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Economia

Número de inadimplentes e endividados diminui em agosto em MT; é o quarto mês consecutivo de queda

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O número de pessoas inadimplentes em Mato Grosso em agosto deste ano diminuiu se comparado a julho, conforme levantamento feito pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Houve uma redução de -1,77% . Na região Centro‐Oeste, na mesma base de comparação, a variação foi de ‐1,39%. O número de inadimplentes fechou neste mês em 1.170.902 milhões.
Os dados mostram que o número de inadimplentes tem reduzido de forma gradual nestes últimos quatros meses do ano. Para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) a redução tem sido maior desde que as atividades econômicas foram retomadas. Em abril, por exemplo, início da pandemia, chegou a um pico de 1,243 milhões de inadimplentes, a partir daí iniciou a redução. Já em maio reduziu para 1,239 milhões, em junho, 1,203 milhões, em julho, 1,192 milhões e em agosto fechou com 1,170 milhões.
“Com a retomada do comércio, o número de pessoas endividadas em Mato Grosso tem reduzido gradativamente, isso se deve a confiança que está sendo restabelecida aos poucos, melhoria no volume de vendas, novos postos de trabalhos sendo criados, melhoria de renda que consequentemente faz girar mais recursos na economia. Outro fator que contribuiu para essa queda é que muitas empresas estão disponibilizando oportunidades de negociações de dívidas para consumidores inadimplentes, um exemplo foi a ação limpa nome SPC, realizada pela CDL Cuiabá na capital durante a campanha “Semana Brasil”, onde cerca de 14.359 pessoas conseguiram limpar o nome do banco de dados em apenas 11 dias. Em valores, essas negociações representam R$ 6.223.462,27”, explicou o superintendente da entidade, Fábio Granja.
Granja declara que a expectativa é que nos próximos meses a queda nos números de inadimplência seja ainda maior. “Era esperado um aumento de inadimplência na pandemia, em função do contexto de falta de confiança, despreparo quanto a planejamento financeiro pessoal e familiar e perda de renda. Algumas pessoas perderam o emprego, outras tiveram o salário reduzido pelos acordos de redução de jornada ou suspensão do contrato de trabalho e as informais não conseguiram gerar renda, porém os recentes resultados do mercado geram perspectivas positivas para a retomada segura da nossa economia. Temos uma grande expectativa que geraremos muitos empregos durante o segundo semestre e consequentemente chegaremos com melhores resultados até o final do ano”, relatou.
As faixas etárias permaneceram estáveis, sendo que de 30 a 39 anos continua sendo a com maior indice, 26,42%.
A pesquisa também apontou queda no número de dívidas no Estado em -1,90% na passagem de julho para agosto. Na região Centro‐Oeste, nessa mesma base de comparação, a variação foi de ‐1,74%. O setor com participação mais expressiva do número de dívidas em agosto no Estado do Mato Grosso foi Bancos, com 31,87% do total de dívidas.
Em agosto de 2020, cada consumidor inadimplente no Mato Grosso tinha em média 1,932 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Centro‐Oeste (1,876 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,810 dívidas para cada pessoa inadimplente).

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Economia

Cliente do Atacadão encontra cobra em saco de laranjas

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Brasil Econômico

cobra na laranja
Arquivo Pessoal/Lorene Lourenço

Consumidora teve medo ao perceber a cobra quando chegou em casa; zoonoses municipal disse que espécie não é venenosa

Uma cliente do Atacadão  comprou um saco de laranjas e levou um susto ao perceber uma cobra no produto, quando já estava em casa. O caso aconteceu em Mogi das Cruzes (SP). “Eu gritei muito ao ver e meu filho ficou assustado”, disse a consumidora Lorene Lourenço ao portal G1. O filho dela tem 10 anos.

Em nota ao G1, a rede Atacadão  disse que “lamenta o ocorrido com a consumidora e informa que, prontamente ao tomar conhecimento do caso, iniciou uma rigorosa apuração em sua unidade Mogi das Cruzes”.

Lorene afirma que fez compras no último sábado (19) e viu a cobra sair do saco de laranjas quando já estava em casa. Um familiar da consumidora cortou uma garrafa PET e capturou a cobra.

O Cento de Controle de Zoonoses de Mogi da Cruzes foi acionado e retirou a cobra da residência de Lorene. De acordo com a apuração da zoonoses, ela é de uma espécie conhecida como “falsa coral”, que não é venenosa, e foi solta na natureza.

Lorene afirma ter contratado um advogado para processar o atacadista. “O supermercado tem responsabilidade, independentemente da cobra ser venenosa ou não”, disse ela o G1. 

O advogado deve entrar com uma ação de danos morais contra o Atacadão, por conta do medo e desespero que Lorene passou ao descobrir o animal peçonhento no produto. O pedido de  indenização deve ser de 40 salários mínimos.

Segundo o advogado, o mercado deve cuidar do armazenamento dos produtos. E no caso do saco de laranjas, por ser um produto aberto, a atenção deve ser especial.

O Atacadão também afirmou na nota enviada ao portal que tem compromisso com um rígido protocolo de segurança alimentar em todas as unidades. “Também estamos comprometidos a prestar todo suporte necessário à cliente, mas até o momento não fomos procurados”, afirmou em nota.

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Economia

Febraban prevê que carteira de crédito deve subir 11,6% em agosto

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O saldo consolidado do crédito em agosto no país deverá apresentar alta mensal de 1,5%, e de 11,6% na variação de 12 meses, segundo dados da Pesquisa Especial de Crédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), divulgada hoje (25). O levantamento, feito com os principais bancos do país, é uma prévia do resultado das operações de crédito que será publicado pelo Banco Central (Bacen) na próxima segunda-feira (28).

Caso a estimativa do levantamento seja confirmada pelo BC, a variação anual registrada em agosto será a maior desde novembro de 2014, de 11,7%. Em julho, a expansão foi de 11,3%. 

“As estimativas de nossa pesquisa, se confirmadas, mostrarão uma retomada mais consistente da atividade econômica e do consumo das famílias”, disse o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

O levantamento mostra ainda que, em volume, a carteira de crédito deve subir, em agosto, para R$ 3,72 trilhões, equivalente a cerca de 52% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), maior resultado desde o primeiro semestre de 2016.

Edição: Fernando Fraga

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