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Economia

Novo saque do FGTS emergencial começa nesta segunda; confira quem tem direito

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fila caixa saque do fgts
Tomaz Silva/Agência Brasil

Novo saque do FGTS emergencial começa nesta segunda-feira (29), com os depósitos para nascidos em janeiro

Começam nesta segunda-feira (29) os pagamentos referentes ao  novo saque do ‘FGTS emergencial’. A nova modalidade de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberada pela Caixa Econômica Federal, que pretende beneficiar cerca de 60 milhões de brasileiros, terá duas etapas: depósitos em conta, que são automáticos, e os saques. A primeira delas começa nesta segunda para os trabalhadores nascidos em janeiro.

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O calendário que se inicia nesta segunda, de depósitos em contas digitais, seguirá até até 21 de setembro, quando serão contemplados os nascidos em dezembro. A espera pelo saque em espécie do FGTS dito emergencial pode durar até cinco meses, já aniversariantes do último mês do ano só poderão sacar os valores a partir de 14 de novembro.

Limitado a R$ 1.045 , o saque pode ser feito de contas inativas (trabalhos anteriores) ou ativa (atual emprego), mas, independentemente da quantidade de contas e o valor disponível, o teto a ser sacado por uma pessoa é um salário mínimo, R$ 1.045. A consulta ao saldo do FGTS já está disponível e pode ser feita em  fgts.caixa.gov.br ou por meio da central telefônica 111.

No primeiro momento, os trabalhadores vão receber o crédito automática em contas abertas pela Caixa em nome dos beneficiários. Quem não quiser sacar precisa informar à Caixa até 30 de agosto de 2020. Se a decisão não for comunicada, o valor será depositado automaticamente na conta poupança. Os recursos que não forem sacados serão devolvidos à conta vinculada do trabalhador com a correção devida. A data limite para os saques é 30 de novembro, então quem não movimentar a nova conta digital até lá terá o valor automaticamente devolvido para a conta do FGTS.

Para sacar os recursos em espécie ou fazer transferências para outras contas na Caixa ou em outros bancos, será preciso aguardar alguns dias a partir da data do crédito, obedecendo à mesma sistemática do pagamento do auxílio emergencial . Os dois calendários, de depósitos e saques, já foram detalhados e podem ser conferidos a seguir:

Depósitos na poupança digital da Caixa

  • Nascidos em janeiro – 29 de junho;
  • fevereiro – 6 de julho;
  • março – 13 de julho;
  • abril – 20 de julho;
  • maio – 27 de julho;
  • junho – 3 de agosto;
  • julho – 10 de agosto;
  • agosto – 24 de agosto;
  • setembro – 31 de agosto;
  • outubro – 8 de setembro;
  • novembro – 14 de setembro; e
  • dezembro – 21 de setembro.

Autorização de saques e transferências

  • Nascidos em janeiro – 25 de julho;
  • fevereiro – 8 de agosto;
  • março – 22 de agosto;
  • abril – 5 de setembro;
  • maio – 19 de setembro;
  • junho – 3 de outubro;
  • julho – 17 de outubro;
  • agosto – 17 de outubro;
  • setembro – 31 de outubro;
  • outubro – 31 de outubro;
  • novembro – 14 de novembro; e
  • dezembro – 14 de novembro.

Saiba como vai funcionar o novo saque do FGTS

Quem poderá sacar?

Qualquer pessoa que tiver conta, ativa ou inativa.

Qual o valor de saque liberado?

Até R$ 1.045 por trabalhador, o equivalente a 1 salário mínimo.

O que eu preciso fazer para abrir a poupança digital?

Nada. A conta deverá ser aberta pela Caixa, de forma automática.

Como faço para movimentar o dinheiro da poupança digital?

O modelo deve ser o mesmo usado para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, ou seja, deve ser necessário baixar o aplicativo  Caixa Tem . Feito isso, o  cartão virtual e o  QR Code poderão ser usados para pagar contas e fazer compras.

Quem tiver mais de uma conta poderá retirar mais?

Não. Ninguém poderá retirar mais de R$ 1.045, ainda que tenha duas ou três contas com valores superiores a essa quantia.

Como será o critério para retirar o dinheiro no caso de quem tem mais de uma conta?

Os primeiros saques serão das contas inativas, referentes a contratos de trabalho extintos, que tenham os menores saldos. Em seguida, as contas ativas, começando também por aquelas com menor saldo.

E quem não quiser sacar?

Quem não quiser retirar o dinheiro precisa informar à Caixa até 30 de agosto de 2020. Se a decisão não for comunicada, o valor será depositado automaticamente na conta poupança. Os recursos que não forem sacados serão devolvidos à conta vinculada do trabalhador com a correção devida.

Qual é o prazo para o saque?

Os valores estarão disponíveis até 30 de novembro.

Quem não retirou os R$ 500 por conta no ano passado pode acumular aquele direito com os valores desse novo saque?

