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Número de mulheres com coronavírus em Mato Grosso é maior comparado aos homens

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Dos casos notificados em MT, 42% são do sexo masculino e 58% do sexo feminino

Com 38 casos confirmados, Cuiabá é a cidade que concentra o maior número de pessoas que tiveram resultado positivo para COVID-19 em Mato Grosso.  É o que o consta no Boletim Informativo n°28, divulgado pela Secretária de Estado de Saúde (SES-MT) no final da tarde deste domingo (5).

Segundo o documento, atualmente, Mato Grosso possui um total de 60 casos confirmados de COVID-19.  Além disso, foram notificados 361 casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave e o registro de uma morte, esta no município de Lucas do Rio Verde (distante 360 km de Cuiabá).

Ainda de acordo com o documento, o gráfico mostra a cidade de Cuiabá no topo da lista, seguido de outros nove municípios: Rondonópolis, Várzea Grande, Tangará da Serra, Sinop, Nova Mutum, Nova Monte Verde, Lucas do Rio Verde, Campo Novo do Parecis e Alta Floreta.

Dados mostram que o número de mulheres com a doença é maior comparado aos homens. Do total de casos confirmados da COVID-19 por sexo, em Mato Grosso 42% são do sexo masculino e 58% do sexo feminino. Os casos da doença são monitorados de forma diária em cada unidade hospitalar do Estado

No final da tarde desta segunda-feira (6), será divulgada mais uma Nota Informativa com os números atualizados do novo coronavírus. O documento estará disponível no site da SES, que pode ser acessado por este link.

Além disso, o detalhamento de casos por municípios em Mato Grosso, será apresentado pela coletiva de imprensa virtual com o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, transmitida pelo Instagram e Facebook do Governo do Estado.

Ação do Governo de Mato Grosso

Com objetivo de conter o avanço do coronavírus no Estado, o Governo lançou na última sexta-feira (03.04), a campanha “Eu cuido de você e você cuida de mim” para que a população produza máscaras de proteção, feitas em casa com tecido, como forma de prevenção à doença.

O uso de máscara é recomendado pelo Ministério da Saúde, um acessório indispensável que ajuda no bloqueio das gotículas de saliva que são liberadas quando falamos ou espirramos. É na saliva que o vírus está presente e que pode contaminar outras pessoas.

Vale ressaltar que o uso de máscaras é obrigatório para todos que estiverem nas ruas. O Governo determinou que até o dia 13 de abril todas as empresas e estabelecimentos que estão em funcionamento neste período de pandemia providenciem o acessório aos seus funcionários.

Recomendações e cuidados básicos

  • Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
    ·    Realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com
    pessoas doentes ou com o meio ambiente;
    ·    Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
    ·    Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
    ·    Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
    ·    Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
    ·    Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
    ·    Manter os ambientes bem ventilados;
    ·    Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

 

 

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“Milhares de mato-grossenses terão suas vidas salvas aqui”, diz Mendes sobre retomada de obras do hospital Júlio Muller

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Governador destacou que unidade é uma das principais obras do programa Mais MT [Foto – Mayke Toscano]

O governador Mauro Mendes (DEM)  afirmou que milhares de mato-grossenses e pessoas de outros estados terão suas vidas salvas no Hospital Universitário Júlio Muller, cujas obras foram autorizadas a retomar nesta terça-feira (1).

O contrato e a ordem de serviço foram assinados em evento realizado no local da unidade de saúde, no km 16 da MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger. A obra, que seria entregue na Copa do Mundo de 2014, está parada há sete anos.

“Milhares de mato-grossenses e pessoas de outros estados terão suas vidas salvas aqui neste hospital. Hoje é um momento em que podemos virar essa página de obras paralisadas. Sete anos de uma obra que paralisou, deteriorou, e envergonhou a todos nós, mas que agora está sendo retomada por essa gestão”, relatou o governador.

Mauro Mendes destacou que o hospital terá 58 mil m² de área construída e, assim, será o maior hospital público de Mato Grosso e uma das principais obras previstas no programa Mais MT. O prazo previsto para a construção do hospital é de 24 meses. Após a entrega, a gestão da unidade ficará sob a responsabilidade da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Serão investidos R$ 207 milhões para a retomada e conclusão do hospital, sendo metade do valor com recursos federais e a outra metade bancada pelo Governo de Mato Grosso. Tanto os recursos federais quanto os estaduais já estão garantidos.

“Metade desse recurso vem do Governo Federal e está parado na conta desde 2013. O dinheiro é imprescindível. Mas é preciso correr atrás, vencer a burocracia, colocar a obra em marcha e entregar para a população, que é o que estamos fazendo”, pontuou.

Ao todo o Hospital Júlio Muller contará com 228 leitos de internação, 68 leitos de repouso e 63 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), sendo 25 para adultos, 18 voltados a atender crianças (pediátrico) e 20 para recém-nascidos (neonatal).  Além disso, a unidade de saúde contará ainda com 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios, 45 salas de exame, 21 salas para banco de sangue e triagem e outras 53 salas administrativas.

