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Política Nacional

Notícia da Folha sobre troca de emendas por Previdência gera bate-boca em Plenário

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Deputados foram ao Plenário da Câmara comentar uma notícia da Folha de S.Paulo de que o governo teria oferecido R$ 40 milhões em emendas para deputados votarem a favor da reforma da Previdência. O tema gerou bate-boca e um início de confusão entre os parlamentares em Plenário.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) disse que os deputados que votaram favoráveis estão sentindo a “pressão das bases” após a publicação da notícia. “Deputado que votou ontem já está sentindo o peso dos seus eleitores que não concordam que suas aposentadorias sejam retiradas”, afirmou.

O deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) rebateu. “O deputado tem de se preocupar com a sua própria base em vez de fazer ataques sujos. Votamos pelo Brasil e, por isso, votamos a favor da Previdência”, disse.

O líder do PRB, deputado Jhonatan de Jesus (RR), disse que não participou de reunião sobre o assunto. “A matéria fala de ‘líderes’, mas eu não fui consultado”, declarou.

Divergências A oposição foi mais incisiva nas críticas. O deputado Valmir Assunção (PT-BA) afirmou que o governo Bolsonaro “se rendeu à velha política”. “Está nos meios de comunicação: indicou para embaixador em Roma o assessor de aliado. E os deputados que votaram a favor da reforma da Previdência na CCJ vão receber de R$ 10 milhões a R$ 40 milhões através do Orçamento”, disse.

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O deputado Marcelo Nilo (PSB-BA) afirmou que, apesar dos pronunciamentos, o governo federal não desmentiu a reunião. “Os jornalistas têm provas dessa decisão do ministro-chefe da Casa Civil [Onyx Lorenzoni], que acertou com os líderes que seriam R$ 100 milhões para os líderes e R$ 40 milhões em emendas parlamentares para os deputados”, disse.

Já o deputado Bibo Nunes (PSL-RS) classificou a matéria da Folha como “uma lenda maldosa”. “Não existe toma lá, dá cá no governo Bolsonaro”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Política Nacional

Líder do governo na Câmara celebra ‘racha’ do PSL: “máscaras estão caindo”

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Vitor Hugo e Bolso arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo, e o presidente Jair Bolsonaro

Neste domingo (17), o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO) usou as redes sociais para fazer um ‘ataque’ ao seu próprio partido, que vive momento conturbado desde que o presidente Jair Bolsonaro deixou a sigla. Segundo ele, a criação do ‘Aliança pelo Brasil’  fez ‘máscaras caírem’ e pode representar o “melhor momento da República”.

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“A depuração do PSL , que redundará na criação da Aliança pelo Brasil, é a melhor coisa que poderia ter acontecido. Máscaras caindo, interesses sendo desvendados; personalidades escancaradas. Viveremos o melhor momento da República a partir da criação do nosso novo partido”, afirmou o deputado.

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Anunciado no último dia 13, o ‘ Aliança pelo Brasil ‘ será o novo partido da família Bolsonaro e, ao que tudo indica, deve carregar também outros nomes, principalmente de deputados, que seguem no PSL. Com isso, a sigla tem seu futuro indefinido e pode até perde fundo partidário com a migração de parlamentares.

Nos bastidores, os apoiadores de Bolsonaro se movimentam para garantir que a sigla nasça rapidamente e possa participar já das eleições de 2020. Por isso, trabalham no processo de coleta de assinatura entre parlamentares, passo necessário para que o registro junto ao TSE aconteça.

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Weintraub ofende usuários no Twitter e ataca mãe de seguidora

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Ravena Rosa / Agência Brasil

Abraham Weintraub:

O ministro da Educação Abraham Weintraub respondeu a uma série de seguidores em sua conta do Twitter durante o feriado e nesta segunda-feira (18). Em algumas das publicações, o chefe do MEC atacou familiares de usuários e chamou um seguidor de “feio”. 

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Na manhã desta segunda, o ministro da Educação publicou um vídeo de sua cachorra, que chamou de “comunistinha”. “A gente pode ter todas as críticas a vc, mas uma coisa a gente tem que confessar: você humanizou os ministros. Hoje eu olho para o meu primo mais babaca e falo ‘poxa, pode ser o próximo ministro da educação’, respondeu uma usuária. 

“Fico feliz, dado que a concorrência na sua família para ser o MAIS BABACA deve ser enorme. Evidentemente que você não pode concorrer…seria muito injusto…”, respondeu Weintraub. 

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Em uma publicação na última sexta-feira (15), uma seguidora afirmou que, caso o Brasil voltasse a ser uma monarquia, o ministro seria o “bobo da corte”. Weintraub , por sua vez, ofendeu a mãe da usuária, a quem chamou de “égua sarnenta”. 

“Uma pena, prefiro cuidar dos estábulos, ficaria mais perto da égua sarnenta e desdentada da sua mãe”, escreveu. 


Outro seguidor pediu que o ministro fosse “cuidar da educação” e que parasse de postar “porcaria” no Twitter. Weintraub rebateu: “Miguel, sinto em avisar, porém, seu caso não resolve estudando. Tem que reencarnar. Aproveita e peça para não voltar tão feio (parece mistura de tatu com cobra)”. 

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Fonte: IG Política
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