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NOTA DE FALECIMENTO: Delegado de polícia de Diamantino

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Assessoria | PJC-MT

Com pesar, a Polícia Civil de Mato Grosso comunica o falecimento do delegado de polícia, Israel Pirangi Santos, de 40 anos, que era titular da Delegacia de Diamantino, unidade da Regional de Nova Mutum.

O delegado teve o corpo localizado em um apartamento, na cidade de São Paulo (SP), na madrugada desta quarta-feira (28.08). Ele foi para São Paulo no dia 21 de agosto, para retorno de uma consulta médica, referente a tratamento de saúde que passava. Ao lado de seu corpo foi encontrada uma carta pedindo privacidade e respeito à situação.

Sem notícias desde o último domingo (25),  policiais de Diamantino pediram ajuda à Polícia Civil do 78 Distrito Policial de SP, que esteve em seu apartamento, constando a morte nesta madrugada. O corpo foi encontrado já em estado de decomposição.

Israel Pirangi Santos era natural de Brasília, no Distrito Federal, e delegado da Polícia Civil de Mato Grosso desde 13 de janeiro  de 2014, quando tomou posse no cargo. Ele atuou como delegado nas cidades de Alta Floresta, Guarantã do Norte, Nova Monte Verde, Peixoto de Azevedo. Por último, estava na lotado em Diamantino desde junho de 2018.  

O delegado geral da Polícia Civil, Mário Dermeval de Resende, lamentou a morte prematura do delegado e estendeu condolências a sua família, colocando à disposição de todos os familiares à Polícia Civil de Mato Grosso, no auxílio do que for necessário, neste momento de dor e tristeza.

“Era um delegado que desde 2014 prestava trabalhos na Polícia Civil com muita qualidade e isso foi marco em sua breve carreira. Infelizmente acabou nos deixando e fará muita falta à instituição que sempre o lembrará pela qualidade enquanto ser humano e profissional de segurança pública”, lamentou.

O delegado era solteiro, deixou pai, mãe e três irmãos, que moram em Brasília (DF). O corpo será transladado para o Distrito Federal, local em que deve ser sepultado.

 

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Operação integrada cumpre 87 mandados judiciais contra tráfico de drogas nas regiões norte e noroeste de MT

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Uma operação integrada, com a participação das forças de segurança do Estado, foi deflagrada simultaneamente nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (08.07) nas regiões norte e noroeste de Mato Grosso, para o cumprimento de 87 mandados judiciais de prisões e de buscas e apreensões contra alvos envolvidos com o tráfico de drogas e organização criminosa. As ordens judiciais da Operação Vitae III são cumpridas em municípios das Regiões Integradas de Segurança Pública (Risp) de Alta Floresta, Juína e Sinop.

As investigações para desmantelar a organização criminosa, que age principalmente em cidades das regiões de Alta Floreste e de Juína, teve início em fevereiro deste ano, a partir de investigação da Delegacia da Polícia Civil de Alta Floresta, quando foram realizadas outras duas etapas da operação resultando em prisões de diversas pessoas envolvidas com o tráfico de entorpecentes e abastecimento de pontos de venda de drogas nas cidades do norte e noroeste do estado.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 5ª Vara Criminal de Alta Floresta para cumprimento nas cidades de Alta Floresta, Nova Monte Verde, Carlinda, Panaraíta, Sorriso e Sinop. Na Risp de Juína serão cumpridos 20 mandados judiciais nas cidades de Cotriguaçu, Juína e Juruena.

O coordenador da operação, delegado da Polícia Civil, Pablo Carneiro, informou que foram apreendidos quase 100 quilos de entorpecentes em Alta Floresta nas fases anteriores que integraram a Operação Vitae.

A operação Vitae III tem a participação de profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Sistema Penitenciário, Corpo de Bombeiros, Politec e de policiais de unidades especializadas da PJC, entre elas a Gerência de Operações Especiais (GOE), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Delegacia de Repressão a Entorpecentes e Polinter.

Fonte: PJC MT

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Policial

Ação integrada apreende cápsulas com maconha e cocaína que entrariam na PCE como medicamento para Covid-19

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Uma grande quantidade de drogas que entraria na Penitenciária Central do Estado (PCE) disfarçada como medicamento para tratamento e prevenção ao Covid-19 foi apreendida, no final da tarde desta terça-feira (07.07), em uma ação integrada da Polícia Civil e Polícia Penal.

As investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) com apoio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) iniciaram após denúncias de que uma organização criminosa aproveitaria o momento de pandemia do coronavírus para entrar com entorpecentes na PCE.

Segundo as informações, os familiares de detentos da unidade prisional receberam instruções da facção criminosa para comprar medicamentos destinados a prevenção e tratamento da doença (em alguns casos utilizando receitas médicas falsas) e nos frascos de polivitamínicos com cápsulas maiores, substituir o medicamentos por substâncias entorpecentes como maconha e cocaína.

De acordo com o delegado da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, os supostos medicamentos chegaram a ser recebidos na PCE e seriam distribuídos na unidade prisional na quarta-feira (08) no raio cinco, onde estão os presos considerados de maior periculosidade do estado.

“Diante da denúncia, em ação conjunta da DRE, DHPP e Polícia Penal foi possível impedir a entrada da da grande quantidade de drogas em cápsulas na penitenciária, assim como a comercialização do entorpecente na unidade prisional. Todo material apreendido será periciado, pesado, porém visualmente já se percebe que são centenas de cápsulas recheadas com entorpecentes”, disse o delegado.

O delegado DHPP, Caio Fernando Álvares Albuquerque, disse que a apreensão da droga foi possível graças o recebimento da informação da entrada de entorpecentes tipo maconha e cocaína de boa qualidade, na unidade aproveitando o período da pandemia

“Recebemos informações fidedignas sobre a manobra utilizada pela organziação criminosa e conseguimos identificar o entorpecente quando já entregues na PCE, porém antes de ser distribuída aos seus destinatários”, frisou.

O diretor da PCE, Agno Sérgio Ramos, destacou a importância das ações integradas entre a Polícia Civil e Polícia Penal para evitar a entrada de drogas especialmente em grande quantidade, no interior das unidades prisionais.

‘A equipe da Polícia Civil conseguiu levantar as informações que prontamente compartilhadas evitando que o material ilícito entrasse e fosse comercializado no interior da penitenciária, mostrando que a segurança deve trabalhar de forma conjunta no combate ao crime”,  destacou.

 

Fonte: PJC MT

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