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Economia

Unimed Cuiabá entra para ranking de maiores empresas privadas em MT

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A Unimed Cuiabá é a sexta maior empresa privada de Mato Grosso e está entre as 15 maiores empresas do ramo de saúde do Brasil

Desde 2016, a Unimed Cuiabá vem adotando uma série de mecanismos e procedimentos internos visando a otimização do funcionamento das suas diversas unidades, garantir o acesso às informações estratégicas aos seus cooperados e, sobretudo, garantir a modernização da gestão administrativa. Atualmente, o convênio médico está na lista das maiores singulares do Sistema Unimed e exerce influência na região por ser uma das maiores cooperativas mato-grossenses e o maior plano de saúde do Estado.

De acordo com a última pesquisa Maiores e Melhores, realizada pelas revistas Exame e Valor 1000, a Unimed Cuiabá é a sexta maior empresa privada de Mato Grosso e está entre as 15 maiores empresas do ramo de saúde do Brasil. O resultado aponta um salto de 27 posições se comparada com a pesquisa do ano anterior.

Mais recentemente, um levantamento divulgado pela revista Seleções apontou que a marca Unimed, pelo 18º ano consecutivo, é a marca de plano de saúde em que os brasileiros mais confiam. Desde que a pesquisa foi lançada, em 2002, a Unimed é a única ganhadora no segmento.

Além disso, dentro do Sistema Unimed, a gestão da Cooperativa é reconhecida como Selo Prata de Governança e Sustentabilidade. A certificação foi conferida no segundo semestre de 2018 e leva em consideração aspectos da governança e da gestão que demonstrem preocupação com temas relevantes para o mundo corporativo, tais como a sustentabilidade, as boas práticas de mercado e a situação econômico-financeira da Cooperativa.

Para o presidente da Cooperativa, o médico patologista Rubens Carlos de Oliveira Júnior os prêmios mostram que a Unimed Cuiabá vai pelo caminho certo ao investir na profissionalização da sua administração e na adoção de padrões elevados e internacionalmente reconhecidos de conduta ética, integridade corporativa e responsabilidade social.

“Não temos dúvida de que todos os esforços empreendidos para a reestruturação interna da Cooperativa – um processo lento, minucioso e muito trabalhoso – foram fundamentais para essa fase de reconhecimentos. Há bastante tempo os cuiabanos e os brasileiros têm a qualidade dos serviços oferecidos pela marca Unimed como o maior diferencial em relação aos nossos concorrentes. Com a finalização da implantação do programa de Compliance e Integridade Corporativa, nossos beneficiários e parceiros tem a confiança de que nós trabalhamos do jeito certo, de acordo com as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar e pela Justiça”, comentou.

 

 

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Petrobras inicia descomissionamento de plataformas antigas

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A Petrobras iniciou o descomissionamento da plataforma P-12 na Bacia de Campos, norte fluminense, após aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Marinha. 

O descomissionamento ocorre quando a plataforma atinge sua fase final de produção, quando a produção de óleo e gás apresenta-se desvantajosa, então são encerradas as atividades, são feitas limpeza e remoção de estruturas e recuperação ambiental do local.

Também estão previstos para 2020 os descomissionamentos das plataformas P-07 e P-15, também na Bacia de Campos, e da FPSO Piranema [unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás] na Bacia de Sergipe-Alagoas.

De acordo com o Plano Estratégico da companhia para 2020- 2024,18 plataformas de produção serão descomissionadas até 2024.

Segundo a estatal, “o descomissionamento das plataformas será realizado de acordo com as melhores práticas mundiais. Em parceria com outras empresas e com a comunidade científica, foram desenvolvidas metodologias que permitem a identificação da alternativa que melhor equilibra os aspectos de segurança, meio ambiente, técnico, social e econômico”.

A companhia informou ainda que as plataformas P-07, P-12 e P-15 serão ofertadas em leilão público previsto para ocorrer ainda  no mês de julho.

Edição: Aline Leal

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Economia

Defensoria recomenda que prestações do Minha Casa Minha Vida parem de ser pagas

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mcmv
Divulgação MCMV

Fatia de menor renda não foi contemplada com as pausas das prestações da Caixa

A Defensoria Pública da União passou a recomendar, em todos os estados, a  suspensão do pagamento das prestações do programa Minha Casa Minha Vida pelos integrantes da Faixa 1 – famílias mais carentes, com renda até R$ 1,8 mil – do programa.

Ao contrário dos demais grupos do MCMV, que têm rendas maiores, o Faixa 1 ficou de fora do direito à suspensão do pagamento das parcelas habitacionais da Caixa. 

O banco estatal criou a medida de  pausas no financiamento em meio à pandemia de Covid-19 para amenizar os impactos da crise financeira sobre os atendidos. Mas deixou de fora a faixa mais vulnerável do MCMV.

Atanasio Darcy Lucero Júnior, defensor nacional de Direitos Humanos da DPU, orientou aos defensores a ingressarem com o pedido de suspensão das prestações de moradia a nível estadual. As Defensorias de São Paulo e do Ceará já tinham obtido decisões liminares, protegendo famílias das cobranças. 

“Há independência para que eles [defensores públicos] analisem se entrarão ou não [com ação de suspensão das prestações]; mas considero a demanda extremamente relevante”, disse Lucero Junior ao jornal O Estado de São Paulo.

A defensora Viviane Dallasta Del Grossi, que ingressou com ação em São Paulo, disse à reportagem do Estadão que a decisão favorável garantiu às famílias paulistas da Faixa 1 do MCMV uma proteção contra cobranças durante um período de três meses. Em outras regiões, as prestações continuam sendo cobradas. 

“Fiquei me perguntando por que a  Caixa, para outras faixas, deferiu a suspensão e justamente a faixa mais vulnerável ficou desassistida. Eles colocam a questão de ausência de previsão legal, mas bastaria a União ter tido boa vontade”.

Segundo a representante da União Nacional por Moradia Popular, Evaniza Rodrigues, “essa falta de ação do Executivo federal para socorrer os que mais precisam mostra a quem este governo atende. A ação da DPU vem enfrentar este problema para corrigir uma distorção absurda”.

Projetos de lei

No Congresso, tramitam projetos de lei para suspender o pagamento de financiamentos habitacionais enquanto durar o estado de calamidade pública. 

Um deles é o PL 795/2020, dos deputados Israel Batista (PV-DF) e Helder Salomão (PT-ES). A proposição proíbe a cobrança de juros e moras sobre as parcelas suspensas. O projeto está na pauta de votações da Câmara desta terça-feira (7). 

Na avaliação de Evaniza Rodrigues, da UNMP, o PL 795 atende às expectativas das famílias. 

“Pela conta do movimento, a aprovação do projeto vai beneficiar 1,4 milhão de famílias, que são as pessoas que já receberam moradia do Minha Casa Minha Vida Faixa 1 desde 2010, quando começaram as primeiras entregas”, disse Rodrigues.

Se aprovado, o PL seguirá à sanção presidencial.

No Senado, foi apresentado o PL 2.575/2020, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE). Outro projeto de lei — o PL 1.935/2020, da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) — suspende as prestações de consumidores afetados pela pandemia. A matéria aguarda designação de relator para começar a tramitar.

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