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Economia

Nova Previdência fará PIB crescer 1,1 ponto percentual, diz boletim

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O mercado financeiro acredita que a reforma da Previdência vai potencializar o crescimento da economia. De acordo com pesquisa divulgada no Boletim Prisma Fiscal, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, com 64 analistas de mercado especializados em projeções fiscais, a aprovação da reforma representará ganho de 1,1 ponto percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, neste ano.

Para 2020, a previsão é de ganho de 3 pontos percentuais, comparando com um cenário em que não haja aprovação da reforma.

A pesquisa revela que, com a aprovação integral da proposta de reforma da Previdência, enviada pelo governo ao Congresso Nacional, o crescimento do país será de 2,10% em 2019; 3,50% em 2020; 3,45% em 2021; e 3% em 2022.

Por outro lado, sem a aprovação da proposta no Congresso, o crescimento será de 1% em 2019; 0,5% em 2020; 0,75% em 2021; e 1% em 2022.

Os analistas também projetaram o crescimento considerando aprovação parcial da Nova Previdência em 2019. Nesse caso, os números mostram a economia crescendo 1,95% em 2019; 2,8% em 2020; 2,7% em 2021; e 2,5% em 2022.

Geração de empregos

A partir dos dados coletados pelo Boletim Prisma Fiscal sobre o crescimento do PIB, a subsecretaria de Macroeconomia da SPE calculou as possíveis implicações em termos de geração de empregos no cenário com a Nova Previdência aprovada integralmente e no cenário sem a aprovação.

Os números mostram que, em 2022, caso o Congresso aprove o texto enviado pelo governo, o país poderá ter 4,3 milhões de empregos a mais, relativamente ao cenário sem a aprovação. Os novos empregos já começariam a surgir em 2019: cerca de 170 mil postos de trabalhos criados a mais com a aprovação do texto. Em 2020 o número sobe para 1,3 milhão; e em 2021 para 2,9 milhões.

Edição: Maria Claudia

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Economia

“Véio da Havan” diz que não sabe “o que é fake news”

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Luciano Hang
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Luciano Hang, chamado de “véio da Havan” por seus adversários, é alvo de duas investigações ligadas á disseminação de fake news.

O empresário Luciano Hang , dono das lojas Havan e um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, disse que não sabe “o que é uma fake news”. A declaração foi dada por Hang durante uma entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Quando foi questionado sobre as acusações de ter financiado um esquema de disseminação de fake news, Hang, que é chamado de “véio da Havan” por seus adversários, disse que a forma como as pessoas enxergam os fatos varia.

“Eu nem sei o que é uma fake news. O que é uma fake news? Um fato tem várias versões. A versão que você encampa depende do lado que você está”, afirmou.

Ele também disse que, durante as eleições de 2018, fez vídeos para apoiar Bolsonaro e negou que tenha disseminado fake news. “Simplesmente atuei em grupos de WhatsAapp que eu montei. Fiz muitos vídeos, que eu publicava nas minhas redes pessoais do Instagram e do Facebook. O que eu produzi de conteúdo coloquei nas minhas redes. Então, estou muito tranquilo, porque não produzi nenhuma fake news.”, disse.

A pergunta fazia referência às investigações realizadas contra o empresário. Hang é alvo do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) e de uma outra investigaão no Tribunal SUperior Eleitoral (TSE) por impulsionamento de mensagens no Whatsapp.

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Economia

Depois de três meses, milhões seguem sem auxílio emergencial

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auxílio
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Depois de três meses de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas

Depois de três meses de pagamentos do  auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas.

Segundo os dados mais recentes da  Caixa Econômica Federal, há 1,2 milhão de pessoas em primeira análise e 700 mil em reanálise para obter o auxílio, totalizando 1,9 milhões de pessoas à espera dos R$ 600 – ou, no caso de mães solteiras, R$ 1.200.

Em um total de 108,9 milhões de pessoas que pediram o auxílio, 107,7 milhões já foram analisados – 65,2 milhões foram considerados elegíveis, mas 42,5 milhões foram tidos como inelegíveis.

A Dataprev, empresa responsável por realizar as análises dos cadastros, divulgou no sábado (4) que  1,1 milhão  dos cadastros são inconclusivos. Isso significa que os dados foram preenchidos de maneira incorreta pelos candidatos ao auxílio.

As pessoas ainda podem ajustar os cadastros, mesmo que o prazo para  inscrição ao auxílio já tenha terminado na semana passada.

Quem quiser contestar o auxílio negado pode fazer isso no aplicativo e site da Caixa (Caixa Auxílio Emergencial), ou na  Defensoria Pública da União.

Se pedir reanálise pelo DPU, ela será feita de forma individual pelo órgão, com base nos documentos comprobatórios enviados. A orientação do procedimento está disponível no  site da Defensoria.

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