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Novas Honda CBR 1000RR-R e 1000RR Fireblade são reveladas oficialmente

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Honda CBR 1000RR-R Fireblade: Nova geração traz o novo modelo de topo, ainda mais voltada ao alto desempenho

Com o início do Salão de Milão (Itália), a nova Honda CBR 1000RR-R Fireblade, de topo, acaba de ser revelada oficialmente. A novidade traz as asas móveis e novos desenhos da carenagem flagrados enquanto rodava em testes no circuito de Suzuka (Japão). Além disso, seus componentes mecânicos foram aprimorados, ganhando mais potência. Os preços ainda não foram revelados, nem para a nova versão e nem para as Fireblade padrão e SP, que também chegam atualizadas.

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Começando pelo motor, a nova Honda CBR 1000RR-R Fireblade passou de 191,7 cv para 217 cv. Esses 25 cv adicionais vieram com a adoção de materiais nobres, culminando na redução de atrito entre os componentes internos, que por sua vez permitiu o aumento no limitador de rotação de 13 mil rpm para 14.500 rpm.

Além disso, estréia um sistema de escapamento remodelado com ponteira Akrapovic, unidade inercial de 6 eixos (ante 5 da geração anterior) — que permitiu aos engenheiros usarem o controle de tração para domar tendência da roda traseira a derrapar nas curvas quando o piloto aciona o acelerador — e o controle de largada passa a ser item de série na moto esportiva .

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Entre os novos equipamentos, estão uma asa móvel, materiais refinados na construção do motor e eletrônica atualizada

Além disso, o sistema ABS ganha os modos Sport e Track — para ficarem mais ou menos atuantes conforme o tipo de condução — com três modos de pilotagem e a possibilidade do piloto customizar os níveis de potência, freio-motor e anti-empinamento. Os recursos eletrônicos podem ser ajustados através de botões no manete esquerdo, com visualização no novo painel TFT de 5 polegadas.

Honda CBR 1000RR Fireblade e SP

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A Honda CBR 1000RR Fireblade SP em ação no circuito Velo Cittá

A Honda CBR 1000RR Fireblade será vendida em duas versões, como acontece com a geração atual: Standard e SP. Na Standard, os freios ficam a cargo da Nissin e as suspensões convencionais são da Showa, com garfo invertido na dianteira e balança monoamortecida na traseira — com inspiração na RC213V-S, série especial do protótipo da MotoGP feita para as ruas, que agora conta com 30,5 mm a mais.

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Já na versão SP as pinças Brembo Stylema atuam sobre os discos de 330 mm. Enquanto isso, como na Honda CBR 1000RR-R Fireblade , o sistema de suspensão foi fornecido pela Öhlins, com sistema de gerenciamento eletrônico atualizado. Tanto o modelo padrão quanto o SP podem ser encontradosem duas cores, preto e o layout tricolor, com azul, vermelho e branco da divisão de corridas da Honda.

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Crise na pandemia faz aumentar procura por seguro sob medida

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Seguro sob medida funciona pela internet, com ajuda de aplicativo e o pagamento varia conforme o uso do veículo

Em tempos de pandemia e crise econômica, muitas pessoas estão tendo redução de ganhos financeiros, o que tem levado à busca de novas alternativas. Uma delas é o seguro de veículo sob medida, em que paga-se apenas uma taxa fixa e outra variável, por quilômetro rodado. De acordo com a startup Thinkseg, a novidade cobre acidentes, furto e roubo, de acordo com valores previstos na tabela Fipe.

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A assinatura básica mensal do seguro sob demanda parte de R$ 25 e um valor que varia para cada quilômetro rodado. A Thinkseg diz que esse produto compensa nas ocasiões em que o carro fica a maior parte do tempo na garagem, só usado para situações esporádicas: mercado, farmácia, passeios curtos nos finais de semana.

No Brasil, a contratação do seguro por períodos, chamados intermitentes, como o Pay Per Use , de assinatura mensal, foi oficializada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em agosto passado, com a publicação da Circular 592, de 2019.