O governador lembrou que essa é a segunda grande obra de um hospital público em Mato Grosso que a atual gestão retomou em menos de 1 mês.

“Há poucos dias retomamos a obra do Hospital Central. Um hospital público parado há 34 anos que estava a 1000 metros do Palácio e de todos os Poderes e instituições. Não pode um estado que se diz tão rico ter essas coisas que envergonham a todos nós”, registrou.

Além dos hospitais Júlio Muller e Central, o Governo de Mato Grosso também construirá três novos hospitais regionais dentro do eixo de Saúde do programa Mais MT.

“Teremos um hospital regional no Araguaia, um regional em Juína e outro em Tangará da Serra, para atender a essas regiões. Com isso, vamos preencher os chamados vazios assistenciais da saúde de média e alta complexidade no Estado de Mato Grosso”, citou.

Também comparecem no evento o senador Wellington Fagundes; o deputado federal Dr. Leonardo; o reitor da UFMT, Evandro Soares; a vice-reitora da UFMT, Rosaline Lunardi; o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Guilherme Maluf; os deputados estaduais Allan Kardec e Wilson Santos; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), César Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Jordan Espíndola (Gabinete de Governo); o presidente do Intermat, Francisco Serafim de Barros; o presidente da MT Gás, Rafael Reis; o presidente da Ager, Luis Alberto Nespolo; o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Alessandro Borges; a diretora da Faculdade de Medicina da UFMT, Bianca Borsatto Galera; e a superintendente do hospital, Elisabeth Mendonça.

 

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Estado investiga rede de supermercados por fraudes fiscais por meio da emissão de boletos da Nota MT

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Reclamação é de estabelecimentos cujas notas fiscais não se revertiam em cupons para sorteios do Nota MT

A Secretaria de Estado da Fazenda de Mato Grosso deflagrou na manhã desta terça-feira (1), a Operação Contingência I. O objetivo principal da operação é dissuadir os contribuintes que sonegam impostos, prática que gera grandes prejuízos à sociedade e desequilíbrio na concorrência.

Foram alvos nesta primeira fase cinco estabelecimentos de uma rede de supermercados estabelecida em Cuiabá e Várzea Grande, além do escritório de contabilidade responsável pelo contribuinte. No decorrer desta semana a operação vai prosseguir em outras redes onde houve denúncia de não emissão de documentos fiscais.

A Operação Contingência I é resultado das investigações realizadas pelas unidades de inteligência e fiscalização da Secretaria Adjunta da Receita Pública e tiveram início partir da análise das reclamações apresentadas pelos cidadãos por meio do aplicativo móvel do Programa Nota MT.

Destacaram-se, entre os motivos de reclamação, as denúncias de estabelecimentos que forneciam a nota fiscal “em contingência”, mas que essa compra não se revertia em cupons para sorteio no Programa. Essa prática, quando confirmada, materializa que o contribuinte deixou de solicitar à Sefaz a autorização de notas fiscais (NFC-e), acarretando redução do montante do ICMS devido.

Todos os elementos levantados pela Secretaria de Fazenda, indicam o uso de software nos pontos de vendas. Portanto possuem mecanismo para filtrar quais as notas deverão ou não ser transmitidas e fazer a manipulação do faturamento, que é apresentado para Sefaz. “Nesse momento ainda não é possível atestar que isto esteja sendo utilizado por mais empresas, mais é muito sugestivo o fato de usar software comercial muito conhecido”, explicou Rafael Veira, da Superintendência de Controle e Monitoramento da Sefaz (Sucom), que comandou a operação.

Neste primeiro momento foi levado ao conhecimento da empresa, a relação de todos os documentos, que a gente apurou, como não transmitidos a Sefaz, e concedemos para ela, dentro da política da Secretaria de Fazenda, a possibilidade da regularização em um período muito curto, de fazer a transmissão destes documentos, a apuração do imposto devido e o recolhimento. No caso da empresa não reconhecer os fatos levantados, serão aplicadas multas e penalidades, pela não transmissão destes documentos e sonegação”, disse também Rafael Vieira.

A Sefaz espera que a Operação Contingência I estimule os contribuintes irregulares a promoverem a autorregularização, por meio da solicitação de autorização dos documentos fiscais emitidos em contingência, da retificação das EFDs e recolhimento dos tributos que vierem a serem apurados.

Programa Nota MT

Essa não é a primeira ação fiscal que a Sefaz/MT realiza com base em reclamações realizadas por consumidores através do Programa Nota MT. Em dezembro de 2019, a Superintendência de Fiscalização deflagrou Operação Máquina Fantasma, que tinha como alvo 300 estabelecimentos alvos de denúncias por não emissão de documentos fiscais. Os resultados foram extremamente positivos, com incremento no montante de tributos recolhidos e redução das reclamações.

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