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Economia

Nova presidente da Caixa diz que fará crise ‘grande oportunidade’

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A nova presidente da Caixa, Daniella Marques
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A nova presidente da Caixa, Daniella Marques

Em seu discurso de posse como a nova presidente da Caixa Econômica Federal nesta terça-feira, Daniella Marques afirmou que transformará a “crise em uma grande oportunidade”, inclusive para a proteção e promoção de mulheres. Ela assume o comando do banco no lugar de Pedro Guimarães, que pediu demissão depois que funcionárias denunciaram casos de assédio sexual e moral — o que está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.

“Eu estou segura que transformaremos essa crise em uma grande oportunidade. Oportunidade para que a gente proteja e promova mulheres, para que a gente não seja não só o banco de todos os brasileiros, mas também a mãe de todas as causas das mulheres do Brasil”, disse Daniella Marques.

Ao longo de seu discurso, ela fez diversos acenos às mulheres. Citou, por exemplo, números de violência doméstica e a intenção de usar a rede de atendimento do banco em ações e políticas que abordem denúncias de violência, promoção de empreendedorismo feminino e o combate a “qualquer tipo de assédio”.

“A Caixa possui uma extensa capilaridade, com presença em praticamente todos os municípios do país. Nossa ampla rede de atendimento vai ajudar a viabilizar e efetivar implantação de ações de políticas que abordem a divulgação de canais de denúncia, denúncia de violência de doméstica, promoção de empreendedorismo feminino, educação financeira, combate a qualquer tipo de assédio”, disse a nova presidente.

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A cerimônia fechada de posse aconteceu na Caixa Cultural e contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, da Secretaria de Governo, Célio Faria, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, além da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e do presidente Jair Bolsonaro. Pouco depois de ser anunciada como a nova presidente da Caixa, Daniella já havia traçado um plano para enfrentar as denúncias de assédio sexual envolvendo o seu antecessor Pedro Guimarães. Como o GLOBO mostrou, um dos primeiros atos será a criação de um “comitê de crise” para apurar o relato das vítimas.

Daniella era secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e braço direito do ministro Paulo Guedes. Os dois trabalharam juntos na Bozano Investimentos, antes de ser convidado a assumir a pasta no governo Bolsonaro, e levou ela para sua equipe.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como

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Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como
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Censo pode ser respondido pelo telefone ou pela internet; veja como

Além da coleta presencial e pela internet, é possível responder ao Censo 2022 por ligação. Desde o último dia 1º, mais de 183 mil recenseadores estão nas ruas de todos os 5.570 municípios brasileiros para visitar 89 milhões de endereços. 

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Esta é a primeira vez que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) libera a participação pelo telefone — no último Censo, em 2010, já era possível responder as perguntas via internet. A pesquisa é realizada a cada dez anos, mas acabou sendo adiada em 2020 e 2021 devido à pandemia de Covid-19 e a cortes orçamentários.

Independente da escolha (presencial, telefone ou internet), o recenseador deverá visitar o domícilio para captar a coordenada e fazer o contato com o morador.

A partir daí, o cidadão poderá realizar ou agendar a entrevista presencial, marcar com o recenseador uma entrevista por telefone ou optar pelo autopreenchimento via internet. Se escolher responder pela internet, receberá um e-ticket, com validade de sete dias.

A entrevista por telefone também será utilizada para aqueles que optarem pelo autopreenchimento pela internet, mas não concluírem o questionário. Para isso, o IBGE criou o Centro de Apoio ao Censo (CAC), disponível pelo número 0800 721 8181.

Em caso de recusa ou ausência do morador, o recenseador deixará um bloco de recado e/ou tentará o contato por telefone. Além disso, deverá retornar ao domicílio, no mínimo, mais quatro vezes, sendo que uma obrigatoriamente em turno alternativo.

Depois que o recenseador encerra a coleta no setor censitário, o supervisor retornará nos domicílios com morador ausente ou com recusa expressa e entregará uma carta de notificação, contendo um e-ticket válido por dez dias para o preenchimento pela internet.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Bolsonaro vai à Febraban apresentar medidas econômicas da campanha

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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes devem explanar propostas econômicas para os próximos anos
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes devem explanar propostas econômicas para os próximos anos

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve se reunir nesta segunda-feira (8) com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para discutir proposta econômicas da campanha e o futuro do país. A discussão está marcada para acontecer na sede da federação, em São Paulo (SP).

Entre os temas que devem ser discutidos estão o Pix, Open Banking e empréstimos para beneficiários do Auxílio Brasil. Alguns bancos ainda estão resistentes em oferecer crédito para inscritos no programa por medo de aumento no endividamento das famílias. O Bradesco, por exemplo, já informou que não vai disponibilizar os empréstimos.

Bolsonaro ainda deve apresentar as propostas que estão em seu plano de governo, além de discutir o cenário atual da economia do país. O encontro também contará com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, que deve esboçar o crescimento econômico do país nos últimos meses.

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Esse será o primeiro encontro entre banqueiros e Bolsonaro após críticas feitas pelo presidente à carta escrita por membros da Universidade de São Paulo (USP) em apoio à democracia. A Febraban foi uma das instituições que assinaram o documento.

Segundo Bolsonaro, a carta tem viés político e seguiu as críticas do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, ao dizer que banqueiros assinaram o texto “pois perderam R$ 40 bilhões com o Pix”.  

A Febraban ainda deve se reunir com os presidenciáveis Lula (PT) e Simone Tebet (MDB) nos próximos dias. Ciro Gomes (PDT) ainda não tem a participação confirmada na reunião. 


Fonte: IG ECONOMIA

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