Não. O prazo para o saque autorizado no ano passado acabou em 31 de março deste ano.

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Economia

Volta do imposto CPMF pode pesar no bolso do contribuinte; entenda

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Guedes
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Paulo Guedes, ministro da Economia, fala em recriar a CPMF desde o ano passado, apesar de ir contra a campanha de Bolsonaro

A volta da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) vai contra o que o então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, prometeu na campanha de 2018.

Já eleito, o presidente garantia: “De forma alguma isso daí vai voltar, tá ok?”. O “isso daí” seria o  imposto nos mesmos moldes da  CPMF, que era de 0,38%. Mas, desde o ano passado, o ministro da Economia Paulo Guedes vem insistindo na volta de um tributo para cobrir as despesas do governo.

No domingo passado, inclusive, o próprio  Bolsonaro deu aval ao ministro para “testar” esse imposto, que vai incidir sobre operações financeiras feitas no ambiente físico e pela internet, entre elas pagamentos e compras. Essa “velhidade” – afinal esse imposto não tem nada de novidade -, foi duramente criticada por economistas e parlamentares.

“Todo mundo sabe que CPMF, não importa o nome que se dê a este imposto, é péssimo. É regressivo”, adverte a economista Elena Landau, ex-assessora da presidência do BNDES e ex-diretora da área responsável pelo Programa Nacional de Desestatização, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
E acrescenta: “(A CPMF) É um imposto de quem tem preguiça de fazer uma  reforma. Imposto de quem não quer ceder ao fato de que no Congresso já existe uma avançada discussão sobre reforma”.

Só para explicar: o governo Bolsonaro está enviando a  Reforma Tributária ao Congresso de forma fatiada. A primeira parte da proposta sugere unificar dois tributos sobre o consumo, PIS e Cofins e criar o CBS, que deve ficar 12%. Uma outra parte da reforma deve ser apresentada no dia 15 de agosto. Nela estariam mudanças no Imposto de Renda e desoneração para o setor de serviços.

Questionada pelo jornal O DIA se esse teste – a que se referiu Bolsonaro no domingo – seria um “balão de ensaio” a economista foi firme: “Não é balão de ensaio. É um desejo real de Guedes e ele vai fazer tudo para passar e colocar a ajuda do Centrão à prova”.

Já para o economista Raul Velloso, consultor econômico e ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, a aprovação do imposto deve ser barrada no Congresso. “É muito difícil aprovar a CPMF sob quaisquer condições. Veja que o Rodrigo Maia (presidente da Câmara) já saiu batendo.” Segundo ele, o caminho (para equacionar as contas) não é esse. “Enquanto a economia estiver no chão, o recomendável é deixar os tributos em paz e tentar outros caminhos”, avalia.

E quais seriam? “Eu venho propondo o equacionamento do passivo atuarial da previdência dos servidores via destinação de ativos aos fundos que forem criados. Assim seria possível abrir espaço nos orçamentos para aumentar investimentos para reativar a economia”, conta Velloso.

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Economia

São Paulo chega a marca de R$ 1 bilhão em doações para o combate à Covid-19

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Doria anunciou que governo de SP já arrecabou mais de R$ 1 bilhão para o combate à Covid-19
Reprodução/Governo de SP

Doria anunciou que governo de SP já arrecabou mais de R$ 1 bilhão para o combate à Covid-19

O estado de São Paulo atingiu a marca de R$ 1 bilhão em doações de empresas para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) . Apenas nesta segunda (10), a iniciativa arrecadou R$ 108 milhões. Ao todo, 251 empresas e entidades já contribuíram.

“O Comitê Empresarial Solidário, composto há quatro meses, ultrapassou, nesta manhã, a marca de R$ 1 bilhão em doações para combater o coronavírus e aumentar o campo de proteção social no Estado de São Paulo. Uma marca histórica, do maior programa de doações sociais já feitas até então no país. Quero agradecer a todos os doadores, que deram exemplo e vão ficar para a história de São Paulo e do Brasil”, disse o governador João Doria.

As doações foram viabilizadas em reuniões do Grupo Empresarial Solidário , que se mobiliza quinzenalmente desde o início da pandemia. Na manhã desta segunda, houve mais 12 doações durante a 16ª reunião do grupo, que é composto por 450 integrantes.

O comitê é liderado por quatro mulheres: Bia Doria, primeira-dama do estado; Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico; Célia Parnes, secretária de Desenvolvimento Social; e Regina Esteves, presidente da ONG Comunitas. De acordo com Célia Parnes, os valores arrecadados serão direcionados principalmente para equipamentos de saúde, como respiradores e EPIs.

“Alcançar esse número de arrecadações é um marco na história. É um exemplo de solidariedade e de como os setores público e privado podem amenizar os efeitos da crise trabalhando em parceria”, disse a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Patricia Ellen .

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