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Economia

Nomes indicados por Bolsonaro são rejeitados por Conselho da Petrobras

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Conselho da Petrobras rejeitou nomes indicados por Bolsonaro
Ivonete Dainese

Conselho da Petrobras rejeitou nomes indicados por Bolsonaro

De acordo com as recomendações do Comitê de Elegibilidade (Celeg) da Petrobras, o conselho de administração da empresa rejeitou os nomes indicados por Jair Bolsonaro para fazer parte do conselho. Jônathas Castro, executivo da Casa Civil, e Ricardo Soriano de Alencar, procurador-geral da Fazenda Nacional, foram os indicados pelo presidente.

Em 18 de agosto a Petrobras irá realizar uma Assembleia Geral Extraordinária na qual serão eleitos outros integrantes do conselho de administração. A convocação será concluída até amanhã, dia 19, já que a escolha deve ser feita com um mínimo de 30 dias de antecedência.

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De acordo com o Celeg, há conflito de interesses entre as posições ocupadas pelos executivos no atual governo e a vaga no conselho da Petrobras. Segundo o comitê, existem outros sete candidatos que preenchem os requisitos da vaga e não têm ligações com o governo. 

O comitê não pode rejeitar diretamente, mas sim recomendar a rejeição. A decisão tomada por unanimidade pelo Conselho de Administração reflete tais recomendações. 

O comitê aprovou os nomes indicados pelos minoritários, José João Abdalla e Marcelo Gasparino, assim como dos outros cinco nomeados da União: Gileno Barreto; Edison Garcia; Ieda Gagni; Ruy Schneider; e Márcio Weber.

Depois de eleitos eles farão parte da mesma equipe que Rosângela Buzanelli, indicada pelos funcionários da petroleira, e Marcelo Mesquita e Francisco Petros, indicados por outros acionistas minoritários.

São, no total, oito vagas abertas para o conselho da Petrobras.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Campos Neto diz não querer permanecer à frente do BC em 2024

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Roberto Campos Neto
José Cruz/Agência Brasil

Roberto Campos Neto

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto , disse nesta quinta-feira (18) que não quer ser reconduzido ao cargo quando terminar o seu mandato, em 2024.

Quando o Congresso aprovou a autonomia do BC, incluiu a possibilidade de reeleição a cada quatro anos, o que Campos Neto diz ter sido contrário. Segundo ele, a possibilidade de recondução não seria saudável porque expõe o órgão à vontade política do Executivo.

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“Eu acho que a recondução não é saudável mesmo porque cria uma fragilidade no meio do mandato porque vai ter um presidente do banco central que vai estar interessado em estar reconduzido e fica exposto naquele momento à vontade do Executivo”, disse.

“Eu não gosto, não acho que é bom. Se tivesse dependido só de mim não teria nem recondução na lei de autonomia”, completou.

Quando aprovada a autonomia do BC, em 2021, o banqueiro já estava à frente da instituição a dois anos. Segundo ele, seu trabalho já foi feito. 

“O Brasil fez o trabalho mais cedo, mais rápido e as pessoas entendem que o trabalho do Banco Central está em grande parte feito”, afirmou.

A lei visa proteger a diretoria e o presidente do órgão de influências políticas. Para isso, entre outras medidas, criou um mandato fixo de quatro anos tanto para o presidente como para os diretores. Antes, o presidente da República indicava o nome que regeria a política monetária. 


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

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Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida
José Cruz/Agência Brasil

Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

Prevista para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas ao “dinheiro esquecido” nos bancos — o Sistema de Valores a Receber, do Banco Central — segue sem data definida. A retomada foi adiada com a greve dos servidores da entidade monetária.

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“As consultas ao Sistema de Valores a Receber (SVR) estão temporariamente suspensas para aprimoramento”, informa o Banco Central no site do SVR.

A paralisação dos servidores, porém, terminou há 40 dias, e o BC ainda não divulgou uma data para a retomada das consultas.

Questionado, o BC afirmou que “o cronograma e as informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”.

O Banco Central estima que há cerca de R$ 8 milhões em valores “esquecidos” nos bancos. Na primeira fase de consultas, cerca de R$ 4 milhões foram liberados.

A primeira fase de consultas se encerrou no dia 16 de abril, com a respecagem de valores esquecidos por brasileiros que haviam perdido o prazo para resgate. Na ocasião, eles puderam reagendar uma nova data para recuperar o dinheiro.

Para a segunda fase, o Banco Central anunciou algumas mudanças:

  • Não haverá mais necessidade de agendamento. O cidadão poderá pedir o resgate dos recursos no momento da primeira consulta;
  • O SVR contará com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o SVR, pois os dados serão atualizados e pode haver recurso novo.

Nessa etapa, os cidadãos poderão consultar se possuem dinheiro esquecido nos bancos oriundo de:

  • Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível;
  • Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
  • Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.


Fonte: IG ECONOMIA

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