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Novo Land Rover Defender aparece em set de filmagem antes da estreia

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I’m not going to get in trouble for this — because it’s all over #facebook at the moment! Here is what looks like the first uncovered #defender2020 — straight (apparently) from the film set of the new #bond movie! Makes sense! A few things come to mind. Firstly, the winch is excellent. Secondly, the alpine windows are still there! Thirdly, the rear passenger door looks massive — you’ll never open that in a Tesco car park! Fourthly, there seems to be quite a bit of wheel clearance (though it’s unknown if this is standard height, off road height, or on coils!). Fifthly, checker on the bonnet (yes, the bonnet is a funny shape and there is no real wing to speak of). Sixthly, I’m not sure about the mirrors at all. Seventhly…. well, this could clearly go on a bit! #landroverdefender #allnewdefender #landroverdefender #landrover #thebest4x4xfar #landrovertheworldover #landroverworld #bignews #didntmakefrankfurt #someonesheadwillrollforthis #spyshot #spyfilm #jamesbondfilmset #allnewdefender2020 #newdefender #newdefendernews #newlandroverdefender #defender #landroverdefender #landroverdefender110 #defender110

A post shared by Steven Firth (@shedlocktwothousand) on Aug 26, 2019 at 3:14pm PDT

Sem querer querendo, vazou uma imagem do novo Land Rover Defender. O clique foi feito supostamente no set de filmagem do próximo filme de James Bond, cuja estreia está marcada para o próximo ano. O clique foi publicado no Instagram.

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Nela, é possível reparar no design alinhado aos novos modelos do fabricante. Apesar disso, a dianteira do novo Defender preservou os faróis quadrados, assim como as grades horizontais e as entradas de ar. O Land Rover será apresentado mundialmente no Salão de Frankfurt, na Alemanha, no próximo mês, e terá versões 90,110 e 130.

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O Defender 90 terá 4,32 m de comprimento e 2,58 m de entre-eixos, enquanto o Defender 110 oferecerá 4,76 m de comprimento e 3,02 m de entre-eixos. Por último, o Defender 130 é o grandalhão da família, com 4,95 m de comprimento e os mesmos 3,02 m de entre-eixos do irmão intermediário – esse porte permitirá acomodar até oito passageiros no jipe .

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Vão estar disponíveis seis opções de motorizações para o Land Rover : três a gasolina, incluindo uma híbrida-leve (MHEV), e outros três movidas a diesel.

Fonte: IG Carros
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A bordo de um Jeep, pelas trilhas do Pantanal

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Andar de carro é o que todo jornalista automotivo mais gosta de fazer. Mas, andar de carro em uma expedição com modelos 4×4 pelo Pantanal do Mato Grosso do Sul é uma experiência única. 

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Assim foi a Jeep Experience que realizamos, partindo de Bonito, cidade turística voltada principalmente as aventuras, passando por Miranda, no centro do Pantanal e terminando em Campo Grande, capital daquele Estado.

Foram três dias de trilhas, asfalto, estradas esburacadas e muito off-road . Rodamos com modelos da Jeep, consagrados no 4×4, como o Compass e o Renegade , fabricados no Brasil e também o Wrangler, a última palavra em off-road da marca, fabricado nos Estados Unidos. 

Um grupo seleto de pessoas pode participar desta experiência incrível a bordo dos Jeeps, mas que não se resumiu apenas em percorrer trilhas e estradas. Também houve uma importante ação social promovida pela Jeep, em uma aldeia indígena no Pantanal. Houve a entrega de centenas de kits escolares completos, desde mochilas até o lápis, para alunos de uma escola voltada a comunidade indígena. 

Crianças daquela comunidade receberam seus kits para uso no ano letivo de 2020 e também mostraram aos expedicionários seu folclore, com uma dança típica de sua aldeia.

A Jeep Experiênce começou na cidade de bonito, onde o turismo de aventura é a grande pegada. A cidade é repleta de rios cristalinos onde se pratica a flutuação observando a riqueza da fauna e flora da região. Além desses rios, existem cachoeiras incríveis na região e também a prática do rapel, em fazendas totalmente estruturadas para este tipo de atividade.

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Depois de Bonito a Jeep Experience pegou a estrada em direção ao Refúgio Ecológico de Caiman, no município de Miranda, muito conhecido por pescadores, pois é a entrada do Pantanal do Mato Grosso do Sul. 

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Esta grande fazenda é uma área de preservação ecológica exemplar. E para a Jeep Experience ser ainda mais emocionante, foram realizados safaris, noturno e diurno, pelas trilhas do refúgio para a observação de animais. As onças pintadas têm ali sua casa, protegida, onde podem criar seus filhotes em segurança. Também é o centro de preservação da arara azul, espécie em extinção que lá encontrou um local seguro para a procriação.

Jeep Experience arrow-options
Renato Maia

Jeep Experience, no Mato Grosso do Sul

Mas para chegar até o Refúgio Caiman, a Jeep Experience percorreu trilhas com os mais diversos pisos e não raro os Jeeps tiveram que ser acionados com sua força total, fazendo valer a tecnologia do offroad, quesito em que a Jeep é referência mundial.

