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Novo Nissan Sentra é lançado no México e pode vir ao Brasil

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Novo Nissan Sentra chega com novo visual, novos equipamentos, tecnologias e acertos na parte mecânica

Revelado na China no final do ano passado, o Nissan Sentra foi finalmente lançado no México, onde é produzido para atender aos mercados das Américas e Oriente Médio. Por lá, o sedã médio chega ao mercado com preços a partir de 309.900 pesos mexicanos (cerca de R$ 72.600).A marca ainda não confirma, mas é provável que o carro também seja vendido o Brasil, a partir de 2021.

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O novo Nissan Sentra é oferecido no México com um motor 2.0 com injeção direta, de 145 cv e 20 kgfm, que é combinado a um câmbio manual de seis marchas ou a um automático CVT. Com uma plataforma nova, o sedã troca a suspensão traseira por eixo de torção por uma independente, do tipo multilink.

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Com 4,64 m de comprimento, 1,460 m de altura, 1,816 m de largura e com entre-eixos de 2,707 m, a nova geração do sedã manteve praticamente as mesmas medidas do antecessor. A exceção foram os quase 6 cm adicionais na largura e os 4 cm a menos na altura da carroceria.

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No México, o sedã médio está disponível em quatro níveis de acabamento ( Sentra Sense , Advance, SR e Exclusive), sendo que apenas a última não conta com a opção do câmbio manual. Na configuração mais cara, o Sentra vai a 465.500 pesos mexicanos (cerca de R$ 109 mil).

Os seis airbags e a central multimídia com tela de 8 polegadas estão presentes em todas as configurações do Nissan Sentra , mas apenas a topo de linha Exclusive traz um pacote tecnológico com itens como frenagem automática de emergência com detector de pedestres, alerta de tráfego cruzado na traseira, câmera 360° e controle de cruzeiro adaptativo. Veja abaixo o vídeo oficial do novo sedã.




Fonte: IG CARROS

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Conheça regras de ouro para cuidar da pintura do carro

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pintura
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Verniz da pintura deve ser conservada com lavagem com produtos adequados e sem exposição direta do sol

Além da função estética, a pintura tem o papel de proteger a carroceria conta os efeitos dos ataques químicos sobre a lataria. Por este motivo, é importante que este acabamento seja protegido da melhor maneira possível.

Apser do verniz da pintura do carro   ter uma proteção contra os raios solares, sempre que possível evite deixar o veículo sob exposição direta. Ao notar que a carroceria está suja com fezes de passarinho ou seiva de árvore, faça a limpeza área afetada, já que as fezes de passarinho são ácidas e chegam a atacar o verniz da pintura. Caso o carro fique muito tempo parado em uma área sem cobertura, use uma capa própria, com ventilação e revestimento interno para evitar riscos.

Se o veículo circular com frequência por áreas litorâneas, a regra é fazer lavagens frequentes da carroceria para reduzir os efeitos da maresia. Mas esqueça produtos como sabão em pó ou algo do gênero. “Use um shampoo próprio para carro, que tem um pH mais neutro. Evite também aquelas máquinas de lavagem automática e o uso de lavadoras de alta pressão a uma distância muito pequena da lataria, o que pode danificar a pintura.

A ideia é usar a água apenas para molhar a carroceria. Sujeiras mais pesadas devem ser removidas com produtos específicos. Piche, por exemplo, pode ser retirado com uma solução de água e querosene na área afetada”, detalhou Ricardo Vettorazzi, gerente técnico da divisão de repintura da fabricante de tintas PPG.

No caso do polimento, Vettorazzi explica que é preciso ser feito com cuidado. “O ideal é fazer depois de dois ou três anos de uso do carro zero. É preciso lembrar que a cada polimento o verniz da pintura vai ficando mais fino e se perde essa camada de proteção “.

Por outro lado, a cristalização e a vitrificação da pintura, assim como o uso periódico de cera, são práticas que ajudam a preservar a pintura em bom estado por mais tempo. “Esses produtos e técnicas agem formando uma camada protetora sobre a pintura do carro , que dificulta a aderência da sujeira, e é interessante principalmente para carros de áreas litorâneas. O que varia em cada uma delas é a duração dessa camada”, finaliza o gerente da PPG.

Fonte: IG CARROS

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Fabricantes estudam adiamento do ESP obrigatório para depois de 2022

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Sistema ESP, ou controle eletrônico de estabilidade, evita que o carro fique fora de controle em mudanças bruscas de direção

Por conta da crise econômica, da queda abrupta no faturamento e do aumento de custos ligados a questões como alta do dólar, grande ociosidade, despesas logísticas, entre outros, as fabricantes já estudam adiar a obrigatoriedade do controle eletrônico de estabilidade (ESP) para além de 2022 combinado com os novos índices de emissões, conforme disse à reportagem de iG Carros o presidente da Anfavea, Luis Carlos Moraes.

Depois de algumas idas de vindas, o controle eletrônico de estabilidade (ESP) já passou a equipar apenas todos os lançamentos a partir deste ano. E está previsto que todos os carros produzidos no Brasil devem ter o item a partir de 2022. Mas isso pode mudar, conforme o andamento das conversas que já estão em curso no setor automotivo.

O ESP, ou simplesmente controle de estabilidade e tração – funciona por meio de sensores e modulo eletrônico formando um sistema que evita derrapagens e saídas de frente e traseira, ajudando a manter o carro sob controle em pisos escorregadios ou quando existe um certo abuso da velocidade nas curvas. Atua cortando a potência do motor e freando cada roda individualmente, para gerar força oposta no lado que está derrapando.

Etapas do Proconve também podem ser adiadas

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As novas normas de emissões de poluentes também podem ser adiadas em dois ou três anos, de acordo com a Anfavea

Agora, em janeiro último, também passou a ser obrigatório o cinto de três pontos e o encosto de cabeça para todos os ocupantes. Mas, ainda conforme a Anfavea, as fabricantes também querem adiar em dois ou três anos as próximas etapas do Proconve para veículos leves e pesados.

Entre outras justificativas, a entidade explicou que não é apenas por uma questão econômica, uma vez que o setor prevê uma queda de 40% na sua receita em 2020, mas também por causa da pandemia. Isso porque os testes de desenvolvimento foram prejudicados pela quarentena e se mantém num ritmo abaixo do ideal para proteção dos profissionais que atuam tanto em laboratório quanto no campo de provas.

Conforme Moraes, a crise vem afetando todos os campos profissionais, inclusive a indústria automotiva e a sugestão do adiamento não afeta o compromisso das fabricantes com o meio ambiente, já que tem havido esforços com resultados mensuráveis nos 40 anos.
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Fonte: IG CARROS

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