A Pesquisa World Insurance Report 2020, divulgada dia 19 passado, feita pela consultoria internacional Capgemini em 22 países, incluindo Brasil, entre janeiro e fevereiro, já em meio à disseminação do Coronavírus no mundo, mostra que o seguro pago por hora de uso representa 31% do total atualmente. Segundo a mesma fonte, mais de 50%, de um total de 8 mil clientes de seguros, desejam um seguro com base no uso, que oferece personalização e valor ao dinheiro.

Seguro sob demanda em crescimento

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O seguro sob medida é completo e aceita veículos com valor mínimo de R$ 20 mil e máximo de R$ 300 mil


A pesquisa foi realizada pela Capgemini junto com a Efma – organização global sem fins lucrativos, criada em 1971 por bancos e seguradoras – e ouviu ainda 150 executivos seniores de seguros das principais companhias do setor em 29 mercados que representam as regiões das Américas (América do Norte e América Latina), EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e Ásia Pacífico (incluindo o Japão).

O representante da Federação das Seguradoras de Seguros Gerais (FenSeg), Antônio Trindade, afirmou que o seguro intermitente pode atrair um nicho da população que deseja vir para esse mercado. “Cada seguradora vai fazer sua própria avaliação para lançar ou não seguros intermitentes de forma que não prejudique as carteiras existentes”, disse ele.

O seguro sob medida é completo e aceita veículos com valor mínimo de R$ 20 mil e máximo de R$ 300 mil, presentes na tabela Fipe, de acordo com a política de aceitação da plataforma. Os modelos de autos podem ser nacionais e importados, com ou sem blindagem, em todo o território nacional.

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Além de cobertura para roubos e furtos, seguindo os preços da Tabela Fipe, o seguro sob medida também oferece cobre acidentes de qualquer tamanho. O PPU tem ainda parcerias com cerca de 4 mil oficinas e uma rede para atendimento de serviços de socorro mecânico, guincho, reboque e reparos gerais (vidro, farol, lanterna, retrovisor e para-choque). E o cliente faz tudo pelo aplicativo.

Fonte: IG CARROS

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Veja vídeo das versões esportivas nos 40 anos do VW Gol

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O VW Gol acaba de completar 40 anos de história. Seu lançamento, em 1980, foi um divisor de águas para a Volkswagen no Brasil. A partir daquele momento um veículo de concepção mais moderna estava disponível para um público ávido por novidades.

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Inicialmente a marca optou pela utilização do motor boxer refrigerado a ar com 1.300 centímetros cúbicos de cilindrada, o que acabou se mostrando abaixo das expectativas para o VW Gol . Porém logo o motor 1.600 com dupla carburação chegou para resolver o problema. Uma das versões mais simbólicas equipadas com esse conjunto mecânico foi a Copa, em 1982, especialmente voltada para o mundial de futebol na Espanha.

VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

VW Gol GTI foi sonho de consumo no fim dos anos 80 e na primeira metade dos anos 90

Trazia um aspecto externo com rodas de 13 polegadas, além de conta-giros, manopla de câmbio exclusiva e bancos com padronagem própria. Dois anos mais tarde a versão esportiva GT chegaria causando sensação. Com um dinâmico e elástico motor de 1,8 litro e cabeçote do Golf GTI rapidamente se tornou um sonho de consumo e campeão de desempenho. Vale lembrar que na época a concorrência andava junto com algumas opções.

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A evolução do Gol foi aumentando a cada ano. Em 1988 ele se tornou o primeiro veículo nacional equipado com injeção eletrônica. O momento foi marcado pelo surgimento de uma versão própria, a GTI, que passaria a povoar os sonhos e se tornaria objeto de desejo de toda uma geração de jovens. O motor passava de 1,8 litro para 2 litros. O VW Gol GTI também evoluiu. No início era vendido apenas na cor Azul-Monaco, que ainda faz bastante sucesso entre os entusiastas. Em 1994 uma mudança de geração e estilo. A versão GTI 16V, com motor importado e 145 cv, ocupou a primeira posição entre os esportivos da época.

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A versão evoluiu para a última fase do modelo VW Gol . Com quatro portas e um estilo mais ameno se despediu e se tornou rara por conta da baixa produção. Vale ressaltar a Parati GTI 16V. Mas sobre ela falarei em uma matéria específica. Confira o podcast abaixo e até mais!


Fonte: IG CARROS

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