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Economia

Novos servidores não terão estabilidade automática, assegura Guedes

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Agência Brasil

Paulo Guedes, ministro da Economia arrow-options
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Paulo Guedes, ministro da Economia, disse que os novos servidores não terão estabilidade automática

Os novos servidores públicos não terão estabilidade automática, afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou nesta quinta-feira (7), em Brasília, do evento Diálogos com o TCU – Visões sobre o Brasil e a Administração Pública, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU).

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Segundo Guedes , o tempo para se atingir a estabilidade será definido para cada carreira. “O novo servidor não terá estabilidade automática, ele precisará ser testado por três, quatro, cinco anos. Vai depender da carreira, do que a pessoa faz, do que entrega”, disse.

Guedes afirmou que a reforma administrativa também vai reduzir o número de carreiras de cerca de 300 para algo em torno de 20 e que os salários para quem entrar na carreira pública serão menores.

Segundo o ministro da Economia, o governo está trabalhando para enfrentar os grandes gastos públicos. Ele destacou a aprovação da reforma da Previdência e a redução de gastos com juros em R$ 100 bilhões entre este ano e 2020, por meio do controle de gastos. “Controlamos a Previdência, derrubamos a segunda torre do inimigo, que é o excesso de juros”, disse. Segundo Guedes, o terceiro grande gasto do governo é com o funcionalismo público e, por isso, a necessidade de reforma administrativa.

No evento, Guedes defendeu outras reformas como a do pacto federativo para dar maior autonomia a governadores e prefeitos aplicarem os recursos públicos e a reforma tributária.

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A Proposta de Emenda à Constituição do pacto federativo é uma das medidas entregues ao Congresso Nacional nesta semana pelo governo com objetivo de controlar os gastos públicos . A proposta de reforma tributária do governo ainda não foi enviada ao Congresso.

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Economia

Instituto Êxito lança movimento Empreendedorismo de Sobrevivência

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Janguiê Diniz
Instituto Êxito/Divulgação

Janguiê Diniz é presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e participará de lives no seu perfil do Instagram

Os impactos sociais, financeiros e, sobretudo, psicológicos causados pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) estão afetando muitas pessoas. Uma das medidas para ajudar os empreendedores parte do Instituto Êxito de Empreendedorismo , que criou o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência.

Entre suas ações, acontece uma série de lives no Instagram com experts do seguimento. A primeira aconteceu nesta segunda-feira (2), com a CEO da Atom, Carol Paiffer e o fundador da Ser Educacional e presidente do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz.

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“Esse movimento foi criado para auxiliar pessoas que estão sem norte nesse momento. A primeira live foi extremamente enriquecedora e produtiva e no nosso bate papo conseguimos levantar questões importantes, falamos da situação atual e de como passar por esse momento com o menor impacto negativo possível”, relata, Janguiê Diniz.

“A participação de quem assistiu, fazendo perguntas e interagindo também foi fundamental para o sucesso do nosso debate”, acrescentou o empresário.

Sobre o movimento, Carol Paiffer afirma que “muitas pessoas estão precisando de orientação para tocar os seus empreendimentos e uma boa dose de estímulo pode fazer total diferença. É por isso que nos unimos e estamos empenhados em auxiliar os empreendedores, afinal, empreender agora é de fato uma questão de sobrevivência”, finaliza a sócia fundadora do Êxito.

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As lives seguem durante as próximas três semanas e contam com nomes como o especialista negócios digitais e fundador da Be Academy, Bruno Pinheiro (03/06); o ex-jogador de futebol, palestrante e empreendededor, Juliano Belletti (04/06); o hipnotista , Pyong Lee (05/06); e a especialista em treinamentos de autoconhecimento e inteligência emocional Heloísa Capelas (07/06), entre outros.

As lives acontecem sempre no perfil dos participantes no Instagram. Confira os horários das próximas:

  • Dia 03/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Bruno Pinheiro (@brunopinheiro.me), às 13h09.
  • Dia 04/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Juliano Belletti (@julianobelletti), às 12h09.
  • Dia 05/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Pyong Lee (@pyonglee), às 13h09.
  • Dia 07/06 – Live Janguiê Diniz (@janguiediniz) e Heloísa Capelas (heloísacapelas), às 21h09.

A programação completa será divulgada nas redes sociais do Instituto Êxito de Empreendedorismo.

A segunda etapa, que acontece entre os dias 8 e 12 de junho terá  entrevistas para o programa Inova 360, da Record News. Empreendedores de peso, que vão falar sobre o presente, o passado e futuro, sem previsões, mas sim com visões de como enfrentar o cenário atual e se preparar para o que virá.

O objetivo é auxiliar os empreendedores que precisam sobreviver à crise. Seu encerramento acontece com um congresso on-line totalmente gratuito , no próximo dia 28.

Sobre o Empreendedorismo de sobrevivência

Empreender, durante a pandemia da Covid-19, virou questão de sobrevivência. É por isso que o Instituto Êxito de Empreendedorismo lançou o movimento Empreendedorismo de Sobrevivência, uma série de ações que vão ajudar os empreendedores brasileiros a enfrentarem esse período de crise.

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Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil. Hoje, já conta mais com mais de 400 sócios que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para impulsionar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive.

Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas.

Nomeado como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos on-line e gratuitos, além de realizar diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

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Economia

Dólar tem maior queda diária em dois anos e fecha a R$ 5,21

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Em um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar teve a maior queda diária em dois anos e fechou no menor nível desde meados de abril. A bolsa de valores ultrapassou a barreira dos 90 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (2) vendido a R$ 5,21, com recuo de R$ 0,174 (-3,23%). A cotação operou em queda durante toda a sessão, até fechar no valor mínimo do dia. Em pontos percentuais, esse foi o maior recuo para um dia desde 8 junho de 2018.

A divisa fechou no menor nível desde 14 de abril (R$ 5,191). A moeda norte-americana acumula alta de 29,84% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,82, com recuo de 2,67%. A libra comercial caiu 2,71% e terminou a sessão vendida a R$ 6,53.

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 91.046 pontos, com ganho de 2,74%. O índice está no maior nível desde 10 de março, véspera de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia global do novo coronavírus. Na ocasião, o índice tinha fechado aos 92.214 pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 1,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Edição: Liliane Farias

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