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Novo BMW Série 2 Gran Coupé chega ao Brasil em duas versões

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BMW Série 2 Gran Coupé: Esportivo com proposta de ser um modelo de uso cotidiano

Com linhas arrojadas e novas tecnologias, o novo BMW Série 2 Gran Coupé desembarca em duas versões. A versão de entrada, 218i Gran Coupé Sport GP, chega as concessonárias na primeira semana de março, por R$ 186.950. Já a versão de topo, M235i xDrive Gran Coupé, chegará em maio custando R$ 279.950.

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Com destaque na parte tecnológica, o BMW Série 2 Gran Coupé dispõe de atualizações de software online, assistentes de condução e formas de comunicação com o veículo com inteligência artificial. Outra grande novidade é o motor quatro cilindros mais potente da história da BMW na versão de topo, e chegada da última geração do três cilindros na de entrada. O modelo pode ser equipado com tração dianteira ou integral.

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Versões

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Interior traz as últimas tecnologias de conectividade, além de acabamento com materiais premium

A versão 218i Gran Coupé Sport GP traz nova calibração para o motor 1.5 turbo a gasolina de três cilindros. Com ela, são gerados 140 cv e 22,4 kgfm, entregues às rodas dianteiras. Por dentro, vem equipado com bancos esportivos, volante revestido em couro, ar-condicionado automático, leitura automática de placas de velocidade e carpete de veludo. A velocidade máxima do carro é de 213 km/h, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 8,7 segundos.

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Já a versão M235i xDrive Gran Coupé traz o motor 2.0 turbo, de quatro cilindros, com 306 cv e 45,9 kgfm. Sua grade bipartida apresenta detalhes em aço escovado na parte interna da peça. A versão conta com transmissão automática de oito marchas e tração integral. Em seu interior, há revestimento de couro nos bancos, teto solar panorâmico, faróis de LED e rodas de 18 polegadas com pneus Run Flat. Além disso, ainda traz retrovisor interno eletrocrômico, espelhos com rebatimento elétrico e bancos dianteiros elétricos e com memória. O automóvel chega de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e sua velocidade máxima é de 250 km/h.

“O BMW Série 2 Gran Coupé traz mais emoção, esportividade, design e tecnologias para nosso cliente brasileiro. Para nós, este é majoritariamente jovem, conectado e busca por novas opções que tragam prazer em dirigir, beleza e muita tecnologia”, afirma Roberto Carvalho, Diretor Comercial da BMW do Brasil.

Fonte: IG Carros
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Conheça detalhes dos 5 hatches mais econômicos do Brasil hoje em dia

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Quando os preços dos combustíveis tendem a seguir em alta, andar com hatches mais econômicos no dia a dia é uma boa pedida

Do jeito que o mundo está, não era muito difícil de acreditar que apareceria uma pandemia como a que está em curso agora. Mas vai passar e tudo isso será um marco na história da humanidade, que precisará adotar novos paradigmas. O tema é complexo, mas apenas no que se refere aos carros, pelo menos a maioria que circula por ai, terá que ser cada vez mais eficiente. E a economia de combustível é um dos principais aspectos ligados à eficiência.

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No Brasil, ainda estamos um pouco longe de ter opções de mobilidade consideradas ideais, uma vez que vários países já estão com a questão da eletrificação bem mais avançada, mas temos alguns modelos que conseguem ser bem econômicos no dia a dia. Com base nos dados do Inmetro, a reportagem de iG Carros mostra quais são os hatches mais econômicos vendidos nas lojas atualmente que menos gastam combustível, considerando as médias de cada modelo. Confira a seguir.

1 – VW Up! 1.0 TSI Connect – a partir de R$ 54.890

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VW Up Connect vem com o eficiente motor turbo, de três cindros, que alia bom desempenho com baixo consumo de combustível

Apesar de meio esquecido no mercado, o VW Up! TSI sempre foi um sucesso de crítica. Seguro e um dos únicos modelos que conseguem aliar bom desempenho com baixo consumo de combustível, o modelo reúne o melhor de dois mundos com a sobrealimentação como aliada. Hoje é vendido apenas em três versões: MPI, Connect e Xtreme.

