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Internacional

Nova York vai multar quem se recusar a usar máscara

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A cidade de Nova York vai impor multas às pessoas que se recusarem a usar máscara, no momento em que a taxa de testes positivos para o novo coronavírus subiu acima de 3% pela primeira vez em meses, disse o prefeito Bill de Blasio nessa terça-feira (29).

Além de Nova York, mais 28 estados estão registrando aumento de infecções pelo novo coronavírus nas últimas duas semanas, e as hospitalizações pela doença aumentaram em vários estados do meio-oeste.

As autoridades da cidade de Nova York primeiro oferecerão máscaras gratuitas àqueles que não estiverem usando uma proteção facial em público. Se a pessoa se recusar, terá que pagar uma multa, afirmou de Blasio à imprensa.

“Não queremos multar as pessoas, mas se for necessário, faremos”, disse ele. A polícia municipal e autoridades do Departamento de Saúde, entre outros, farão com que as multas sejam aplicadas, acrescentou.

As multas serão de até US$ 1.000, embora a maioria não ultrapasse US$ 500, informou Mitch Schwartz, porta-voz do prefeito, por e-mail. Ele se recusou a dizer se isso se aplicará também aos policiais da cidade, alguns dos quais podem ser vistos frequentemente sem máscaras, apesar das advertências do prefeito.

Uma política semelhante foi imposta neste mês pela Autoridade de Transporte Metropolitano, controlada pelo estado, segundo a qual os passageiros que se recusarem a usar máscara no transporte público pagam multa de US$ 50.

A taxa diária de testes positivos do novo coronavírus em toda a cidade foi de 3,25%, de acordo com dados provisórios, a primeira vez que ultrapassou 3% desde junho. Em abril, quando a cidade era o epicentro global da pandemia, mais de 5 mil pessoas apresentavam resultados positivos a cada dia, em comparação com algumas centenas agora, mesmo com os testes sendo mais abrangentes.

*Reportagem adicional de Lisa Shumaker e Peter Szekely

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Internacional

Reino Unido, Itália e Polônia têm protestos contra medidas de isolamento social

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Protesto Itália
Reprodução/Twitter

Países estão restringindo funcionamento de bares e estabelecimentos comerciais.

Com a chegada da segunda onda da pandemia de Covid-19, diversos países europeus estão adotando medidas restritivas no intuito de frear o avanço da doença. Entretanto, tais medidas não estão agradando a população da Itália, do Reino Unido e da Polônia, que, no último sábado (24), protestaram contra as novas regras.

Em Londres, no Reino Unido , manifestantes formaram uma aglomeração perto do Palácio de Buckingham e foram a uma das principais praças do país. Houve confusão com a polícia e, segundo a BBC, 18 pessoas foram presas pelas autoridades.

Por conta dos novos casos, algumas cidades inglesas estão com bares fechados e proibiram encontros de moradores em casas diferentes.

Na Itália , onde vêm sido registrados recordes de contaminação diária, houve manifestações também. Em Roma, cidadãos marcharam contra a decisão do governo de delegar a responsabilidade de implantar um lockdown para líderes regionais. Veja um registro dos protestos na cidade:

Em Nápoles, houve confronto entre a polícia e manifestantes contrários ao toque de recolher que foi imposto na região na última sexta-feira (23).

Por fim, a Polônia também registrou protestos que pediam a reabertura de atividades econômicas. Manifestantes entraram em confronto com a polícia e foram presos. Os atos aconteceram no mesmo dia em que foi registrado o recorde de mortes diárias pela doença: 179.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Afeganistão diz que matou líder da Al-Qaeda procurado pelo FBI

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Abu Muhsin al-Masri
Reprodução/Twitter

Homem estava na lista de procurados pelo FBI.

O governo do Afeganistão disse que matou um líder da Al-Qaeda neste domingo (25). Husam Abd al-Rauf, que é conhecido como Abu Muhsin al-Masri, estava na lista dos mais procurados pela agência federa norte-americana, o FBI.

Segundo o governo afegão, Abu Muhsin al-Masri morreu durante uma operação realizada no leste do país. Entretanto, detalhes sobre a ação militar não foram divulgados mesmo depois que órgãos de inteligência ado Afeganistão confirmaram a morte do líder pelo Twitter.

A notícia sobre a morte do líder da rede terrorista veio depois de semanas violentas no país. Um atentado suicida assumido pelo Estado Islâmico deixou 24 mortos neste período.

Até o momento, o FBI, a OTAN e militares americanos não comentaram a morte de al-Masri. Por sua vez, o governo afegão diz que continuará lutando contra militantes em busca da paz na região.

Fonte: IG Mundo

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