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Entre os modelos utilizados estava um Wrangler, que é a essência no offroad. O sucessor do antigo jipinho fabricado para uso na Segunda Guerra Mundial e que depois virou referência no 4×4. O Wrangler tem tecnologia de ponta, não deixando de ser um carro rústico e que enfrenta qualquer tipo de terreno. Mas também é muito bom para boas estradas, se comportando como um verdadeiro automóvel de luxo.

Isso também acontece com os outros modelos utilizados na Jeep Experience pelo Pantanal sulmatogrossense, o Renegade e o Compass, de produção nacional e que trazem o que há de melhor em tecnologia off-road entre modelos brasileiros. Todas as versões utilizadas foram com motorização diesel e tração nas quatro rodas.

E depois do Refúgio Caiman a Jeep Experience partiu rumo a capital Campo Grande, onde terminaria a expedição. Novamente a passagem por cenários maravilhosos da natureza brasileira, entre trilhas e boas estradas asfaltadas. 

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Em três dias enfrentando todo o tipo de piso, entre mata fechada, muita lama, buracos, pedras, subidas e descidas íngremes, o comportamento dos Jeeps foi perfeito. Os carros foram utilizados ao extremo e nenhum problema ocorreu. Todos partiram de bonito e chegaram ao aeroporto de Campo Grande, onde terminou a aventura, depois de centenas de quilômetros, muito sujos pela poeira e lama, mas funcionando perfeitamente.

Fonte: IG Carros
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Trocando marchas com a mão, na Indian Chief 1948

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Indian Chief 1948 arrow-options
Acervo pessoal

A relíquia Indian Chief 1948 chama atenção nas ruas

A grande maioria dos motociclistas brasileiros, pelo menos os mais jovens, teve conhecimento da existência da marca norte-americana de motocicletas Indian há muito pouco tempo, quando a empresa voltou a produzir motocicletas nos Estados Unidos, após cerca de 60 anos inoperante, e seus produtos começaram a ser importados para o Brasil.

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Muito parecidas com as Harley-Davidson, as Indian são ainda mais antigas, com início de produção dois anos antes da sua eterna rival. Foram também dois jovens empreendedores, George Hendee e Carl Oscar Redstrom, que fundaram a Indian Motorcycle Company, em 1901, na cidade de Springfield, Massachussets.

As primeiras Indian ainda não se pareciam com os modelos mais conhecidos posteriormente, pois não eram mais do que bicicletas equipadas com pequenos motores monocilíndricos. Em dez anos, a Indian já era a maior fabricante de motocicletas do mundo, produzindo modelos sofisticados, que até partida elétrica tinham.

Já mostrei aqui todas as versões modernas da Indian que foram comercializadas até o ano passado, quando a marca se retirou de nosso mercado, mas esta Indian Chief 1948 merece um lugar especial na galeria das motocicletas clássicas.

A Indian Chief começou a ser produzida em 1922, para ser o modelo mais sofisticado da marca. Esse status logo foi comprovado pelo público, que considerava as Indian mais confortáveis do que as rivais Harley-Davidson. O motor V2 de 1.000 cm3 era potente e de funcionamento suave, e logo no ano seguinte, com a cilindrada aumentada para 1.200 cm3, ela chegou a atingir o auge de sua popularidade.

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Em 1953, pressionada pelas marcas europeias que começaram a chegar ao mercado norte-americano, as Indian Chief foram consideradas antiquadas e a marca encerrou a sua produção. Dessa data até 2011, quando a Polaris comprou a lendária marca e iniciou a produção das Indian modernas, muitos fabricantes e importadores exploraram a marca com os mais diversos tipos de motocicletas.

Câmbio na mão

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Acervo pessoal

Com câmbio e acelerador no mesmo guidão, a condução da Indian Chief 1948 é complexa

Pelas fotos pode-se notar que essa motocicleta tem a alavanca de câmbio acionada pela mão direita, a mesma do acelerador. Isso torna a pilotagem mais difícil, porém mais interessante. Algumas Indian, como se pode ver em pesquisas de fotos de época, tinham a alavanca de câmbio do lado esquerdo e, outras até, tinham o acelerador transferido para o lado esquerdo do guidão.

Na hora de experimentar a velha senhora, não foi o câmbio que mais estranhei, pois é possível escolher uma das três marchas quando não é necessário acelerar, mas foi a embreagem no pé esquerdo o que mais me atrapalhou. É que é preciso estar com o pé direito no chão, apoiando a motocicleta, para acionar a embreagem com o outro pé.

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Também é preciso um pouco de prática para soltar a embreagem de forma a não dar trancos e não deixar o motor apagar. Caso isso aconteça, o pedal do lado direito, parecido com o de uma bicicleta, é a única forma de ligar o motor novamente. Mesmo com todas essas características intrigantes, a Indian Chief 1948 , principalmente tão bem restaurada como esta, jamais faria feio em meio a grupos de motociclistas modernos.

Fonte: IG Carros
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