A boa posição de dirigir, o motor de 105 cv e bons 16,8 kgfm de torque e a ergonomia também são pontos positivos do carro, que vem central multimídia tem tela colorida, mas bem pequena. No porta-malas vão apenas razoáveis 285 litros e não há controle eletrônico de estabilidade nem como opcional, item que passará a ser obrigatório em todos os carros feitos no Brasil a partir de 2022. 

Cidade (etanol) 9,6 km/l
Estrada (etanol) 11,1 km/l
Cidade (gasolina) 14,1 km/l
Estrada ( gasolina) 16 km/l

2 – Chevrolet Onix LT 1.0 – a partir de R$ 51.590

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Nova geração do compacto continua fazendo sucesso como um dos hatches mais econômicos da categoria atualmente, na versão 1.0, aspirada


A nova geração do hatch mais vendido no Brasil veio mesmo para defender o trono. Entre seus principais atrativos, destaca-se o conjunto mecânico bem acertado. O motor é o novo 1.0, de três cilindros, derivado do Opel adotado em alguns modelos da GM na Europa antes da marca americana ter desistido de atuar no mercado europeu, há três anos, quando fechou negócio de US$ 9 bilhões com o Grupo PSA.

Com ajuda do câmbio manual de seis marchas, da leveza da carroceria e da boa aerodinâmica, entre outros itens, o novo Onix LT consegue ser o modelo da categoria mais econômico do país hoje em dia,  roando apenas com etanol, pelos dados do Inmetro. Além disso, como opcional, pode vir com central multimídia com acesso à internet via conexâo 4G, que também está entre os atrativos do carro. Só não ficou em primeiro lugar por causa do consumo com gasolina, na cidade.

Cidade (etanol): 9,9 km/l
Estrada (etanol): 11,1 km/l
Cidade (gasolina): 11,7 km/l
Estrada (gasolina): 16,7 km/l

3 – Fiat Moby Drive 1.0 – R$ 44.840

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Fiat Mobi tem quase o mesmo consumo do rival da Renault, mas consegue ser mais econômico com gasolina, na estrada, segundo o Inmetro


O segundo subcompacto da lista dos hatches mais econômicos do Brasil também perdeu versões desde que foi lançado no País, em abril de 2016. Hoje são cinco e a mais recomendável é a topo de linha Drive, que vem com o novo motor Fiat Fire Fly , de três cilindros, bem mais eficiente que o Fire Evo, de quatro. Rende bons 77 cv e bons 10,4 kgfm de torque a 3.250 rpm, acoplado ao câmbio manual de cinco marchas.

No caso do modelo da marca italiana, não houve como fazer muito para evitar a falta de espaço no porta-malas, que leva apenas 215 litros. Houve uma tentativa de oferecer o sistema Live On, que transformava o celular em central multimídia, mas não deu certo. Então, hoje o carro pode vir apenas com o Rádio Connect, com entrada USB, áudio streaming, entre outros recursos básicos.

Cidade (etanol) 9,7 km/l
Estrada (etanol) 11,5 km/l
Cidade (gasolina) 13,8 km/l
Estrada (gasolina) 16,4 km/l

4 -Renault Kwid Zen 1.0 – a partir de R$ 41.290

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Renault Kwid fica mais à vontade em trechos urbanos que rodoviários e apesar de toda sua simplicidade é bem econômico no dia a dia


Ele chegou em meados de 2017 com um conceito diferente de subcompacto. No início, a vida do modelo na marca francesa no Brasil não foi das mais fáceis, com um grande recall que envolveu todas as unidades vendidas. Mas a agora o carrinho se firmou no mercado com um honroso quinto lugar no ranking geral, como 12.552 unidades no primeiro bimestre de 2020, conforme o balanço da Fenbrave (Federação dos Distribuidores de Veículos).

