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Internacional

Número de mortes diárias por Covid-19 desacelera na Itália

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Agência Brasil

pessoa que está usando máscara segura uma máscara na mão, que está erguida
Reprodução

Mesmo com menores números de mortes, os casos aumentaram desde o último dia 22


A Itália registrou 119 novas mortes pela epidemia da Covid-19 neste sábado, 23, contra 130 no dia anterior, informou a Agência de Proteção Civil. Enquanto isso a contagem diária de novos casos subiu marginalmente para 659, de 652 na sexta-feira, 22.

Leia também: “Quem tiver que morrer vai”, diz porta-voz do combate a Covid-19 na Rússia

O número total de mortos desde o surgimento do surto, em 21 de fevereiro, agora é de 32.735. Segundo a agência, é o terceiro maior número de mortes causadas pelo novo coronavírus do mundo, depois dos Estados Unidos e do Reino Unido .

Ainda de acordo com a agência, o número total de casos confirmados na região até agora é de 229.327, o sexto maior número mundial atrás dos Estados Unidos, Rússia, Espanha, Reino Unido e Brasil.

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As pessoas registradas como portadoras da doença caíram para 57.552 no sábado, ante 59.322 no dia anterior.

Havia 572 pessoas em terapia intensiva no sábado, contra 595 na sexta-feira. Dos originalmente infectados, 138.840 foram declarados recuperados contra 136.720 no dia anterior.

A agência disse que 2,164 milhões de pessoas foram testadas para a Covid-19 a partir de sábado, contra 2,122 milhões na sexta-feira, em uma população de cerca de 60 milhões.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Ala militar e Guedes temem crise com a China caso trecho do vídeo vaze

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ministros
Agência Brasil/Marcello Casal JR

Bolsonaro e Ministros


Na última sexta-feira (22) foi divulgado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Melo, o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril . Por deterinação judicial foram suprimidos trechos que citavam a China e o Paraguai, sob a justificativa que as falas dos ministros de estado e do presidente da República poderiam gerar uma crise nas relações exteriores . Mesmo com o trecho sobre o país asiático censurado, a ala militar do governo e Paulo Guedes temem retaliação com um eventual vazamento.

Os militares e Guedes compreendem que a relação entre o Executivo e o Judiciário está desgastada e este distanciamento pode gerar um possível vazamento dos trechos suprimidos nas próximas semanas. A leitura dos ministros é que a veiculação dos vídeos causaria uma crise diplomática aguda , que teria como consequência um abalo da relação comercial entre os países.

Leia também: Aumenta rejeição a Bolsonaro após divulgação de vídeo de reunião, diz estudo

Após a divulgação do vídeo, a embaixada chinesa no Brasil divulgou uma nota com a declarção de que os países são “parceiros estratégicos globais” e que irão vencer juntos a crise sanitária. A embaixada prefeiriu não comentar os trechos revelados.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo , os militares palacianos defendem uma antecipação do Ministério das Relações Exteriores para evitar uma crisediplomática. A ala militar pede que seja reafirmada a parceria comercial entre os países e que o governo chinês saiba que os comentários avulsos destinados ao país não refletem a posição do governo.

Leia também: Bolsonaro: ministro da Defesa sabe “fazer valer Forças Armadas” pela democracia

A relação entre Brasil e China tem sido enfraquecida nos últimos meses após declarações racistas do ministro da Educação, Abraham Weintraub, e do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, que chamou o novo coronavírus (Sars-cov-2) de vírus chines.

A Folha de S.Paulo colheu relatos que os pontos suprimidos do vídeo contém citações pejorativas ao Partido Comunista Chinês e uma suposta reoria da conspiração sobre influência do serviço secreto chinês para gerar crises no continente americano.


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Covid-19: Japão encerra estado de emergência em Tóquio e mais quatro áreas

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Abe
Reprodução/Japan Kantei

Em coletiva, primeiro-ministro afirmou que medidades restritivas poderão voltar caso doença cresça no país

Nesta segunda-feira (25), o Japão encerrou o estado de emergência na capital Tóquio e em outras quatro áreas do país que ainda estavam sob restrições de isolamento devido a pandemia do Covid-19.

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Segundo informações da agência Reuters, o primeiro-ministro do Japão , Shinzo Abe, ressaltou que o país conseguiu manter a infecção do novo coronavírus (Sars-Cov-2) sob controel e que isso mostrou a força do “modelo Japão”. Entretanto, ressaltou que as medidas poderão ser reinstauradas caso a doença volte a crescer no país.

Na coletiva de imprensa, Abe também informou que o governo pretende criar dois pacotes de estímulos econômicos que deverão ultrapassar um total de 200 trilhões de ienes (mais de R$ 1 trilhão), mas afirmou que a normalidade deve demorar um “tempo considerável” para ser restabelecida no país.

Ainda de acordo com a agência, o ministro da Economia do Japão, Yasutoshi Nishimura, também confirmou o término do estado de emergência e a retomada das atividades no país: “é importante expandir a atividade econômica em estágios enquanto estabelecemos um novo modo de viver”.

Leia também: Rodrigo Maia faz teste de coronavírus após internação de Toffoli, diz jornal

Até o momento, segundo dados da Universidade Johns Hopkins, que agrupa as informações sobre o Covid-19 em todo o planeta, o Japão soma quase 17 mil casos confirmados e 820 mortes.

Fonte: IG Mundo

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