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Política Nacional

Novo secretário da Transparência diz que vai ampliar acesso do cidadão à Câmara dos Deputados

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Garantir o acesso da população às informações relativas à Câmara dos Deputados será uma das principais atribuições da Secretaria de Transparência da Casa, apresentada oficialmente em cerimônia nesta quarta-feira (15), com a presença de parlamentares, representantes de órgãos públicos e servidores.

O secretário de Transparência, deputado Roberto de Lucena (PODE-SP), disse que o principal objetivo do órgão, criado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é melhorar o acesso da população ao que é produzido no Legislativo.

“Vamos usar todos os instrumentos e ferramentas, especialmente as de tecnologia de informação, para aproximar ainda mais a Câmara da sociedade”, disse.

A Câmara dos Deputados é uma referência nacional e internacional no quesito transparência e também oferece grande interação com o público. Em seu portal, é possível acessar dados como a quantidade de proposições legislativas, a receita e a despesa da Casa e o perfil dos parlamentares, entre outros.

Outros órgãos da Casa participam desse esforço de garantir o acesso ao que acontece na Câmara. Um deles é a Secretaria de Comunicação (Secom). O secretário de Comunicação da Câmara, deputado Fábio Schiochet (PSL-SC), que também participou da apresentação da Secretaria de Transparência, falou da importância desse esforço. “O papel da Secom é levar aos 200 milhões de brasileiros o que acontece na Casa. Nada melhor que acrescentar a transparência para dar informações verídicas”, disse.

O deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), ouvidor da Câmara, foi na mesma linha. “Vamos trabalhar integrados com a Secretaria de Comunicação e com a Secretaria de Transparência para buscar soluções para os problemas apontados pelos cidadãos”, disse.

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Política Nacional

Lei do auxílio para instituições de acolhimento de idosos é sancionada

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta terça-feira (30), a Lei 14.018/2020, que destina auxílio financeiro da União, no valor de R$ 160 milhões, para Instituições de Longa Permanência para Idosos (Ilpis) – os antigos asilos -, para o combate à pandemia da covid-19. A lei foi aprovada pelo Senado no início do mês.  

A lei determina que o auxílio deve ser dado exclusivamente para atendimento à população idosa, e de preferência ser direcionado para ações de prevenção e de controle da covid-19, compra de insumos e de equipamentos básicos para segurança e higiene dos residentes e funcionários, compra de medicamentos e adequação dos espaços para isolamento dos casos suspeitos e leves do novo coronavírus. 

Os critérios de distribuição do recurso serão definidos pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, considerando o número de idosos atendidos em cada instituição.

A lei estabelece como fonte do recurso o Fundo Nacional do Idoso, inclusive com o uso dos saldos de anos anteriores a 2020, e contempla até mesmo instituições que tiverem débito ou inadimplência em relação a impostos ou contribuições. Também não será necessária a Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (Cebas).

Vetos

A lei foi sancionada com quatro vetos. Um deles autorizava o repasse apenas às instituições sem fins lucrativos que estivessem inscritas nos conselhos de Direito da Pessoa Idosa ou conselhos de Assistência Social, sejam eles no âmbito nacional, estadual, distrital ou municipal.

O presidente Jair Bolsonaro vetou também o dispositivo que estabelecia prazo de 30 dias para que os recursos fossem transferidos da União para as entidades, a partir da data da publicação da lei. Para o governo, o processo de transferência demanda mais tempo do que o fixado no projeto original. Outro dispositivo vetado é o que obrigava as instituições beneficiadas a prestarem contas da aplicação dos recursos aos respectivos conselhos da Pessoa Idosa estaduais, distrital ou municipais e aos conselhos de Assistência Social estaduais, distrital ou municipais. De acordo com a Presidência, a Constituição já determina a competência de fiscalização sendo de responsabilidade do Congresso Nacional, “inclusive com auxílio do Tribunal de Contas da União, e dos órgãos de controle interno da União”.

O presidente ainda vetou o item que estabelecia prazo de 30 dias, a partir da data do crédito em conta corrente da instituição, para que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos disponibilizasse a relação das unidades beneficiadas com informações que trouxesse pelo menos a razão social, o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), o estado, o município e o valor repassado. A Presidência alegou que já existem normas que dispõem a respeito do assunto, como a Lei de Acesso à Informação, e que a determinação estabelecida por iniciativa parlamentar viola o princípio da separação dos poderes.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fernando Fraga

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Política Nacional

Elmano destaca importância do auxílio emergencial durante pandemia

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O senador Elmano Férrer (Podemos-PI) ressaltou, em pronunciamento nesta terça-feira (30), a importância do auxílio emergencial de R$ 600,00 do governo federal, criado para socorrer a população de baixa renda durante a pandemia do novo coronavírus. Para ele, o programa foi um dos mais importantes na história do país. 

O senador destacou que 64 milhões de brasileiros receberam o socorro financeiro. Segundo Elmano, no Nordeste 23 milhões de pessoas foram beneficiadas com o auxílio emergencial. Só no Piauí mais de 1,2 milhão de pessoas sacaram o dinheiro, segundo ele.

— Eu considero este programa emergencial, um dos maiores mais importantes que esse Brasil já teve na sua história, de transferência de renda para a pobreza e para aquelas pessoas subempregadas. Portanto, com esse registro, eu quero dizer aos meus companheiros senadores e senadoras, do papal do governo federal na parte assistencial dessa grande pandemia que atingiu o mundo inteiro, especialmente o nosso país — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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