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Com estreitos pneus 165/70R 14 e altura livre do solo acima da média do segmento (18 cm), o Renault Kwid se sente mais à vontade em trechos urbanos e sem muita pressa. O espaço interno é apertado para cinco ocupantes, mas no porta-malas vão plausíveis 290 litros. Com engates sempre fáceis, o câmbio manual de cinco marchas agrada, assim como a leveza da direção com assistência elétrica.

Cidade (etanol) 10,3 km/l 
Estrada (etanol) 10,8 km/l
Cidade (gasolina) 14,9 km/l
Estrada (gasolina) 15,2 km/l

5 – Ford Ka S 1.0 – a partir de R$ 47.430

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Roberto Assunção

Ford Ka se mantém entre os hatches compactos mais econômicos do Brasil e com conjunto bem acertado


Quer um hatch compacto econômico e bom de dirigir? O modelo da Ford é uma boa pedida. Além de ser bem acertado tem um dos motores 1.0 aspirados mais eficientes hoje em dia, com uma série de recursos, entre os quais variador de fase na admissão e escape, correia do comando imersa em óleo (que dispensa troca), balancins roletados e eixo balanceador para evitar vibrações, entre outros.

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Bem equilibrado, o modelo vai bem tanto na cidade quanto na estrada e fecha a lista dos 5 hatches mais econômicos do Brasil hoje em dia. Leva cinco pessoas com certo conforto e medianos 257 litros no porta-malas. Entre outros equipamentos, pode vir com sistema multimídia com tela sensível ao toque, dependendo da versão, bem como sensor no para-choque traseiro para ajudar nas manobras e computador de bordo.

Cidade (etanol) 9,3 km/l
Estrada (etanol) 10,8 km/l
Cidade (gasolina) 13,3 km/l
Estrada (gasolina) 15,6 km/l

Fonte: IG Carros
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PSA nega que crise econômica tenha abalado fusão com a FCA

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CEOs de FCA e PSA: o aperto de mão que selou o acordo de fusão entre a fabricante francesa e o grupo italiano

Os grupos FCA (Fiat e Jeep) e PSA (Peugeot e Citroën) negam que a crise econômica causada pelo surto do novo coronavírus possa prejudicar a fusão das empresas. No início desta semana, a mídia francesa reportou que a aliança poderia não se concretizar, uma vez que ambas as fabricantes estariam enfrentando reduções de capitalização.

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Por outro lado, as fabricantes não negam que alguns termos do contrato de fusão tenham que ser revistos. No acordo assinado em dezembro de 2019, Carlos Tavares ( PSA ) e Mike Manley ( FCA ) determinaram que a criação da joint-venture levaria em torno de 12 e 18 meses. Com a atual crise causada pela doença do novo coronavírus, o prazo deverá ser estendido.

No acordo assinado em 2019, as companhias confirmaram que a aliança será dividida igualmente (50% para FCA, 50% para a PSA, diferentemente do acordo entre Renault e Nissan). O grupo será liderado pelo atual presidente da PSA, Carlos Tavares, e o executivo-chefe da FCA, John Elkann. A nova diretoria contará com 11 membros, não necessariamente alinhados com uma das fabricantes.

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Antes da crise da Covid-19 , a aliança esperava volume anual de vendas na casa de 8,7 milhões de unidades, com a expectativa de arrecadar US$ 190 bilhões em uma margem de lucro de 6,6%, tomando como base os resultados de 2018.

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As fabricantes se comprometem com o compartilhamento de plataformas, famílias de motores e desenvolvimento de novas tecnologias, alavancando a produção e aumentando a margem de lucro de seus produtos. Para exemplificar, a aliança declara que dois terços de sua produção nos próximos anos será concentrada em duas plataformas (compacta e média), com potencial anual para emplacar mais de 3 milhões de automóveis em todo o mundo.

Fonte: IG Carros
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