais baratas, com diárias de sete dias ao total, ficam a partir de R$ 1.966, e as mais caras a partir de R$ 9.046.

Submarino Viagens

Os voos diretos a partir de São Paulo têm preços variados de acordo com a classe em que se deseja viajar, mas partindo do pressuposto de que a classe selecionada seja a econômica, o preço varia de R$ 1.833 a R$ 3.793 dependendo da companhia selecionada. Já a hospedagem, pela mesma plataforma, o preço da diária para acomodações com um quarto para duas pessoas varia de R$ 436 a R$ 3.990.

Kaiak

A plataforma disponibiliza pacotes com preços variados que incluem tanto o voo quanto a reserva no hotel desejado por valores que podem ser mais em conta, dependendo do orçamento de cada um. A simulação foi feita para dois adultos com viagem de sete dias. Os valores variam de R$ 3.194 (incluindo voo) a pouco mais de R$ 10 mil (incluindo voo).

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro
Unsplash

Rio de Janeiro

123 Milhas

Para visitar o Rio de Janeiro durante o Natal, a plataforma oferece passagem para dois adultos a partir de R$ 505 cada um, e de acordo com o site, o mais barato sai ao todo R$ 1.257 para as duas pessoas, já o recomendado (que é voo direto, porém um pouco mais caro), sai por R$ 1.486 para os dois. Já a hospedagem mais barata para dois adultos por sete dias, a mais barata sai por R$ 442, mas pode chegar até R$ 835 dependendo do hotel. 

Submarino Viagens

A plataforma oferece passagens que variam de preço de acordo com a companhia aérea, sendo a mais barata de R$ 467 e a mais cara R$ 741 (para voos diretos). Já a hospedagem para dois adultos por sete dias tem valores que dependem diretamente da classificação do hotel. A partir de hotéis três estrelas, há diárias que variam de R$ 114 a R$ 170, por exemplo. A Submarino também tem pacotes que incluem hotel por sete dias e passagens de avião. O mais barato sai por R$ 884, e o recomendado pelo site em custo benefício fica em R$ 1.675.

Kaiak

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Os pacotes da Kaiak, com voo mais acomodação para dois adultos têm preços voláteis. Os filtros permitem que os viajantes definam suas prioridades, mas em um panorama geral, o pacote mais em conta fica em R$ 1.148, podendo chegar a pouco mais de R$ 4 mil.

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Curitiba

Curitiba, Paraná
Gerson Klaina

Curitiba, Paraná

123 Milhas

Para dois adultos, a passagem pela plataforma pode somar R$ 1.068 na oferta mais barata, já a recomendada sai por R$ 1.112. Quanto às acomodações, a diária mais barata por sete dias custaria R$ 418, porém, a recomendada por custo benefício, de acordo com a plataforma, seria R$ 690.

Submarino Viagens

Os voos diretos para duas pessoas variam de acordo com as companhias, indo de R$ 638 a R$ 864. As hospedagens, por sua vez têm preços a partir de R$ 111 (mais barato) a diária, podendo chegar a R$ 540. Já os pacotes, que incluem passagens aéreas mais as acomodações por sete dias, têm valor mais baixo de R$ 969, e o mais caro ficaria por R$ 2.507. O recomendado pela plataforma, porém, em termos de custo benefício, sairia por R$ 1.633. 

Kaiak

Dos pacotes da Kaiak para Curitiba, mantendo incluso as passagens para dois adultos e as acomodações, o preço mais baixo é de R$ 1.131, já o mais caro fica por R$ 2.565. O recomendado pela plataforma, levando em consideração o custo e a qualidade da acomodação, sai por R$ 1.455.

Porto Seguro

Porto Seguro, Bahia
Reprodução

Porto Seguro, Bahia

123 Milhas

Para quem deseja aproveitar o Natal em Porto Seguro, as passagens mais baratas para dois adultos saem por R$ 1.566 ao todo, e a recomendada pelo site tem o mesmo valor. As diárias de acomodações, por sua vez, variam bastante de preço conforme a avaliação do custo benefício. A diária mais barata sai por R$ 912 os sete dias de estadia, já a recomendada fica bem mais cara: R$ 8.632 pelo mesmo período.

Submarino Viagens

Os voos diretos para dois adultos variam de acordo com a companhia. A oferta mais barata é de R$ 1.074, e a mais cara, R$ 1.508. Já as acomodações variam bastante em questão de custo. A mais barata sai R$ 151 a diária, e a mais cara, R$ 3.008. Já os pacotes, que incluem as passagens e acomodações para dois adultos, tem preços variados também. O mais em conta fica em R$ 1.379, e o recomendado pela plataforma sai por R$ 11.485.

Kaiak

Os pacotes da Kaiak para Porto Seguro, incluindo passagens e acomodação para dois adultos tem preços voláteis. O mais barato é R$ 2.278, já o mais caro sai por R$ 6.141. O recomendado pela plataforma, levando em conta o custo benefício das acomodações, principalmente, sairia por R$ 2.551.

Fonte: IG Turismo

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