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Internacional

Novo presidente do Sri Lanka chama manifestações de ‘fascistas’

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Primeiro-ministro do Sri Lanka e agora presidente interino do país, Ranil Wickremesinghe, em participação no Fórum Econômico Mundial em maio deste ano
Reprodução/World Economic Forum 15.7.2022

Primeiro-ministro do Sri Lanka e agora presidente interino do país, Ranil Wickremesinghe, em participação no Fórum Econômico Mundial em maio deste ano

O presidente interino recém-nomeado do Sri Lanka, Ranil Wickremesinghe, prometeu reprimir os protestos que derrubaram seu antecessor,Gotabaya Rajapaksa, acusando os manifestantes de “foras da lei” e “fascistas”.

Menos de uma hora depois de ter sido escolhido pelo parlamento – para um mandato tampão até novembro de 2024 – uma ordem judicial foi emitida, proibindo qualquer cidadão de se reunir em um raio de 50 metros de distância do palácio presidencial, em Colombo, onde manifestantes, estimulados pelo colapso econômico do país, estão acampados há meses.

A ordem não só foi ignorada pela população, como dezenas de pessoas ainda se reuniram nas escadarias dos gabinetes do presidente, gritando frases de ordem como “deal Ranil” – uma referência à reputação de Wickremesinghe como político ardiloso – e também “Ranil assaltante de banco”, referindo-se a uma fraude de títulos bancários em que estava envolvido.

A agitação segue no país, e espera-se que nesta quinta-feira o presidente nomeie o líder do parlamento e seu antigo colega de escola Dinesh Gunawardena como primeiro-ministro. Segundo reportagem do The Guardian, Gunawardena é conhecido como fortemente leal ao antigo presidente Rajapaksa, o que pode significar mais combustível para protestos, sob a desconfiança de o novo governo não passar de continuidade ao que foi deposto.

O agora ex-presidente Gotabaya Rajapaksa fugiu do país e renunciou no início do mês de julho, diante de protestos em massa em função da grave crise econômica vivida no Sri Lanka – a nação quase esgotou os suprimentos de alimentos e combustível, já que não tem mais moeda estrangeira para pagar importações cruciais.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Agente de Salman Rushdie afirma que o escritor apresenta melhoras

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Salman Rushdie, autor do livro
Reprodução: Flickr

Salman Rushdie, autor do livro “Os Versos Satânicos”

Salman Rushdie  foi extubado neste sábado (13), como informa Andrew Wylie, agente do escritor. De acordo com o representante do autor, esfaqueado na última sexta-feira (12), ele apresenta melhora significativa e deve restabelecer o movimento da mão, apesar de os nervos do braço terem sido afetados pelo ataque. Rushdie pode perder um olho, e teve o fígado atingido.

O escritor anglo-indiano de 75 anos deixou de respirar por meio de ventilação mecânica após receber múltiplas facadas enquanto falava em uma conferência em Nova York . Ele passou por uma cirurgia e segundo seu agente nos Estados Unidos, Andrew Wylie, ainda não consegue falar.

Versos satânicos A obra de Rushdie fez com que ele se tornasse alvo de ameaças de morte no Irã desde a década de 1980. O livro “Os Versos Satânicos” de Rushdie é proibido no país desde 1988. Muitos muçulmanos consideram a história uma blasfêmia.

Um ano depois, o falecido líder do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, emitiu um edito, pedindo a morte de Rushdie. Uma recompensa de mais de US$ 3 milhões também foi oferecida para quem tirasse a vida dele. O escritor passou cerca de dez anos sob proteção policial e vivendo na clandestinidade. Ele mora nos EUA desde 2000.

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*Com informações de agências internacionais


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Condenado por abusar de criança morre após beber líquido em julgamento

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Edward Leclair era julgado por cinco acusações, todas relacionadas a mesma vítima.
Frisco Police Department/Reprodução 13.08.2022

Edward Leclair era julgado por cinco acusações, todas relacionadas a mesma vítima.

Condenado por abusar sexualmente de um menor de idade, o americano Edward Leclair morreu, nesta quinta-feira, após beber um líquido ainda não identificado enquanto seu veredito era lido. Em seguida, ele começou a passar mal e foi levado para o hospital, onde acabou morrendo horas depois. A causa da morte ainda não foi determinada.

Leclair estava sendo julgado em Denton, cidade localizada no estado norte-americano de Texas, por cinco acusações, todas relacionadas a mesma vítima. Segundo o procurador Jamie Beck, Leclair bebeu o líquido que estava dentro de uma garrafa de água, descrito como ‘turvo’, apenas depois da leitura do seu veredito.

“Tivemos pessoas que desmaiaram, tiveram ataques cardíacos, mas nunca em meus 27 anos de profissão tivemos algo assim”, disse Beck ao jornal Denton Record-Chronicle.

Leclair foi levado para uma cela anexa à sala do tribunal, enquanto detalhes acerca do cumprimento da sua pena eram discutidos:

“Um investigador nosso notou que ele engoliu a água. Ele alertou ao oficial de justiça que poderia ser uma boa ideia dar uma checada nele. O oficial de justiça foi, e ele estava inconsciente na cela”, contou James Beck ao canal de televisão CNN.

O advogado de Leclair, Mike Howard, confirmou que seu cliente bebeu o líquido durante o julgamento. Ele, no entanto, diz não saber do que se tratava.

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Fonte: IG Mundo

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